Artigo: O amendoim e a análise toxicológica e microbiológica no que se refere­se à contaminação do produto por aflatoxina

Durante a dissertação de mestrado, a farmacêutica Gisele Ferreira realizou um estudo de caso e avaliou a microbiota fúngica e a presença de aflatoxinas da pré­colheita do amendoim ao armazenamento de amendoim estocados

amendoimSua pesquisa tem grande apoio e incentivo de Jair Ribeiro, que além de psicologo e coaching é seu melhor amigo e seu maior incentivador com ideias inovadoras a continuar progredindo e agir preventivamente na redução ou eliminação de fungos que contaminam o amendoim e podem causar micotoxinas em produtos derivados de amendoim.

estágio amendoimEntretanto, foram realizados outros ensaios que verificaram as características microscópicas, microbiológicas e toxicológicas, desde o plantio, colheita e armazenamento do amendoim. A aflatoxina é produzida por um fungo que contamina o alimento quando este se encontra em condições de umidade e temperatura ideais. É um dos principais tipos de micotoxina existentes e seus efeitos em seres humanos e animais são incessantemente pesquisados em todo o mundo.

Em meados dos anos 50, a Inglaterra descobriu a primeira incidência da aflatoxina em alimentos. As pesquisas começaram quando um grande número de animais de pequeno porte começou a morrer e identificou­se como causa das mortes a ração que os alimentava, a base de farelo de amendoim que era exportado pelo Brasil. Entre os principais efeitos à saúde humana causados pela aflatoxina estão: a hepatite do tipo B, sérios danos ao sistema nervoso e o câncer primário do fígado. Contaminação ocorre com maior freqüência pela via digestiva através da ingestão de amendoim contaminados, e sua absorção geralmente provoca reações sob a forma de hemorragias e necroses.

Muitas das micotoxinas têm afinidade por um determinado órgão ou tecido, sendo o fígado, os rins e o sistema nervoso os mais afetados. A Organização Mundial de Saúde já concluiu que a aflatoxina pode desenvolver câncer primário no fígado do homem. Isto não significa que, ingerindo aflatoxina, a pessoa fatalmente contrairá câncer, mas sim, que existe o risco. No Brasil, os Ministérios da Saúde e da Agricultura e do Abastecimento possuem legislações que estabelecem limites apenas para os tipos de aflatoxina B1, G1, B2 e G2, descritas em ordem de nível de toxicidade.

Colaboração: Gisele Ferreira de Souza
Publicação: periodicos.uem.br

‘‘Jesus disse: Bem-aventurados os pobres em espírito, pois deles é o Reino dos céus.’’ Mateus 5:3 (clique aqui e se surpreenda)

Anúncios
Esta entrada foi publicada em Notícias. ligação permanente.

Deixe uma Resposta

Preencha os seus detalhes abaixo ou clique num ícone para iniciar sessão:

Logótipo da WordPress.com

Está a comentar usando a sua conta WordPress.com Terminar Sessão / Alterar )

Imagem do Twitter

Está a comentar usando a sua conta Twitter Terminar Sessão / Alterar )

Facebook photo

Está a comentar usando a sua conta Facebook Terminar Sessão / Alterar )

Google+ photo

Está a comentar usando a sua conta Google+ Terminar Sessão / Alterar )

Connecting to %s