Apneia do sono pode dificultar a prática de atividades aeróbicas

Estudo constatou que quem sofre de apneia tem um menor consumo de oxigênio durante exercícios físicos como a corrida e o ciclismo

apneia 2Sofrer de apneia do sono pode diminuir a capacidade de realizar exercícios aeróbicos. Isso ocorre porque há um menor consumo de oxigênio durante a prática de atividades físicas extenuantes, como a corrida e o ciclismo. Essa foi a constatação de um estudo publicado na edição de novembro do periódico Journal of Clinical Sleep Medicine.

A apneia do sono ocorre quando uma via respiratória é bloqueada subitamente e interrompe a respiração durante o sono — o que pode acontecer diversas vezes em uma noite.

“Nós acreditamos que a própria apneia do sono provoca alterações estruturais nos músculos que contribuem para que os pacientes tenham dificuldade em realizar exercícios físicos aeróbicos”, explica Jeremy Beitler, coautor do estudo e professor na Faculdade de Medicina de Harvard, nos Estados Unidos.

Testes — Participaram da pesquisa 140 pessoas, das quais 50 tinham apneia moderada a severa. Os estudiosos mediram a taxa de metabolismo basal e o VO2 máximo de cada participante. O primeiro índice determina a quantidade de energia que o corpo necessita para desempenhar suas funções básicas. O segundo mostra o limite de oxigênio que o organismo consome durante um exercício físico extenuante.

Os pesquisadores constataram que as pessoas que tinham apneia apresentavam um VO2 máximo 16% menor do que os que não sofriam do distúrbio. De acordo com os cientistas, os resultados podem estimular o tratamento para a apneia do sono, um distúrbio negligenciado.

Conheça a pesquisa
Título original: Obstructive Sleep Apnea Is Associated with Impaired Exercise Capacity: A Cross-Sectional Study​
Onde foi divulgada: periódico Journal of Clinical Sleep Medicine.
Quem fez: Jeremy R. Beitler, Karim M. Awad, Jessie P. Bakker, Bradley A. Edwards, Pam DeYoung, entre outros.
Instituição: Faculdade de Medicina de Harvard, nos Estados Unidos, entre outras.
Resultado: A apneia do sono diminui em 16% a capacidade do organismo de consumir oxigênio durante atividades físicas aeróbicas.

Fonte: Veja

“Que pregues a palavra, instes a tempo e fora de tempo, redarguas, repreendas, exortes, com toda a longanimidade e doutrina. Porque virá tempo em que não suportarão a sã doutrina; mas, tendo comichão nos ouvidos, amontoarão para si doutores conforme as suas próprias concupiscências; E desviarão os ouvidos da verdade, voltando às fábulas.” 2 Timóteo 4:2-4
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Anvisa suspende 27 produtos para saúde sem registro e outros produtos

inodonA Anvisa suspendeu, nesta terça-feira (25/11), a fabricação, distribuição, divulgação e comercialização e uso de 17 produtos para saúde sem registro na Anvisa, fabricados por Inodon Laboratório Industrial de Produtos Odontológicos Ltda. Em 29/08/2014, a empresa foi inspecionada e ficou comprovada a fabricação de produtos para saúde sem registro nesta Agência. Os produtos suspensos são os seguintes: Aftagil, Bicarnato de Sódio,Cimento Cirúrgico, Dentobuff Kit, Desensibident, Eugenol, Fluorchel,Fluorday, Gel Flúor Inodon, Gengi-Rapid, Hemostatic, Iodoform, Líquido de Dakin, Pedra Pomes Ultra-fina, Soda Clorada, Solução de Milton Tricresolformalina e Xilol. Outros dez produtos — Cariostatic, Clarident,Clorexiplac, Edta, Eucaliptol, Fluorphat, Formocresol, Pasta Maisto,Tergensol e Verniz Copalex — fabricados em nome da empresa Inodon Industrial Editora Exp. Imp. Produtos Odontológicos Ltda também foram igualmente suspensos.

Outra medida publicada pela Anvisa foi a suspensão de todos os produtos sujeitos à vigilância sanitária fabricados pela empresa N Francisco Emídio. A empresa não possui Autorização de Funcionamento (AFE) e os produtos não possuem registro, notificação ou cadastro.

