Concurso Público para Farmacêutico Bioquímico na cidade de Moreira Sales – PR

Moreira SalesRemuneração: R$ 1.489,89.
Valor da inscrição: R$ 85,00.
Carga horária de 20 horas semanais.
Inscrições até o dia 06 de novembro pelo site www.ruffoconcursos.com.br
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Crianças que bebem leite que não é de vaca são duas vezes mais propensas a apresentar baixo nível de vitamina D

Estudo canadense mostrou que buscar alternativas pode significar uma queda de pelo menos 5% nos níveis do composto orgânico por mês

leite 2Crianças que bebem leite que não é de vaca, como de arroz, amêndoa, soja ou leite de cabra, têm níveis mais baixos de vitamina D no sangue do que aquelas que bebem leite de vaca, de acordo com um novo estudo publicado na “Canadian Medical Association Journal”.

Os leites alternativos estão se tornando cada vez mais populares por causa dos benefícios para a saúde, além de outros motivos como alergias ou intolerância à lactose.

- Crianças que bebem só leite que não é de vaca são mais do que duas vezes mais propensas a apresentar deficiência em vitamina D do que as crianças que bebem só leite de vaca – disse Jonathon Maguire, um pediatra e pesquisador do Hospital St. Michael. – Entre as crianças que bebiam leite que não é de vaca, cada xícara adicional do leite alternativo foi associada a uma queda de 5% nos níveis de vitamina D por mês.

A vitamina D é um nutriente essencial produzido durante a exposição solar ou encontrado no leite de vaca enriquecido, no peixe e em outros alimentos. Ela desempenha um papel importante no desenvolvimento e fortalecimento dos ossos. Em crianças, níveis baixos de vitamina D podem causar fraqueza óssea e, em casos graves, o raquitismo – uma condição que faz com que os ossos se tornem moles e fracos, potencialmente levando a deformidades ósseas.

Na América do Norte, a cada 100 mililitros de leite de vaca são necessárias 40 unidades de vitamina D para enriquecer a bebida. A adição de vitamina D para o leite que não é de vaca, no entanto, é facultativa.

- É difícil para o consumidor saber o quanto de vitamina D tem no leite que não é de vaca – afirmou o pediatra. – Os cuidadores precisam estar cientes da quantidade de vitamina D, cálcio e outros nutrientes em bebidas lácteas alternativas para que eles possam fazer escolhas informadas para os seus filhos.

O estudo envolveu 3.821 criança saudáveis de 1 a 6 anos. Os pesquisadores analisaram as diferenças nos níveis sanguíneos de vitamina D associadas a beber leite de vaca e leite que não é de vaca. As crianças foram recrutadas a partir de sete projetos de Toronto de medicina pediátrica ou familiar que fazem parte de uma rede de pesquisa chamada TARGet Kids!.

- Nossas descobertas também podem ser úteis para os profissionais de saúde que trabalham com crianças que consomem regularmente leite que não é de vaca devido à alergia ao leite de vaca, intolerância à lactose ou preferência alimentar – acrescentou Maguire.

Oitenta e sete por cento das crianças envolvidas no estudo beberam predominantemente leite de vaca e 13% beberam o leite que não é de vaca.

Fonte: O Globo

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Anvisa atualiza lista de substâncias sujeitas a controle especial

A Anvisa atualizou a lista de substâncias sujeitas a controle especial descritas na Portaria 344/98. A nova lista, que consta do anexo I da norma, está publicada no Diário Oficial da União desta segunda-feira (20/10).

controlados 3A nova lista conta com 14 novas substâncias que passam a ter o seu uso e comercialização vedados no Brasil. Os novos componentes da lista são o AM-2201; EAM-2201; MAM-2201; JWH-071; JWH-072; JWH-073; JWH-081; JWH-098; JWH-210; JWH-250; JWH-251; JWH-252; JWH-253 e JWH-122. Todas são substâncias produzidas sinteticamente e sem qualquer utilidade terapêutica.

