Farmacêutica vende farmácia na cidade de Terra Roxa – PR

fachadaInstalações completas e sob medida. Possui sala para aplicação de injetáveis, área para dispensação e escritório.
Com ar condicionado, 2 cortinas de ar, televisão, impressora fiscal térmica, 2 computadores, balança, bebedouro, frigobar, 2 câmeras.
Clientela formada.
Programa Aqui tem Farmácia Popular e convênio com Novartis.
Documentação em dia.
Motivo da venda: assumirá cargo de um concurso público.
Veja mais fotos da farmácia
Aceita propostas.
Interessados entrar em contato com Lurian pelos telefones (44) 3645-2641 ou 9816-3773.

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Palestra ‘Farmácia como Estabelecimento de Saúde, e agora, Farmacêutico?’, em Campo Mourão

farmácia estabelecimento de saúde 2Objetivo: Compartilhar com os profissionais farmacêuticos e acadêmicos as vantagens e avanços conquistados com a legislação recém aprovada (Lei 13.021/14 e Resolução 590/14 da SESA-PR), como transformar a farmácia em um estabelecimento de saúde, beneficiando a saúde da população e contribuindo com a melhoria da qualidade de vida dos pacientes.

Palestrante: Farmacêutico Márcio Antoniassi
Dia 07 de novembro de 2014 (Sexta-feira)
Horário: 19 horas
Local: Auditório da 11ª Regional de Saúde – Rua Mamborê, 1500
Inscrições e Maiores informações: Enviar e-mail para asfarcam1@gmail.com (Nome completo, CRF e telefone);
Investimento: Doação de alimentos (arroz, feijão, macarrão, outros) que serão entregues à Santa Casa de Campo Mourão.
Colaboração: Ariadne D. V. Pepino
Organização: Associação dos Farmacêuticos e Farmacêuticos Bioquímicos de Campo Mourão e Região – ASFARCAM
Apoio: Conselho Regional de Farmácia do Estado do Paraná

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Nova técnica trata suor excessivo de forma indolor e tem efeito por até 8 meses

Antes tratável apenas com cirurgia ou botox, nova técnica tem duração semelhante à toxina botulínica e não envolve agulhas

suorO suor tem papel importante no organismo, para a regulação da temperatura corpórea. No entanto, se for excessivo, pode causar desconfortos – há casos em que chega a gotejar. A esse excesso de suor, dá-se o nome de hiperidose.

“A hiperidrose não é uma doença grave que leva ao risco de vida, mas trata-se de situação extremamente desconfortável, que causa profundo embaraço social e transtornos de relacionamento e psicológicos no portador que frequentemente se isola e adquire hábitos procurando esconder o seu problema”, diz a dermatologista Erica Monteiro. Cumprimentar uma pessoa, por exemplo, pode fazer com que o portador da condição se sinta obrigado a secar a mão antes do ato.

A médica explica que as áreas do corpo mais atingidas são axilas, palmas das mãos, plantas dos pés e virilha, mas pode acontecer em outras partes também.

Antes, para resolver o problema, só havia a cirurgia de retirada da glândula sudorípara e a aplicação da toxina botulínica, conhecida por botox. A nova técnica de radiofrequência, no entanto, promete ser tão eficaz quanto o botox – e sem dor. O botox é aplicado por meio de agulhas, e, dependendo da região – como mãos e pés, “é preciso fazer o bloqueio anestésico, que é injetar um anestésico no ramo que enerva a mão”, explica Carolina, detalhando que o botox é muito eficaz e o efeito dura de seis a oito meses.

A nova técnica, no entanto, veio para ajudar também quem tem aversão à agulhas, o que tornava a aplicação anterior mais angustiante. “Além disso, a radiofrequência nas axilas consegue bloquear um outro canal que secreta um líquido leitoso, rico em amidos, proteínas, lipídios e carboidratos, que torna um ambiente propício para proliferação de bactérias e, consequentemente, do mau odor”, explica Cristiano Velasco, dermatologista membro da Sociedade Brasileira de Laser em Medicina e Cirurgia.