Também foi determinada a suspensão do lote 325728 do produto Desinfetante para uso geral – Azulim perfumad – Eucalipto, marca Start. O lote foi fabricado pela empresa Lima & Pergher Indústria Comércio e Representações Ltda em 16/09/2013 e possui validade até 16/09/2016. De acordo com Laudo de Análise Fiscal da Fundação Ezequiel Dias (Funed), o lote de desinfetante apresentou resultado insatisfatório no ensaio identificação de formaldeído.

Todas as suspensões acima foram publicadas no Diário Oficial da União (DOU). Clique aqui e confira.

Fonte: Anvisa e CRF-PR

“E Jesus disse-lhe: Amarás o Senhor teu Deus de todo o teu coração, e de toda a tua alma, e de todo o teu pensamento. Este é o primeiro e grande mandamento. E o segundo, semelhante a este, é: Amarás o teu próximo como a ti mesmo.” Mateus 22:37-39
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‘Alô Senado’ recebe manifestações a respeito da MP 653/14

Os cidadãos brasileiros contam com uma importante ferramenta para manifestar sua opinião sobre a MP 653/14, que altera a recém aprovada Lei 13021/14

alô senado 2O número 0800-612211, do Senado Federal, está a disposição pra receber reclamações, sugestões ou questionamentos. Pra isso, basta responder algumas perguntas (nome, profissão, endereço, telefone, e-mail) com o objetivo de preenchimento de cadastro, que não leva mais que dois ou três minutos.alô senado 2

O cidadão pode enviar sua mensagem pra um senador específico ou todos.

Não perca tempo, a ligação é gratuita e sua manifestação contribuirá na decisão dos parlamentares!

‘De tudo o que se tem ouvido, o fim é: Teme a Deus, e guarda os seus mandamentos; porque isto é o dever de todo o homem.’ Eclesiastes 12:13
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Pesquisa da UFJF avalia eficácia de medicamentos manipulados

Estudo comparou manipulados com remédios feitos em laboratório. Até agora, avaliação verificou eficiência somente de anti-hipertensivos.

manipulado 1Uma pesquisa do Departamento de Química da Universidade Federal de Juiz de Fora (UFJF) avaliou a composição dos medicamentos manipulados em relação aos fabricados em laboratório. O estudo, que durou três anos, foi feito com anti-hipertensivos para o controle da pressão alta.

De acordo com a responsável pelo projeto, Renata Diniz, também professora do Departamento de Química da UFJF, a equipe conseguiu algumas amostras de farmácias de manipulação e verificou que elas estão de acordo com o esperado pela Sociedade Brasileira de Cardiologia (SBC). Os resultados da pesquisa ganharam, inclusive, um artigo, publicado no Journal of Pharmaceutical and Biomedical Analysis, um dos mais importantes do gênero no mundo. “A ideia inicial da pesquisa foi tentar uma metodologia para validar, do ponto de vista químico, remédios produzidos em farmácias de manipulação. Porque até então muitos médicos, principalmente cardiologistas, não recomendam o uso”, explicou Renata.

A pequisa da UFJF foi realizada pelo Grupo de Cristalografia de Pequenas Moléculas (GCPmol/UFJF) e, conforme se verificou, pode servir como referência para o controle de qualidade dos medicamentos manipulados, além de subsidiar a definição do formato ideal de fabricação, ou seja, se o medicamento deve ser produzido na forma de comprimido, cápsula ou em suspensão.

De imediato, a maior relevância se dá em função de a Sociedade Brasileira de Cardiologia não recomendar o uso de remédios de controle de pressão arterial fabricados por farmácias de manipulação, alegando falta de controle de qualidade. O trabalho acabou revelando que algumas fórmulas produzidas por essas farmácias podem não ter o efeito devido.

Para chegar aos resultados, o grupo lançou mão de técnicas que utilizam o Raio X, como a Difração de Raio X, para tentar entender se os fármacos manipulados têm ou não a mesma qualidade, em termos estruturais, de um medicamento produzido pela indústria farmacêutica. Este ano a equipe alcançou resultados interessantes, o que possibilitou a publicação de um artigo no Journal of Pharmaceutical and Biomedical Analysis. Contudo, Rentata ressalta que não é possível afirmar que todas as farmácias de manipulação seguem os padrões corretos, mas que, entre as testadas foi possível perceber que as fases observadas são biologicamente ativas e estavam na proporção que deveriam.