A identificação deste tipo de droga no país realizada pelos órgãos de repressão a drogas, como, por exemplo, a Polícia Federal. Habitualmente, estas Instituições encaminham Pareceres Técnicos ou Laudos Periciais para a Anvisa, quando identificam a necessidade de controle de produtos apreendidos.

Somente neste ano a Anvisa já fez quatro atualizações na lista, totalizando 36 produtos incluídos. A medida permite que os órgãos policiais e judiciais possam agir mais rapidamente, já que a lista F da Portaria 344/98 reúne as substâncias que são no País.

Lista C1

As substâncias Lacosamida e Rotigotina também passaram a constar da Portaria 344/98, ficando classificadas na lista C1 – Lista das Outras Substâncias Sujeitas a Controle Especial. Com isso, medicamentos com esses princípios ativos só podem ser comercializados com receita especial, de cor branca, emitida em duas vias: um fica retida na farmácia e a outra é entregue ao paciente.

A Lacosamida exerce efeito antiepilético no organismo e é indicada no tratamento de crises parciais de epilepsia. O medicamento foi registrado em 2014 e ainda não é comercializado no Brasil.

Já a Rotigotina é indicada para o tratamento da Doença de Parkinson. A substância age no sistema nervoso central de forma similar à dopamina.

Fonte: Anvisa

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Transtorno Obsessivo Compulsivo atinge quatro milhões no Brasil

Lavar as mãos por horas a fio, ter medo de ser contaminado e organização excessiva podem ser traços do TOC

TOCQuatro milhões de brasileiros sofrem com Transtorno Obsessivo Compulsivo (TOC), doença que faz com que percam a qualidade de vida – já que os obriga a repetir rituais sem sentido, como lavar as mãos por horas seguidas, mas que aliviam a ansiedade gerada pela condição. No entanto, é preciso distinguir TOC de mania. O primeiro é uma doença, a segunda, não.

Um exemplo é a mania que José Alfredo, personagem da novela Império, de arrumar a cama e querer deixá-la sempre impecável. Segundo o psiquiatra Luiz Vicente Figueira de Mello, do Ambulatório de Transtornos de Ansiedade do Instituto de Psiquiatria do Hospital das Clínicas de São Paulo (IPQ), a atitude dele não é considerada TOC, já que o personagem não para a sua vida por causa da mania. “Ele sai para trabalhar, faz outras coisas”, comenta.

“É considerado TOC quando a pessoa apresenta sintomas que ultrapassam o limite da normalidade e atrapalham o dia a dia. Fora isso, é mania, que não é doença”, explica o médico. A presença de pensamentos e comportamentos repetitivos e que duram em média uma hora por dia é sinal de alerta. “A pessoa percebe que está com pensamentos exagerados, mas tenta se livrar deles e não consegue”, detalha Mello.

Ele diz que há casos de TOC em que o paciente dá banho no cachorro de estimação cerca de dez vezes por dia, por pânico de contaminação.

O presidente da Sociedade Brasileira de Psiquiatria, Antônio Geraldo da Silva, conta que o TOC é derivado de transtornos de ansiedade. “São pensamentos intrusivos que aparecem na mente e a pessoa não consegue se desvencilhar disso”, explica ele. “Ela pode achar que foi contaminada, então precisa fazer um ritual de descontaminação”, explica.

Um exemplo que ele dá é uma pessoa com TOC que lava as mãos. “Ela pensa que não só a mão está suja, mas o sabonete também. E lava o sabonete. Mas também pensa que a torneira está suja, portanto precisa lavar a torneira, depois o sabonete, e depois as mãos. Depois enxuga e começa tudo de novo”, conta.

Outro exemplo citado pelo médico são aquelas pessoas que precisam pisar com o pé direito assim que levantam da cama. Se pisam com o esquerdo, sofrem, deitam de novo, esperam um pouco e começam tudo de novo, para pisar com o pé certo.