A aplicação é simples e o paciente só sentirá um leve aquecimento no local, explica Velasco. A radiofrequência consegue gerar uma inflamação na glândula que secreta o suor, fazendo com que o sinal enviado pelo cérebro para liberar o suor seja completamente interrompido por cerca de oito meses. Com isso, a pessoa não sua. Depois desse período, a sudorese pode voltar, fazendo com que a pessoa precise fazer a radiofrequência novamente. O retorno depois de oito meses também acontece com o Botox.

Independente do sexo, há dois motivos para uma pessoa ter hiperidrose. O primeiro é por genética: alguns já nascem com ela. Na sudorese excessiva secundária, pode ser que haja alguma alteração na tireoide, como explica a dermatologista Carolina Marçon, da Sociedade Brasileira de Dermatologia.

“Pode ser um hipertireoidismo (funcionamento excessivo da tireoide). Além disso, pode ser decorrente da obesidade e de medicações”, explica a médica. No entanto, a situação mais comum é a hiperidrose primária, que é genética e é desencadeada por situações de estresse ou ansiedade, diz ela.

Nesse caso primário, controlar a ansiedade e estresse podem ajudar a suar menos. Na hiperidrose secundária, se o problema for a obesidade, emagrecer pode resolver. Se for tireoide, regular os hormônios livra a pessoa do problema.

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Cientistas começam a usar anticorpos de sobreviventes para tratar doentes com ebola

Cientistas vão começar a tratar os pacientes infectados pelo ebola com anticorpos do sangue de sobreviventes da doença mortal. O teste clínico deve começar na Guiné no mês que vem.

anticorposSe o teste tiver um bom desempenho, o chamado soro convalescente pode ter o seu uso ampliado rapidamente como uma intervenção de curto prazo, enquanto o trabalho continua no desenvolvimento de drogas e vacinas.

Um consórcio internacional de pesquisa liderado pelo Instituto de Medicina Tropical em Antuérpia, na Bélgica, está realizando o trabalho no país da África Ocidental que marcou o início do pior surto de Ebola em março deste ano, depois de receber uma doação de 2,9 milhões de euros da União Europeia.

“O tratamento com sangue e plasma é uma intervenção médica com um longo histórico, usado de maneira segura em outras doenças infecciosas”, disse o coordenador do projeto, Johan van Griensven, em um comunicado oficial nesta quinta-feira.

“Queremos saber se essa abordagem funciona para o Ebola, se é segura e se pode ser colocada em ação para reduzir o número de mortes no surto atual.”

A Organização Mundial da Saúde (OMS) pediu, no último mês, que fossem desenvolvidos projetos com o uso de produtos derivados do sangue de sobreviventes.

O sangue e o plasma recuperados de pacientes com Ebola já foi usado ocasionalmente no passado, incluindo durante o surto de Ebola em 1995 em Kikwit, na República Democrática do Congo, quando sete de oito pacientes doentes que receberam o soro feito com o sangue sobreviveram.

Contudo, como o número de pacientes que receberam o tratamento com o soro é muito pequeno até hoje, ainda não está claro qual é a eficiência do tratamento.

Fonte: Uol

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Médico é acusado de receitar colírio para cães a menino no interior de SP

colírioUm médico é acusado de ter receitado um colírio de uso animal, especialmente indicado para cães e gatos, a uma criança de quatro anos, no interior de São Paulo. O caso aconteceu na quarta-feira (21) e o profissional, que trabalha no Hospital Municipal Mário Covas, em Hortolândia, teve o afastamento das atividades solicitado até que o caso seja apurado. A Polícia Civil registrou o caso.

De acordo com a versão da família, os pais procuraram atendimento na noite de anteontem. O médico Arjuna Perin estava de plantão e atendeu a menina, que estava com febre de quase 40 graus. “Ele nem consultou a menina direito, só bateu o olho e perguntou o que ela tinha. Depois, receitou dipirona e água boricada”, contou Edson Silvam 30, pai da menina.

Na receita, além dos medicamentos, o profissional receitou também Tobramax, um colírio antibiótico usado em cães e gatos. A família então foi até três farmácias da cidade procurando o medicamento, sem encontrar. Na última delas, um atendente informou que o medicamento era para uso em animais. “A atendente ficou encucada, fez uma pesquisa na Internet e descobriu que era remédio de bicho”, conta o pai menina, que tirou uma cópia da receita.