Renata Diniz ressaltou, entretanto, que não foram feitos testes biológicos. “Podemos dizer que do ponto de vista químico os medicamentos são equivalentes sim, mas também precisamos de testes biológicos para confirmar”, destacou.

No Brasil, a Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa) ainda não regulamentou e exigiu o uso da técnica de Difração de Raios X para avaliação dos fármacos. A maior parte dos investimentos é destinada aos remédios genéricos. Por isso, a pesquisadora afirma que no contexto atual a pesquisa da UFJF tem muita utilidade para o controle de qualidade.

Os trabalhos foram realizados apenas com anti-hipertensivos, porém, novos experimentos já estão em prática, com outros tipos de medicamentos.

Fonte: G1

“Já estou crucificado com Cristo; e vivo, não mais eu, mas Cristo vive em mim; e a vida que agora vivo na carne, vivo-a pela fé do Filho de Deus, o qual me amou, e se entregou a si mesmo por mim.” Gálatas 2:20
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Remédio similar pode gerar economia de até 50% ao consumidor

similares 2A partir de janeiro de 2015 os consumidores poderão comprar medicamentos até 50% mais baratos, após a Resolução da Diretoria Colegiada (RDC) Nº 58/2014, da Anvisa, que estabelece os procedimentos para a possibilidade de troca de medicamentos similares com o medicamentos de referência.

Pela resolução, de outubro último, os remédios similares que já tenham comprovado equivalência farmacêutica com o medicamento de referência da categoria poderão declarar na bula que são substitutos ao de marca. Ou seja, deve conter na bula dos similares a frase: “Este medicamento é equivalente ao de referência”.

Por se tratar de assunto tão relevante como a promoção de saúde, o advogado Cândido Sá, especialista em direito do consumidor orienta que o cidadão tenha mais atenção na hora da compra.

“O ideal pe buscar informações junto à própria empresa farmacológica, por meio dos canais de relacionamento com o cliente, ou auxílio do farmacêutico para esclarecer dúvidas”, diz Sá.

Segundo ele, se as dúvidas ou problemas não forem resolvidos, cabe uma comunicação formal à Anvisa. “Se ainda assim não for resolvido, o cidadão deve buscar o auxílio de um advogado de sua confiança, que reunirá as provas e definirá que tipo de ação será realizada”, esclarece.

Falsificação

A venda de medicamento adulterado, falsificado ou não autorizado é considerada crime hediondo, e cabe pagamento de multa e reclusão. Já as informações sobre composição devem ter grande destaque, assim como dados técnicos e informações sobre posologia e contraindicações devem estar explícitas de forma clara na bula.

“A falta de informação é crime. É direito básico do consumidor a informação clara e precisa, além da preservação da sua vida, saúde e segurança, devendo ser preservada e todas as relações de consumo”, acrescenta o superintendente do Procon Bahia, Ricardo Maurício Freire Soares.

Fonte: A Tarde

“O Senhor é o meu rochedo, o meu lugar forte, e o meu libertador, o meu Deus, a minha fortaleza, em quem me refugio” Salmos 18:2
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Farmácias vendem até carvão e pneus

convenienciaEnquanto uma luta é travada pelos farmacêuticos e os donos de drogarias em todo o país, por conta da Medida Provisória 653/2014 – que flexibiliza a obrigatoriedade da presença do farmacêutico nestes estabelecimentos –, outra questão está causando a divergência entre as duas categorias em relação à permissão para a venda de produtos de conveniência dentro das farmácias.

conveniencia 2Pela maioria das cidades brasileiras, é comum encontrar farmácias que comercializem produtos não-farmacêuticos, oferecendo em seu estoque itens como refrigerantes, energéticos, sorvetes, além daqueles que estão ainda mais distantes da proposta de um estabelecimento de saúde – como é o caso de pneus e baterias de carro, arames farpados, carvão para churrasco, e ração para animais, e até mesmo sela para cavalos, dentre outros.

“Nós temos desenvolvido algumas parcerias com as Vigilâncias Sanitárias municipais e com o Ministério Público no sentido de coibir a venda desses produtos alheios à saúde. Nós temos encontrado situações hilárias, como farmácias comercializando pneus e baterias de carro, arame farpado, sela para cavalos”, relatou o presidente do Conselho Regional de Farmácia da Bahia (CFR-BA), Mário Martinelli.