Além dos pensamentos intrusivos, se a pessoa não obedecer a eles, isso gera uma ansiedade descontrolada e a ideia de que se não realizar todos os rituais, algo muito ruim irá acontecer, como a morte de alguém na família.

A pessoa torna-se escrava de si mesma, por isso é importante buscar ajuda. “Não dá para falar que o TOC tem cura, mas sim controle dos sintomas”, explica Silva.

De origem biológica e genética, há também grande influência ambiental para o surgimento dos sintomas. “Existem algumas pessoas que são educadas a serem obsessivas, a terem manias, isso depende muito da educação dada pelos pais”, explica o psiquiatra do Hospital das Clínicas.

“Mas, se elas não tiverem alterações biológicas, não desenvolverão TOC, no máximo alguns sintomas”, explica ele, citando que também há casos mais leves do transtorno.

Segundo o médico, a maioria desses sintomas acompanha o paciente a vida toda. “O que acontece é que a pessoa nem percebe, lava a mão automaticamente cinco ou seis vezes, mas é tão automático que isso passa a fazer parte da personalidade dela”, detalha.

Fonte: Ig (título editado pelo blog)

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Pesquisa mapeia uso indevido de ritalina em universitários

Estudo realizado na UFMG quer saber em que situações, quantos comprimidos e por quanto tempo jovens saudáveis usam remédio com o intuito de turbinar o cérebro

ritalina estudantesA venda de Ritalina e Concerta explodiu nos últimos anos. Tradicionalmente indicados para o tratamento de narcolepsia (distúrbio do sono) e de Transtorno de Déficit de Atenção e Hiperatividade (TDAH), esses medicamentos tarja preta têm sido utilizados por estudantes, com ou sem prescrição, para “turbinar o cérebro” e, com isso, melhorar o desempenho escolar e acadêmico.

“Tem gente demais usando”, diz a farmacêutica e pesquisadora do Centro de Estudos do Medicamento da Universidade Federal de Minas Gerais (UFMG), Daniela Junqueira. O Brasil é o segundo do mundo da Ritalina, atrás apenas dos EUA. De acordo com a Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa), só em 2011, foram comercializadas 1.212.850 caixas do medicamento nas farmácias do país. Dados do Instituto de Medicina Social da Universidade Estadual do Rio de Janeiro (UERJ) apontam que, em dez anos, o consumo de metilfenidato – substância ativa dos dois medicamentos – cresceu 775%. O montante da substância, seja importada ou produzida no País, passou de 122 kg em 2003 para 578 kg em 2012, crescimento de 373%.

Os números de uso são muito altos, mas pouco se sabe sobre o perfil de pessoas que tomam o medicamento, nem quantas usam a substância com o intuito de turbinar o cérebro. Daniela é orientadora da pesquisa de iniciação científica da aluna de graduação Raissa Fonseca Cândido, que desenvolve um estudo com o intuito de traçar um panorama, entre estudantes da UFMG, sobre o uso de medicamento para melhoria do desempenho acadêmico. A universidade tem quase 50 mil alunos.

Na pesquisa, estudantes estão sendo convidados a responder um questionário que mostrará se o estudante faz uso, em que situações, posologia e com que frequência. Raíssa ressalta que a meta é traçar um panorama de uso e não identificar quem está consumindo o medicamento, portanto a identidade do participante é mantida em sigilo.

“Existem estudos realizados nos Estados Unidos que mostram que 10% dos estudantes universitários usam metilfenidato. No Brasil, ainda não temos um estudo amplo sobre isto. Não sabemos para quê as pessoas estão fazendo uso e o medicamento está entre os cinco mais vendidos”, disse Raíssa.

A estudante de farmácia afirma que, quando começou a pesquisa, achou que fosse encontrar mais referência de estudos realizados pelo Brasil. Mas são poucos. Na biblioteca Scielo só existem 34 estudos sobre metilfenidato cadastrados. Uma pesquisa publicada neste ano e feita com estudantes do quinto e sexto ano de uma faculdade de Medicina no Rio Grande do Sul, mostrou que 34,2% dos participantes já haviam usado metilfenidato, sendo que 23,02% haviam usado a substância sem a indicação médica.

