Jantar de Confraternização dos Farmacêuticos de Londrina e região

Jantar LondrinaFarmacêuticos e seus familiares de Londrina e cidades vizinhas tem um encontro marcado no dia 01 de outubro, às 19h30, no Buffet Espaço Araunâ – Manga Rosa para saborear um delicioso jantar de confraternização, ao som de boa música e agradáveis amigos de profissão.

O investimento será de somente R$ 40,00 por pessoa.

Pontos de vendas dos convites:
– Seccional do CRF-PR de Londrina – Tel. (43) 9984-8206
– Drogamais Comtour – Tel. (43) 3338-7666
– Drogamais Prochet – Tel. (43) 3027-3333
– Farmacêuticos: Madalena Sbizera, Fabrício Bessani, Antonio Oliveira, Leila Castro Marques Murari, Hilda Sakashita, Rosangela Mantine de MoraesMárcio Antoniassi entre outros

Sua presença é importante, compareça!!!

Promoção: Associação Paranaense de Farmacêuticos – ASPAFAR, Sociedade Norte Paranaense de Farmacêuticos – SONPAFAR e Associação dos Farmacêuticos de Apucarana – AFA
Apoio: Conselho Regional de Farmácia do Paraná – CRF-PR e Conselho Federal de Farmácia – CFF

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Pacientes deverão ser atendidos em no máximo 2 horas nos prontos-socorros e UPAs

Prazo anterior variava entre quatro e seis horas

UPAOs pacientes com problemas menos graves que chegarem ao pronto socorro ou às unidades de pronto atendimento (UPAs) deverão ser classificados imediatamente e, após esse procedimento, deverão ser atendidos no máximo em duas horas. Os protocolos atuais dizem que o atendimento deve ocorrer no máximo entre quatro e seis horas depois da classificação. A nova norma, que reduz esse tempo, faz parte de duas resoluções do Conselho Federal de Medicina (CFM) publicadas nesta terça-feira no Diário Oficial da União.

— Os pacientes ficam muitas vezes esperando até por mais tempo para que seja classificado seu risco. Somando-se ao período entre a classificação e o atendimento, isso pode ser absolutamente definitivo entre a vida e a morte — afirmou o presidente em exercício do CFM, Carlos Vital.

Segundo o coordenador da Câmara Técnica de Urgência e Emergência do CFM, Mauro Ribeiro, não havia até hoje nenhum instrumento de fiscalização dos serviços de urgência e emergência. As novas resoluções também proíbem que os pacientes sejam internados nos serviços de urgência e emergências e nas UPAs, onde podem ficar por no máximo 24 horas. Essa regra já estava em portaria do Ministério da Saúde e agora é reforçada pelo CFM. Uma das resoluções ainda obriga os hospitais a terem leitos de retaguarda para pacientes vindos da emergência e estabelece que todo o paciente seja atendido por um médico.

As resoluções determinam que o médico plantonista acione seus superiores no hospital caso haja condições inadequadas de atendimento ou inexistência de eleitos vagos para internação de pacientes. Caberá ao superior acionar o gestor de saúde (como as secretarias municipais e estaduais de Saúde) e comunicar o Conselho Regional de Saúde (CRM). Caso o problema não seja resolvido pelo gestor, o CFM recomenda que seja acionado o Ministério Público. Já o médico que cometer falhas no atendimento enfrentará processo disciplinar no CRM.

A resolução que trata das unidades de pronto atendimento diz ainda que “pacientes instáveis, portadores de doenças de complexidade maior que a capacidade resolutiva da UPA, em iminente risco de vida ou sofrimento intenso, devem ser imediatamente transferidos a serviço hospitalar após serem estabilizados, se necessário utilizando a ‘vaga zero'”. Por vaga zero, o CFM se refere aos casos em que inexistam leitos vagos para a internação de pacientes.

Apesar da edição das novas normas, o próprio CFM reconhece que isso não trará soluções de imediato para a saúde brasileira.

— Nós não temos a ilusão de que não vai resolver amanhã os problemas — afirmou o coordenador da Câmara Técnica de Urgência e Emergência, Mauro Ribeiro.

Fonte: O Globo

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Cientistas criam exame de sangue para diagnosticar depressão

De acordo com estudo, quem possui a doença tem níveis alterados de nove marcadores genéticos, os quais podem ser identificados por meio do teste

exame 3Pela primeira vez, cientistas desenvolveram um exame de sangue capaz de diagnosticar depressão. O teste detecta a doença ao medir os níveis de marcadores genéticos associados à presença da condição. Além disso, segundo os especialistas, o método pode, no futuro, ajudar os médicos a descobrir quais pessoas têm maior predisposição à depressão e se determinado tratamento será eficaz para o seu paciente.

