Internação longa em hospitais psiquiátricos cria ‘lógica de cadeia’

Unidades são palco de castigos físicos, violência sexual e até tráfico de drogas.

clínica psiquiátricaA permanência de pacientes usuários de drogas ou com outros transtornos psiquiátricos por tempo indeterminado nos hospitais, mesmo após a alta médica, criou nas unidades de saúde uma lógica semelhante à das cadeias. Há regras paralelas, castigos físicos, violência sexual e até tráfico de drogas.

Reportagem do jornal O Estado de S. Paulo mostrou no domingo (23) que juízes de todo o País têm autorizado internações psiquiátricas prolongadas mesmo após o médico ter determinado a saída do paciente, desrespeitando o que prevê a lei antimanicomial, de 2001.

A Associação Hospitalar Thereza Perlatti, em Jaú, no interior de São Paulo, tem 23 pacientes com alta médica que seguem internados por determinação da Justiça. Lá, os pacientes estabeleceram uma hierarquia semelhante à das prisões, sendo os internos mais antigos os líderes. O paciente Carlos (nome fictício), de 32 anos, está há mais de um ano internado e conta que já ocupou a função de “disciplina”, responsável por zelar pelo “respeito” aos funcionários do hospital.

Leia a notícia completa no site do R7

“Disse-lhe Jesus: Eu sou o caminho, e a verdade e a vida; ninguém vem ao Pai, senão por mim.” João 14:6 (clique aqui e se surpreenda)
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