Os pais voltaram então até o hospital, onde questionaram o profissional, que afirmou que a receita estava correta. Apesar disso, o profissional reteve a receita original, que foi amassada e jogada no lixo, negando-se a fornecer outra. Depois disso, a família procurou a Polícia Civil, com a cópia do documento, e registrou o boletim de ocorrência.

Efeitos

De acordo com o Ministério da Agricultura, o Tobramax é utilizado para tratamento de conjuntivite em cães e gatos e não pode ter uso humano. “É um antibiótico para animais e é impossível determinar se há efeitos adversos para os humanos porque o medicamento é testado somente em animais”, afirmou o ministério, em nota.

“É necessário ressaltar que este medicamento para animais pode ser vendido sem a receita, mas ele é comercializado em estabelecimentos específicos para venda de produtos veterinários. Já os medicamentos para seres humanos que têm efeito para melhora da conjuntivite precisam de receita e são vendidos nas drogarias”, finaliza a instituição.

Já o médico oftalmologista Antonio Pacolla ressalta que, embora a chance de o medicamento causar problemas à visão da menina seja “muito pequena”, houve erro na prescrição. Ele afirmou, no entanto, que o profissional pode ter se confundido na hora de preencher a receita. “Existe um medicamento chamado Trobradex, para uso humano, inclusive pediátrico, muito comum de ser receitado em casos nos quais pode haver problemas de infecção nos olhos. Pode ter havido um erro por conta da similaridade dos nomes”, avalia o profissional.

Sem retorno

A Prefeitura de Hortolândia, que responde pelo hospital informou em nota que pediu o afastamento do profissional até que o caso seja apurado. Uma sindicância foi aberta e a denúncia também foi enviada ao Cremesp (Conselho Regional de Medicina). “O profissional permanecerá afastado do hospital até que o caso seja concluído”, diz a prefeitura. “A administração também realizará apuração do fato por meio da Comissão de Ética Médica do Hospital Municipal, que avaliará a conduta do profissional”.

O Cremesp, por sua vez, informou que ainda não tem informações oficiais sobre o caso e que irá se pronunciar após recebê-las. O médico Perin foi procurado em um consultório particular em Piracicaba, no começo da tarde de quinta-feira (22), mas foi informado que ele não poderia falar com a reportagem por estar clinicando. A reportagem voltou a ligar em duas oportunidades, ao longo da tarde, mas as ligações não foram atendidas.

Fonte: Uol

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Cebrim/CFF publica 3ª edição do boletim Farmacoterapêutica, em 2014

boletim2O uso da mídia para a divulgação de epidemias é uma das estratégias da indústria farmacêutica para induzir o consumo de medicamentos. Nesta 3ª edição do Boletim Farmacoterapêutica – referente aos meses de julho/agosto e setembro de 2014 – o assunto é abordado no artigo “O preço pago pelo viés de publicação: o caso recente do Tamiflu”. Já a seção “Segurança de Medicamentos”, traz o artigo “Risco de tromboembolismo associado ao uso de testosterona”. A dica da seção “Novas Publicações”, é o livro “Assistência Farmacêutica: gestão e prática para profissionais da saúde”.

A publicação de boletins sobre medicamentos é uma das estratégias recomendadas pela Organização Mundial da Saúde (OMS) para produzir e disseminar informações independentes sobre medicamentos. Nesse sentido, desde 1996, o Centro Brasileiro de Informação sobre Medicamentos do Conselho Federal de Farmácia (Cebrim/CFF) edita o boletim Farmacoterapêutica, especialmente dirigido aos profissionais da saúde.

O boletim Farmacoterapêutica aborda temas relacionados ao uso racional de medicamentos, incluindo artigos sobre políticas públicas, tratamentos de condições clínicas específicas, práticas farmacêuticas, farmacovigilância, traduções de documentos e artigos de interesse, entre outros.