Raíssa acredita que o uso exagerado do medicamento esteja relacionado com a pressão social por ter sempre bons resultados e produzir cada vez mais. “Tem também a cultura do imediatismo, um interesse por resultados rápidos, de querer ir bem na prova estudando apenas uma hora”, completa Daniela.

Os resultados da pesquisa da UFMG devem sair no fim do próximo ano e dar um panorama mais amplo do consumo do medicamento no Brasil. “É muito importante que os estudantes respondam. Queremos entender os motivos que os levam a usar, e também porque médicos estariam prescrevendo o medicamento para pessoas saudáveis. Até porque nem todas as pessoas que usam têm déficit de atenção e não há nenhum estudo que comprove que o metilfenidato melhora o desempenho acadêmico”, disse Daniela.

Um estudo realizado na Universidade Federal de São Paulo (Unifesp) mostrou que a Ritalina não promove melhora cognitiva em pessoas saudáveis. O estudo foi feito com 36 jovens (entre 18 e 30 anos) divididos em quatro grupos: um parte tomou placebo e os outros três doses únicas de 10 mg, 20 mg ou 40 mg da medicação. Depois de tomarem os comprimidos, os participantes fizeram testes de atenção e memória. Os quatro grupos tiveram desempenho semelhantes.

“É um medicamento estimulante do sistema nervoso central, é um dos derivados da cocaína, a pessoa se sente mais condicionada, mas o desempenho, de fato, não melhora”, afirma Daniela.

A farmacêutica ressalta que o medicamento tem efeitos colaterais no sistema cardiovascular (taquicardia e hipertensão), além de causar dependência. “É um fármaco autorizado para situações específicas, não para este tipo de uso. Outro problema é que os estudos sobre efeitos colaterais medem períodos de no máximo dois anos de uso. Não se sabe o que pode acontecer no longo prazo”, disse.

Fonte: Ig

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Anvisa suspende venda de 12 lotes de vacina contra meningite C

De acordo com o Ministério da Saúde, a vacina deste laboratório não é comprada e oferecida pelo SUS à população

meningite 3A Anvisa determinou, nesta quinta-feira (16), a suspensão, em todo o País, da distribuição, comercialização e uso de doze lotes da vacina MeningiteC (vacina meningocócica C conjugada).

A vacina é indicada na imunização ativa de crianças com mais de três meses, adolescentes e adultos, para a prevenção de doença invasiva causada por Neisseria meningitidis do grupo C.

A Wyeth Indústria Farmacêutica Ltda, empresa fabricante dos produtos, comunicou o recolhimento voluntário dos lotes após a constatação de unidades com partículas visíveis laranja-marrom avermelhadas móveis e imóveis de óxido de ferro no interior das seringas.

De acordo com as investigações, o desvio é resultado de desgaste no equipamento de envase, que liberou óxido no ferro no interior das unidades. A empresa também realizou uma avaliação de risco à saúde que indicou que o potencial risco para os pacientes é considerado baixo.

Apesar de o recolhimento dos lotes, há outras vacinas de diferentes fabricantes registradas na Anvisa e disponíveis no mercado nacional.

De acordo com o Ministério da Saúde, a vacina feita por este laboratório não é comprada e oferecida pelo governo à população pelo Sistema Único de Saúde, o SUS.

Fonte: Ig

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Comer mais gordura pode ser bom para a saúde

Ao contrário do que diz o senso comum e os conselhos de muitos médicos dos últimos anos, comer mais gordura pode ser benéfico para a saúde.

leite queijoDiversos estudos recentes apontam para o fato de que certos tipos de gorduras – e não todos – podem sair da lista de “vilões”, seja para quem quer emagrecer ou evitar problemas cardíacos, afirma o médico Michael Mosley, que apresenta o programa da BBC Trust me, I’m a Doctor (Confie em mim, eu sou médico, em tradução livre).

