Vaga para Farmacêutico(a) na cidade de Rolândia – PR

Rolandia - PR 1Para trabalhar em farmácia de dispensação.
Com ou sem experiência.
Carga horária de 14 horas semanais, incluindo sábado e domingo.
Horário: das 11 às 13 horas.
Remuneração: piso salarial proporcional.
Maiores informações pelos telefones (43) 3256-0104 ou 3255-0047
Enviar currículo para o e-mail farmabely@hotmail.com
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Artigo: Água Boricada não deve ser utilizada nos olhos

A água boricada é uma preparação não estéril contendo água e ácido bórico, comercializada em drogarias, normalmente, nas concentrações de 2% e 3%. O produto é utilizado popularmente com várias indicações terapêuticas, dentre elas ferimentos e furúnculos. Em nosso meio, é muito difundido o seu uso em diferentes transtornos da superfície ocular, ou seja, em conjuntivites ou afecções nos olhos, e é importante a avaliação das condições de uso.água boricada 2

água boricadaFonte: Jornal Diário de Contagem

Colaboração: Farmacêutico Alex Sandro Alves

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Vaga para Farmacêutica na cidade de Cascavel – PR

Cascavel 3Para trabalhar em farmácia de dispensação.
Necessário ter experiência.
Horário: das 14h às 20h de segunda-feira a sábado.
Remuneração: piso salarial proporcional + comissão sobre as vendas.
Maiores informações com Francis pelo telefone (45) 9129-8687.
Enviar currículos para o e-mail francislimberger@hotmail.com
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Sentar de forma errada mata a libido e aumenta o estresse

Pesquisa conclui ainda que postura desalinhada dificulta a digestão e a respiração, além de aumentar a raiva

sentar incorretamenteSentar de maneira errada não dá só dor nas costas não. Postura errada causa depressão, raiva, dificulta a digestão, reduz a energia e mata a libido. Um estudo realizado na Nova Zelândia concluiu ainda que pessoas que sentam de maneira torta são mais negativas, autocríticas, usam mais palavrões e têm humor mais amargo.

Manter a postura ereta – enquanto anda, deita ou principalmente sentado na mesa de trabalho – é importante para manter a curvatura ideal da coluna e prevenir dores. “Além dos problemas óbvios, sentar errado ‘aperta’ a área abdominal, reduzindo o fornecimento de oxigênio e nutrientes. Além de atrapalhar a digestão, causa lentidão e aumentando o cansaço”, explica Sammy Margo, porta-voz da Chartered Society of Physiotherapists.

sentar corretoMaus hábitos em relação a postura dificultam também a respiração. “Quando isso acontece, o corpo percebe que está sendo atacado, então responde de forma pior ao estresse, dificultando o sono e reduzindo os níveis de energia”, continua. E é aí que entra a libido ou a falta dela. Com tão pouca energia, o corpo não tem forças para uma noite animada sob os lençois e, inclusive, começa a nem querer mais ter uma.

O estudo comparou os resultados de estresse, humor e respostas do corpo a outros estímulos de pessoas que se sentam de maneira certa e errada. Além dos resultados já ditos acima, quem mantém a postura ereta a maior parte do parte disse sentir menos medo e menos vontade de falar.

Um estudo anterior da York University, do Canadá, já havia concluído que as pessoas acham mais fácil ter pensamentos positivos quando estão sentadas de forma regular.

Fonte: Terra

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Cada dia de hospitalização aumenta risco de infecção por bactéria resistente

No Brasil, taxa de infecção hospitalar é de 15%, mais alta do que em países da Europa e nos EUA, onde índice é de 10%

infecção hospitalarExiste uma forte relação entre o tempo de hospitalização e o risco de infecção por bactéria multirresistente. Um estudo realizado nos Estados Unidos foi o primeiro a quantificar esse risco e pontuou que cada dia de internação aumenta em 1% o risco de infecção por bactéria multirresistente, caso o paciente venha a se infectar por bactéria.

As bactérias são as principais causadoras de infecções hospitalares, quarta causa de mortes no mundo segundo a Organização Mundial da Saúde (OMS), atrás apenas das doenças cardiovasculares, câncer e violência. No Brasil, a taxa de infecção hospitalar é de 15% segundo o Ministério da Saúde, mais alta do que em países da Europa e nos Estados Unidos, onde o índice é de 10%.

“A resistência a antibióticos é crescente e um problema que estamos enfrentando atualmente no mundo. E acho que a gente só consegue ver aquilo que quantificamos”, disse Tonya Smith, da Universidade de Utah, sobre a dimensão do problema e a importância da pesquisa. Ela é uma das autoras do estudo apresentado neste mês na reunião da Sociedade Americana de Microbiologia, em Washington.