Uma das maiores dificuldades das Vigilâncias, segundo Martinelli, tem sido justificar a manutenção inadequada de um produto não-farmacêutico dentro desses estabelecimentos. Como a norma da Anvisa que proibia o comércio das conveniências foi derrubada antes mesmo de passar a valer como lei, coube agora aos conselhos regionais a determinação para questionar o que está sendo oferecido no estoque.

O Conselho deverá fazer um levantamento das drogarias que comercializam os produtos e serviços de conveniência, porém, como a entidade ainda está pautando a MP 653, não há data para o início da pesquisa. Contudo, após a aprovação da Lei Federal 13.021/2014 que transforma as farmácias em estabelecimentos de saúde, existe um empenho maior para encarar estes locais efetivamente dessa forma.

“Visto que a nova legislação encara a farmácia como uma unidade de assistência à saúde, e não apenas como um local de comércio, nada mais justo do que encará-la dessa forma, através da venda específica de medicamentos. Tem sido muito comum, principalmente no interior do estado, a venda desses produtos”, colocou o presidente do Sindicato dos Farmacêuticos da Bahia (Sindifarma), Magno Teixeira.

Enquanto isso, o Sindicato do Comércio Varejista de Produtos Farmacêuticos do Estado da Bahia (Sincofarba) – que tem o mesmo posicionamento da Associação Brasileira de Comércio Farmacêutico – entende que não existe qualquer irregularidade na comercialização de produtos de conveniência dentro do estabelecimento, desde que não interfira no ambiente físico.

“Quando colocamos produtos e serviços que se diferem do comércio comum das farmácias – como é o caso dos medicamentos – à disposição do consumidor, estamos dando-lhe mais opções de preço e de compra, e prestando um serviço social, pois ele pode usar daquele estabelecimento para adquirir produtos que não remédios”, argumentou o vice-presidente da Sincofarba, Luis Trindade, acrescentando que 80% dos consumidores preferem comprar produtos cosméticos (como sabonetes e desodorantes) na farmácia, segundo pesquisa feita com clientes do seu estabelecimento.

As redes farmacêuticas já enfrentam uma briga histórica com alguns órgãos federais, que tentam regular os produtos comercializados neste tipo de estabelecimento. Em 2009, a Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa) publicou a Resolução nº 44,  que impedia a venda dos produtos e serviços de conveniência, além de obrigar os estabelecimentos a levar todos os medicamentos para trás do balcão.

A medida foi questionada pela Associação Brasileira de Rede de Farmácias e Drogarias (Abrafarma), que se uniu à Associação Brasileira de Comércio Farmacêutico (ABCFarma) e às grandes redes farmacêuticas, em uma ação judicial que derrubou a resolução através de liminar concedida pelo Supremo Tribunal Federal (STF). Por ser a última instância do poder Judiciário, não coube mais recurso por parte da Anvisa.

Em 2013, foi a vez da Procuradoria Geral da República (PGR) ir ao Supremo questionando a legislação de alguns estados brasileiros que permitiam a venda dos produtos de conveniência. Porém, em setembro deste ano, o STF autorizou a comercialização, rejeitando as ações da PGR. A Bahia não estava entre as legislações questionadas.

Ainda assim, no Congresso Nacional tramita um projeto de lei que proíbe a venda de cosméticos e itens de conveniência em farmácias e drogarias. A proposta chegou a ser aprovada pela Câmara, e agora caberá ao Senado fazer uma análise do projeto.

Fonte: Tribuna da Bahia

“Porque nos tornamos participantes de Cristo, se retivermos firmemente o princípio da nossa confiança até ao fim.” Hebreus 3:14
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2 vagas para Farmacêutico(a) na cidade de Curitiba – PR

Curitiba 23Para trabalhar em farmácia de dispensação.
Com ou sem experiência.
Carga horária de 40 horas semanais.
a) das 12:40 às 19 horas.
b) das 14:40 às 23 horas.
Remuneração: piso salarial + vale transporte + vale refeição + premiações.
Maiores informações com Rossi pelos telefones (41) 9914-0139
Enviar currículo para o e-mail rossijc@opifarma.com.br
Esclarecimento sobre as vagas de emprego divulgadas no blog

Jesus disse: “Não temam os que matam o corpo, e não podem matar a alma. Temei antes aquele que pode fazer perecer no inferno tanto a alma como o corpo”. Mateus 10:28
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