“Essas pesquisas são o tipo de notícia que faz com quem você queira jogar na pia aquele leite desnatado que você usa no seu cappuccino”, diz Mosley.

Se a crença era a de que gorduras saturadas criavam coágulos nas artérias e engordavam, novas evidências mostram que consumi-las pode, na verdade, ajudar a perder peso e ser benéfico para o coração.

No início do ano, por exemplo, um estudo liderado pela British Heart Foundation causou polêmica. Cientistas de Oxford, Cambrige e Harvard, entre outros, examinaram a ligação entre o consumo de gordura saturada e doenças cardíacas.

Apesar de analisar o resultado de quase 80 estudos envolvendo mais de meio milhão de pessoas, eles não encontraram evidências convincentes de que comer gorduras saturadas implicava em um maior risco de problemas cardíacos.

Mais do que isso, quando analisaram os testes sanguíneos, eles descobriram que altos níveis de gorduras saturadas estão associados com menor risco de doenças coronárias. E isso é válido especialmente ao tipo de gordura saturada encontrada no leite e outros laticínios, conhecido como “ácido margárico”.

A pesquisa provocou desconfiança por parte de alguns especialistas, que temem que o resultado possa confundir as pessoas e que passe não uma mensagem de que é ok consumir mais de algumas outras formas de gordura, mas sim de que é ok comer muito mais gordura saturadas até em doces.

E isso é preocupante, segundo eles, porque é sabido que os altíssimos níveis de obesidade no mundo vem sendo inflamado por petiscos como muffins, bolos e salgadinhos, todos com altos índices de gordura, açúcar e caloria.

Professora Kay-Tee Khaw, de Departamente de Saúde Pública da Universidade Cambridge, foi enfática ao dizer que a pesquisa não é uma licença para se encher de junk food. Mas ela concordou que os resultados tornam o cenário nutricional mais complicado.

“É complicado no sentido de que algumas comidas que têm muita gorduras saturadas parecem reduzir doenças cardíacas.”

Segundo ela, há fortes evidências de que comer oleaginosas algumas vezes por semana reduz o risco de males do coração, apesar de conterem gorduras saturadas e insaturadas. A pesquisadora afirma ainda que as provas disso são menos fortes em relação a laticínios, e vê poucos problemas no consumo de manteiga e leite.

Mas, deixando de lado as questões cardíacas, de qualquer jeito, gorduras são ruins porque engordam, certo? Não necessariamente.

Um estudo recente produzido pelo Scandinavian Journal of Primary Health Care, intitulado “Alto consumo de gordura de laticínios ligado a menos obesidade” questiona essa relação.

No estudo, pesquisadores analisaram 1.589 suecos por 12 anos. Os que seguiram uma dieta baixa em gorduras – cortando manteiga, leite desnatado e cremes – tinham mais tendência a terem excesso de peso na região abdominal do que os que consumiam manteiga, leite A e creme de leite.

Uma das razões para isso pode ser o fato de que consumir gordura faz a pessoa se saciar rapidamente, então, quando ela é cortada da dieta, o que se faz é substituir (conscientemente ou não) calorias com outros alimentos. E frequentemtente essa substituição vem em forma de carboidratos como pão branco e massas.

Calorias

O que se está concluindo até o momento é que não está liberado comer frituras ou colocar creme em tudo, porque mesmo o coração não sendo prejudicado pelo consume de gorduras, já está provado que ele é sim afetado por uma alta ingestão de calorias.

“Acredito que a maioria das gorduras saturadas, especialmente a de alimentos processados, não são saudáveis”, disse Michael Mosley. “Mas eu voltei a consumir manteiga, iogurte grego e leite semidesnatado, além de estar comendo muito mais castanhas, nozes, peixes e vegetais”.

Fonte: BBC Brasil

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