O estudo, feito na Universidade Northwestern, Estados Unidos, e publicado nesta terça-feira no periódico Translational Psychiatry, foi feito com 64 pessoas de 21 a 79 anos, metade delas com depressão.

Primeiro, os pesquisadores realizaram um exame de sangue nos participantes e identificaram nove marcadores de RNA cujos níveis eram significativamente diferentes entre os indivíduos com e sem depressão. As moléculas de RNA são responsáveis por interpretar o código genético do DNA e fazem o organismo funcionar de acordo com as informações decodificadas.

Depois, os voluntários com depressão foram submetidos a um tratamento contra a doença. Ao longo das 18 semanas seguintes, a equipe mediu os níveis desses nove marcadores entre essas pessoas. Os autores descobriram, então, que os níveis mudaram ao longo do período, e que essa alteração estava relacionada com a eficácia, ou não, do tratamento contra a doença.

“Nós sabemos que o tratamento medicamentoso e a psicoterapia são eficazes, mas não para todo mundo. Ter um exame como esse nos ajuda a indicar a melhor terapia para cada paciente”, explica David Mohr, coautor do estudo e professor da Faculdade de Medicina da Universidade Northwestern, nos Estados Unidos.

Diagnóstico — Hoje, o método de diagnóstico da depressão é subjetivo, pois se baseia em sintomas não específicos, como fadiga e mudança de apetite, que podem ser aplicados a diversos problemas físicos e mentais. Esse diagnóstico também depende da habilidade do paciente em reportar seus sintomas e a do médico em entendê-las.

“Saber quais são os pacientes mais suscetíveis à doença permite que nós o monitoremos com mais atenção. Além disso, podemos considerar uma dose de manutenção de antidepressivos e de psicoterapia contínua para diminuir a severidade de um episódio futuro ou prolongar os intervalos entre um e outro”, diz Mohr.

Conheça a pesquisa
Título original: Blood transcriptomic biomarkers in adult primary care patients with major depressive disorder undergoing cognitive behavioral therapy​
Onde foi divulgada: periódico Translational Psychiatry
​Quem fez: Brian M. Andrus, Mary J. Kwasny, Junhee Seok, Xuan Cai e Joyce Ho.
Instituição: Universidade Northwestern, Estados Unidos
Resultado: Os níveis de nove marcadores de RNA são diferentes entre pessoas que têm depressão e as que são saudáveis — constatando quem tem, ou não, a doença.

Fonte: Veja

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Guia ensina a tratar incontinência urinária sem remédio e cirurgia

Diretriz americana recomenda terapias como exercícios de Kegel e prática de atividade física para combater o distúrbio

incontinênciaPraticar exercícios para fortalecer os músculos pélvicos, perder peso, exercitar-se e treinar a bexiga (urinar em horários específicos, por exemplo) são métodos não cirúrgicos eficazes contra a incontinência urinária feminina. Essas são algumas recomendações da primeira diretriz para o distúrbio feito pelo American College of Physicians, publicada nesta segunda-feira no periódicoAnnals of Internal Medicine.

As resoluções foram baseadas na literatura publicada de 1990 a 2013 sobre tratamentos não cirúrgicos para a incontinência. Não foram avaliadas terapias cirúrgicas e algumas não cirúrgicas, como aplicação de toxina botulínica e estimulação elétrica transvaginal.

A incontinência urinária é causada por fatores como gravidez, lesão no assoalho pélvico após um parto natural, menopausa, histerectomia (cirurgia de retirada do útero), obesidade, infecções no trato urinário, deficiência funcional ou cognitiva, tosse crônica e constipação.

Kegel — Ela pode ser definida como a perda involuntária de urina ao rir, tossir e espirrar — a chamada incontinência por stress. A nova diretriz recomenda para esse tipo de condição os exercícios de Kegel — que, por meio de contração e relaxamento, fortalecem os músculos do assoalho pélvico e ajudam a controlar o fluxo de micção.

Para as mulheres que possuem a incontinência urinária de emergência, na qual urinam sem motivo aparente após uma forte vontade de ir ao banheiro, os médicos indicam o treinamento da bexiga. Esse método consiste em fortalecer os músculos da bexiga e programar os horários de ida ao banheiro.

A combinação entre treinamento da bexiga e exercícios de Kegel é recomendada para mulheres que sofrem incontinência urinária mista, uma mistura das duas formas do distúrbio. Para obesas, a recomendação é perda de peso e prática de atividade física. Em todos os casos, o uso sistêmico de medicamentos não é aconselhável, em função dos efeitos colaterais.