No estudo, os pesquisadores analisaram dados de 949 casos documentados de infecções por bactérias multirresistentes – resistentes a até três classes de antibióticos. Nos primeiros dias de hospitalização, a porcentagem de infecções associadas a estas bactérias foi de cerca de 20% e aumenta de modo constante até quatro ou cinco dias, quando saltou dramaticamente, atingindo mais de 35% em 10 dias. Estatisticamente equivale dizer que há um risco adicional de mais de 1% por dia de internação.

“Os resultados do estudo enfatizam que adquirir uma infecção multirresistente é um dos riscos de estar em um hospital e também serve de argumento contra internações desnecessárias ou longas hospitalizações”, disse John Bosso, da Universidade da Carolina do Sul, também autor da pesquisa. “O desafio com bactérias multirresistentes é que temos menos antibióticos para escolher ou, em alguns casos extremos, nenhum antibiótico eficaz”, disse.

Embora sirva de alerta contra hospitalizações desnecessárias, o estudo ressalta um problema crescente no mundo, o das bactérias multirresistentes provocado pelo uso exagerado de antibióticos. As bactérias mais detectadas no banco de dados do estudo foram Pseudomonas aeruginosa, Enterobacter , Klebsiella e Escherichia coli. Enquanto as três primeiras são frequentes em pacientes hospitalizados, a última (e. coli) é a causa mais comum de infecções do trato urinário em todo o mundo.

Menos antibiótico, por favor

Existem protocolos de medidas de segurança para redução da incidência de infecção no ambiente hospitalar. É uma medida imprescindível, mas não suficiente, explica Marisa Zenaide Gomes, pesquisadora do Laboratório de Infecção Hospitalar do Instituto Oswaldo Cruz.

Ela explica que lavar as mãos e tomar medidas de assepsia ajudam, mas não bastam. É preciso que os antibióticos não sejam tomados indiscriminadamente. “A questão da infecção hospitalar vem se agravando no mundo inteiro. É uma situação alarmante porque hoje há um uso indiscriminado de antibióticos. Muitas vezes usam antibiótico para tratar infecções que nem são por bactéria”, diz Marisa.

A pesquisadora destaca que muitas infecções respiratórias são virais e não devem ser tratadas com antibiótico, que atua no combate apenas de bactérias. “O paciente toma o remédio, que não tem efeito na infecção, mas que seleciona as bactérias no corpo dele”, disse ela. Isto é, o antibiótico mata as mais fracas e deixa espaço para proliferação das mais resistentes.

Os dados apresentados no estudo americano surpreenderam a pesquisadora do Instituto Oswaldo Cruz. “É um número alto e mostra que é preciso medida de controle e também evitar internações desnecessárias e longas”, disse.

Não existem dados sobre o risco progressivo em hospitais brasileiros, mas acredita-se que sejam parecidos aos do estudo americano.

Fonte: Ig

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Calvície pode indicar diversos problemas de saúde

Desde doença cardíaca até problemas na tireoide, a queda de cabelo pode ser um sintoma importante

carecaOs  homens podem temer a calvície, mas pelos menos sabem que ela não pode matá-los. Será mesmo? Na semana passada, uma nova pesquisa sobre calvície masculina – que afeta cerca de metade dos homens na faixa dos 50 – ligou o problema à uma forma agressiva de câncer de próstata. Com informações do site do jornal britânico Daily Mail.

O estudo americano, publicado no Journal of Clinical Oncology, descobriu que aqueles que perderam cabelo na frente da cabeça eram 40% mais propensos a desenvolver este tipo de tumor.

E não só os homens são afetados. Cerca de oito milhões de mulheres britânicas sofrem com a perda de cabelo. Confira, a seguir, o que os especialistas dizem sobre a ligação do quadro com a saúde.

Doença cardíaca: Homens carecas parecem ter maior risco de desenvolver doença cardíaca. A condição, que faz com que a oferta de sangue do coração seja reduzida devido à obstrução das artérias, é a causa mais comum de morte no Reino Unido, matando cerca de 180 mil pessoas por ano.

Os homens são mais propensos a morrer de doença cardíaca. Um estudo de 2013 mostrou que homens que haviam perdido a maior parte do seu cabelo se mostraram 32% mais propensos a apresentar a doença.

Aumento da próstata: Estudos sugerem que a calvície tem laços estreitos com a saúde da próstata – a glândula que secreta o líquido seminal e é enrolada em torno da uretra.

Assim como o câncer de próstata, a perda de cabelo tem sido associada ao aumento desta glândula, uma condição que afeta 40% de homens acima dos 50 anos e que pode levar a sintomas como dificuldade para iniciar ou parar de urinar.