Acesse o boletim

Fonte: CFF

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OMS: batalha contra a tuberculose ainda não foi vencida

Novo relatório mostra que ela continua a ser a segunda doença infecciosa que mais mata no mundo, atrás apenas da aids

tbA tuberculose continua a ser a segunda doença infecciosa mais mortal no mundo, atrás apenas da aids, de acordo com relatório divulgado nesta quarta-feira pela Organização Mundial de Saúde (OMS). Além disso, o número de casos de tuberculose resistente a múltiplas drogas permanece alto, com cerca de 480 000 novos episódios registrados em 2013. O estudo afirma que a batalha contra a moléstia fez importantes avanços, que permitiram salvar 37 milhões de vidas entre 2000 e 2013, mas a guerra ainda está longe de ser vencida.

Em 2013, foram 9 milhões de novos casos da doença e 1,5 milhão de mortos. Em 2012, a aids fez 1,6 milhão de vítimas mortais. Os números de tuberculose do ano passado são ligeiramente mais elevados do que os de 2012 (quando houve 8,6 milhões de novos casos e 1,2 milhão de mortes) devido à inclusão das primeiras informações detalhadas da Nigéria, o país mais populoso da África.

“Uma vez que a maioria das mortes por tuberculose é evitável, o número de vítimas ainda é inaceitavelmente alto”, observa a OMS, que insiste na necessidade de acelerar os esforços para alcançar níveis menores da doença até 2015.

A entidade estabeleceu uma meta de reduzir pela metade a taxa de mortalidade da tuberculose (o número de mortes por 100 000 habitantes) e a taxa de prevalência da doença (o número de pessoas que sofrem da doença em um determinado momento por 100 000 pessoas) em 2015. De 1990 até o fim de 2013, a taxa de mortalidade caiu globalmente cerca de 45%, enquanto a taxa de prevalência baixou 1,5% ao ano.

Disparidades regionais — O continente americano e os países do Pacífico Ocidental já alcançaram a meta, em contraste com a África, a região mediterrânea e partes da Europa, onde a tuberculose “não diminuiu rápido o suficiente para atingir os objetivos”.

Os homens são mais frequentemente e mais severamente afetados do que as mulheres, com cerca de dois terços das mortes por tuberculose em 2013, enquanto 80 000 mortes foram de crianças.

Mais da metade (56%) de novos casos de tuberculose foram notificados no ano passado no Sudeste Asiático e na região do Pacífico, as duas regiões mais populosas do mundo, mas é na África que as taxas de casos de tuberculose e de mortes em relação à população doente continuam as mais altas.

Tuberculose resistente — A OMS cita a estabilização em 3,5% dos casos de tuberculose multirresistente — que não respondem aos antibióticos — como um avanço. No entanto, o número ainda é uma ameaça crescente à saúde no mundo.

Nos últimos anos, surgiram vários tipos de tuberculose resistentes a medicamentos, um problema criado pelo homem, causado por pacientes regulares que recebem medicamentos errados, doses erradas ou não completam o tratamento. Esses casos são muito mais difíceis de tratar e têm taxas de cura significativamente mais baixas.

Progressos — Entre os fatores de otimismo, a OMS cita o surgimento de testes rápidos para diagnosticar a doença e novos tratamentos.

As pesquisas também continuam para o desenvolvimento de novas vacinas, mesmo que “ainda não exista uma eficaz na prevenção da tuberculose em adultos”. A única vacina existente é a BCG (desenvolvida em 1921 e preparado a partir do Bacillus Calmette Guerin). Ela é recomendada pela OMS em crianças, uma vez que protege contra as formas graves da tuberculose. No entanto, segundo a OMS, ela “não protege de forma confiável” contra a tuberculose pulmonar, “que representa o maior número de casos no mundo.”

A doença — A tuberculose é causada pela bactéria Mycobacterium tuberculosis e propagada de pessoa para pessoa pelo ar. A doença afeta principalmente os pulmões, provocando dificuldades respiratórias e derrame pleural (presença de líquido no espaço entre pulmões e tórax).

“Além do financiamento de pesquisas na área, oito bilhões de dólares por ano são necessários para tratar, diagnosticar e prevenir a tuberculose. Financiamentos nacionais e internacionais têm de se intensificarem para prevenir milhões de mortes desnecessárias”, diz Katherine Floyd, Coordenadora da OMS no setor de Monitoramento e Avaliação da tuberculose.

Fonte: Veja

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