De acordo com o American College of Physicians, metade das pacientes não relata o problema ao médico. David Fleming, presidente da entidade, os médicos precisam fazer perguntas específicas, que abordem sintomas, início e frequência do distúrbio. “Os clínicos devem optar pelos tratamentos não cirúrgicos o máximo possível. Essas terapias possuem poucos efeitos colaterais e custam menos do que os medicamentos”, diz Fleming.

Conheça a pesquisa
Título original: Nonsurgical Management of Urinary Incontinence in Women: A Clinical Practice Guideline From the American College of Physicians
Onde foi divulgada: periódico Annals of Internal Medicine
​Quem fez: Amir Qaseem, Paul Dallas, Mary Ann Forciea, Melissa Starkey, Thomas D. Denberg e Paul Shekelle.
Instituição: American College of Physicians
Resultado: Praticar exercícios de Kegel, fazer treinamento da bexiga, perder peso e exercitar-se são terapias não cirúrgicas eficazes para tratar a incontinência urinária feminina.

Fonte: Veja

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Concurso público para Farmacêutico na cidade de Gaspar – SC

Gaspar PRRemuneração: R$ 2.282,81.
Valor da inscrição: R$ 80,00.
Carga horária de 40 horas semanais.
Inscrições até o dia 14 de outubro pelo site www.ibam-concursos.org.br
Leia o edital e seus anexos

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Consumidor envelhece e não busca apenas remédio no balcão

idosa 1O mercado de farmácias vem passando por intenso processo de transformação. Após expressivo crescimento nos últimos anos, o segmento mantém perspectivas bastante favoráveis. O consumidor está envelhecendo, busca planos de saúde, quer lojas perto de casa ou do trabalho e não quer comprar apenas remédios, mas outros itens como produtos de beleza.

De acordo com projeções da empresa de pesquisas e consultoria IMS Health, o mercado brasileiro de medicamentos deverá atingir faturamento de R$ 87 bilhões (a preço de fábrica) em 2017, com incremento médio ponderado de 13,3% ao ano entre 2013 e 2017. E um dos principais vetores dessa expansão é o envelhecimento da população aliado ao aumento na expectativa de vida.

O número de pessoas com mais de 60 anos – principal grupo etário consumidor de medicamentos – passou de 14,2 milhões em 2000 para 22,1 milhões em 2013, segundo o Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE).

Para as próximas décadas, o IBGE projeta evolução significativa para a população acima de 60 anos: 29,3 milhões em 2020; 41,5 milhões em 2030; 54,2 milhões em 2040; 66,5 milhões em 2050; e 73,6 milhões em 2060.

Ao analisar a participação dessa faixa etária em relação à população total, o crescimento salta aos olhos: de 8,2% em 2000 saltou para 11% em 2013 e deverá representar 23,8% em 2040 e chegar a 33,7% em 2060.

“São mais pessoas consumindo remédios por mais tempo e precisando deles para continuar vivendo bem”, diz Marcílio Pousadas, presidente da Raia Drogasil, maior rede de farmácias do País em faturamento. O executivo cita, no estudo Valor Análise Setorial “Farmácias & Drogarias”, outros impulsionadores do negócio: maior acesso a planos de saúde e melhoria de renda da população. Em 2013, a empresa teve receita de R$ 6,4 bilhões, com expansão de 15,6% na comparação com o ano anterior.

As redes filiadas à Associação Brasileira de Redes de Farmácias e Drogarias (Abrafarma) tiveram no primeiro semestre deste ano faturamento em torno de R$ 15 bilhões – quase 14% maior do que no mesmo período de 2013. As vendas de não-medicamentos somaram R$ 5,02 bilhões, representando 32,69% das vendas totais.

O “negócio farmácia” também ganha importância na estratégia das redes supermercadistas. Estas estão proibidas por lei de vender remédios nas suas gôndolas e prateleiras, mas podem ter farmácias operando de maneira autônoma, como uma prestação de serviço extra. “Cada vez mais o supermercado vem se convertendo num autêntico centro de compras e conveniência, com uma vasta gama de serviços ao seu consumidor. E as farmácias se inserem nesse contexto. Além disso, elas tendem a ter boa viabilidade financeira, necessitando de pouco espaço para sua implementação”, diz Sussumu Honda, presidente do conselho consultivo da Abras (Associação Brasileira dos Supermercados).

O segmento de farmácias de supermercados deve superar R$ 2 bilhões em 2014. “Trata-se de oferecer mais um serviço a esse contingente que envelhece e tem mais acesso aos tratamentos e medicamentos necessários para a manutenção de sua saúde”, diz Honda.