Um estudo feito com 30 homens, por pesquisadores espanhóis, mostrou que homens calvos apresentaram glândulas 34% maiores do que os que não sofriam do problema.

Estresse: Homens e mulheres estressados produzem grande quantidade de adrenalina, cortisol e testosterona. Eles fazem com que os folículos capilares entrem na fase de ‘descanso’, quando o fio cai e o folículo permanece inativo por três meses.

Segundo o clínico Philip Kingsley, o estresse está associado também a condições como a alopecia, quando a perda de cabelo é dramática e repentina.

Diabetes do tipo 2: Algumas pessoas com diabetes do tipo 2, que acontece quando o corpo para de produzir insulina, reportam queda de cabelo.

Embora as evidências ainda não sejam suficientes, os especialistas acreditam que os níveis elevados de açúcar podem danificar os vasos sanguíneos que alimentam os folículos capilares com oxigênio e nutrientes, levando à perda de cabelo.

Períodos irregulares: A perda de cabelo em mulheres pode estar relacionada a níveis excessivos de testosterona. “Mulheres que sofrem com perda de cabelo nos seus anos reprodutivos podem ter problemas que afetam sua fertilidade, em especial a doença do ovário policístico”, diz Kinglsey.

A condição, em que múltiplos cistos são formados nos ovários, desencadeia sintomas como acne, excesso de pelos ou a queda de cabelos, períodos menstruais irregulares e infertilidade.

Um projeto de pesquisa do Imperial College London, de 2003, mostrou que 68% das mulheres com a condição também tiveram queda de cabelo, relacionada a altos níveis de hormônios.

Tireóide anormal: Manchas no couro cabeludo e queda de cabelo podem ser um sinal de anormalidade na glândula da tireoide, especialmente em mulheres.

A glândula, que fica no pescoço, libera hormônios que regulam funções vitais do corpo, incluindo o crescimento do cabelo.

Problemas no sistema imunológico: A calvície pode ser causada pelo lúpus, doença autoimune que provoca inflamação por todo o corpo e afeta mais de 15 mil pessoas no Reino Unido. “A perda de cabelo pode ser o primeiro sintoma de doença”, diz Geraldine Leonard, da instituição Lupus UK. “O sistema imunológico do corpo pode atacar os folículos capilares”, reforça.

A boa notícia

Perder o cabelo nem sempre aumenta o risco de doenças. Um estudo americano de 2010 mostrou que homens calvos tinham menor probabilidade de desenvolver tumor no testículo.

Além disso, ser careca pode ser uma boa notícia para a vida sexual. Altos níveis de testosterona, que danificam os folículos capilares, também são associados a uma maior libido masculina.

Fonte: Terra

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Atendimento por intoxicação alimentar aumenta 122% no Hospital do Coração de SP

Casos passaram de 280 para 624 em cinco anos; recomendação é vigiar limpeza dos restaurantes

intoxicaçãoO número de pacientes com intoxicação alimentar atendidos no Hospital do Coração (Hcor), em São Paulo, cresceu 122% entre os anos de 2009 e 2013, passando de 280 casos para 624 a cada ano. Para Daniel Magnoni, cardiologista e nutrólogo do HCor, isso decorre principalmente do fato das pessoas estarem comendo cada vez mais fora de casa.

“As pessoas estão comendo cada vez mais fora de casa e sem os cuidados devidos. Isso pode representar a origem de muitas contaminações”, disse Magnoni, responsável pelo levantamento. “A falta de tempo para cozinhar, a distância entre local de trabalho e residência, além da crescente oferta de restaurantes por quilo, fast food e outros influenciam nesse padrão de comportamento”, acrescentou.

intoxicacao-alimentarDados do Centro de Vigilância Epidemiológica da Secretaria de Estado da Saúde de São Paulo mostram que, entre 2011 e 2012, ocorreram 307 surtos de doenças transmitidas por alimentos (DTA) em todo o estado, sendo que 282 deles foram casos de diarreia. Segundo a secretaria, considera-se surto quando uma ou mais pessoas apresentam a mesma doença após ingerirem água ou alimento da mesma origem.

Para evitar a intoxicação alimentar, o hospital orienta as pessoas que costumam comer fora de casa para que procurem estabelecimentos limpos e que evitem comer alimentos de origem animal na forma crua. Também é importante verificar se os alimentos em buffets estão adequadamente refrigerados e evitar comer cremes e molhos para salada que não estejam sob refrigeração e sobremesas e bolos com recheios cremosos a base de leite e ovos.

Fonte: Ig

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