Eduardo Rocha, diretor da IMS Health, observa que a farmácia deixou de ser o local “onde as pessoas vão procurar só remédios”. Para Rocha, o varejo farmacêutico está muito mais parecido com o tradicional. “Briga pelo consumidor da mesma maneira que os demais segmentos varejistas.”

“Tudo o que for referente à saúde e beleza nós vamos trabalhar com força”, diz Pousadas, da Raia Drogasil. “Crescemos mais que os supermercados no segmento de beleza.” Um dos trunfos é a combinação de conveniência e especialização. Nas lojas, para orientar o consumidor, há cerca de 280 consultoras de beleza – o número crescente de produtos e marcas deixou a venda no balcão mais difícil. “Vai vencer quem conseguir resolver essa complexidade”, diz Pousadas.

A rede Pague Menos, com forte presença no Nordeste, não se vê “apenas como farmácia, mas como um lugar bastante conveniente para adquirir produtos correlatos a medicamentos”, diz seu presidente, Francisco Deusmar Queirós. As linhas de higiene e beleza são grande motor de crescimento. No primeiro trimestre de 2014, responderam por 16,8% das vendas. E a categoria que engloba todos os produtos que não são de higiene e beleza ou medicamentos (de pilhas a papinhas) já representa 8,8% das vendas; cresceu 22,7% no primeiro trimestre de 2014 sobre o mesmo período de 2013.

O desempenho da rede Permanente, com cerca de 70 lojas distribuídas por Pernambuco, Alagoas e Paraíba, vem sendo impulsionado principalmente pela “migração de clientes para a classe C”, diz Alexandre Alamarck, gerente-comercial da empresa. As vendas de itens de higiene e beleza, com destaque para perfumaria, equivalem a 40% do faturamento total.

Autor: Onildo Cantalice
Fonte: Valor Econômico

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Japonesa recebe primeiro implante de células humanas reprogramadas

Cirurgia aconteceu nesta sexta-feira, em hospital da cidade de Kobe. Células iPS são consideradas como a nova geração de células-tronco.

célulaUma equipe de pesquisadores japoneses realizou nesta sexta-feira (12) a primeira intervenção cirúrgica mundial com células pluripotentes induzidas (iPS) humanas – consideradas a nova geração de células-tronco – para tratar uma doença ocular que pode causar cegueira.

A cirurgia, que durou duas horas, faz parte dos primeiros testes clínicos globais em seres humanos com esta técnica de medicina regenerativa.

A paciente é uma mulher de 70 anos, explicou a equipe médica da Fundação para a Investigação Biomédica e Inovação (Ibri) de Kobe, associada a Masayo Takahashi, diretora do Instituto Público Riken. O objetivo deste primeiro procedimento é verificar sua segurança e tentar melhorar o estado de saúde da paciente. O Ministério da Saúde japonês aprovou há um ano o projeto-piloto proposto por Ibri e Riken.

Segundo os cientistas, o procedimento desta sexta-feira consiste em tratar uma variante da degeneração macular associada à idade (DMLA), que é a principal causa da cegueira em pessoas com mais de 55 anos nos países industrializados. Para conseguir isso, os cientistas criaram células da retina da paciente a partir de células iPS e as implementaram.

Em 2012, o pesquisador japonês Shinya Yamanaka e o britânico John Gurdon receberam o Prêmio Nobel de Medicina pela criação de um método que permite reprogramar células adultas em células-tronco.

Entenda o que são as células iPS
Na natureza, após a fecundação, o óvulo se divide e rapidamente aparecem as células que dão origem a todos os tecidos do corpo. São as células-tronco embrionárias pluripotentes que têm a capacidade para gerar todos os tipos de células.

Porém, com o desenvolvimento do embrião, as células se especializam e perdem a capacidade de se transformar em células com diferentes funções (células nervosas, cardíacas e etc).

Os cientistas descobriram que era possível reprogramar uma célula adulta para fazê-la recuperar as características de uma célula-tronco embrionária. Assim, com a tecnologia iPS é possível obter praticamente qualquer tipo de célula do corpo.

Essas células apresentam vantagens semelhantes às das células-tronco embrionárias, mas não envolvem o problema ético relacionado com a necessidade de manipular embriões.

As iPS podem ser uma fonte de células para fazer tudo, por exemplo, testar novas drogas ou estudar doenças.Para a terapia celular experimental, elas não levam o risco inicial de rejeição por parte do corpo, porque vêm do próprio paciente. Mas ainda há um longo caminho a percorrer antes de assegurar a sua total segurança.

Fonte: G1

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