Concurso Público para Farmacêutico(a) Bioquímico(a) na cidade de Varginha – MG

Varginha MG▶ Carga horária de 44 horas semanais.
▶ Valor da inscrição: R$ 135,00.
▶ Inscrições até o dia 04 de dezembro de 2018, pelo site www.objetivas.com.br.
▶ Remuneração: R$ 4.525,45.
▶ Leia o edital completo.

“Como o louco que atira brasas e flechas mortais, assim é o homem que engana o seu próximo e diz: Eu estava só brincando!” Provérbios 26:18-19 (para entender, clique aqui, assista o vídeo e se surpreenda)

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Parkinson: cantar diminui estresse e melhora funções motoras

Ocupando o segundo lugar entre as doenças neurodegenerativas no mundo, ele afeta a capacidade do cérebro de controlar os movimentos.

dança parkinsonSe cantar não espanta todos os males, pelo menos alivia alguns sintomas. Pesquisadores da Iowa State University comprovaram que, além de aumentar a capacidade respiratória e o controle da deglutição, o canto também traz benefícios para o estado de espírito e as funções motoras de pacientes com Doença de Parkinson. O estudo ainda apontou para a redução de sinais fisiológicos de estresse. Embora tenha feito a ressalva de que são dados preliminares, a professora Elizabeth Stegemöller afirmou que a melhora observada é comparável ao resultado obtido com medicamentos – ela apresentou o trabalho na conferência anual da Sociedade para a Neurociência, realizada no começo do mês.

O trabalho é pioneiro por ter monitorado indicadores como batimentos cardíacos, pressão arterial e nível de cortisol – hormônio relacionado ao estresse – dos participantes antes e depois das sessões de cantoria, que tinham a duração de uma hora. Todos diziam estar se sentindo menos ansiosos e tristes. Os estudiosos agora se empenham em medir outros indicadores relacionados ao bem-estar, como o nível de oxitocina, hormônio ligado à sensação de prazer. Essa é uma ótima notícia, considerando que a expectativa é de que a prevalência da Doença de Parkinson vá dobrar nos próximos 20 anos. Para quem quiser conferir, há um vídeo de 2017 de uma sessão comandada pela professora.

O Parkinson ocupa o segundo lugar entre as doenças neurodegenerativas no mundo. Afeta a capacidade do cérebro de controlar os movimentos, levando a tremores, rigidez muscular, lentidão de movimentos e alterações de marcha e equilíbrio. Normalmente começa a se manifestar por volta dos 60 anos, é mais comum entre os homens e o risco de desenvolvê-lo aumenta com a idade: a OMS (Organização Mundial da Saúde) estima que 1% da população acima dos 65 sofra com o problema. No Brasil, a Rede Amparo é uma das entidades que reúne doentes, familiares, cuidadores e profissionais de saúde para melhorar a qualidade de vida das pessoas que convivem com a enfermidade.

Para fechar, voltando à questão de soltar a voz. Em São Francisco, nos Estados Unidos, um programa de corais para idosos tem se mostrado eficaz para reduzir a solidão. Trata-se de uma iniciativa da prefeitura, em parceria com o San Francisco Community Music Center, que foi monitorada entre 2012 e 2015 por pesquisadores da Universidade de Califórnia. O repertório foi idealizado para atender ao gosto e às habilidades dos participantes, que inclusive fazem apresentações. Durante o período do estudo, os idosos se submeteram a testes de memória, coordenação e equilíbrio, além de responder a questionários sobre seu estado de bem-estar. Entre aqueles que haviam se engajado na atividade há pelo menos seis meses, houve melhora significativa em relação ao interesse pela vida, e o mais relevante é que os 12 corais criados na ocasião continuam ativos!

Fonte: G1

“Jesus respondeu: “Quem beber desta água terá sede outra vez, mas quem beber da água que eu lhe der nunca mais terá sede.” João 4:13-14a (para entender, clique aqui, assista o vídeo e se surpreenda)

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Estudos apontam que melatonina pode inibir crescimento de tumores

Revisão científica sobre prevenção e tratamento do câncer apontou que o hormônio tem papel oncológico nos casos de mama, ovário e próstata.

sono melatoninaA melatonina é comumente conhecida como o hormônio do sono, responsável por regular o ciclo da atividade de repouso e vigília. Nos últimos anos, porém, pesquisadores demonstraram que essa substância também tem o poder de reduzir o crescimento de tumores e a proliferação das células cancerígenas. Por enquanto, os testes foram feitos em animais, então existe o alerta de que o tratamento em humanos ainda é incerto. Uma revisão científica sobre a atuação da melatonina na prevenção e tratamento do câncer apontou que o hormônio tem papel oncológico nos casos de mama, ovário e próstata, por exemplo. A ação positiva estaria relacionada, principalmente, ao efeito antioxidante do hormônio e inibidor da formação de vasos sanguíneos.

“O tumor cresce e ativa mecanismos de formação de vasos sanguíneos (processo chamado de angiogênese) para poder se alimentar. Percebemos que as células (cancerígenas) não cresciam pois a melatonina segura o crescimento dos vasos”, explica Debora Aparecida Zuccari, coordenadora de um grupo de pesquisa sobre o tema da Faculdade de Medicina de São José do Rio Preto (SP) (Famerp). O time brasileiro trabalhou em parceria com pesquisadores do Hospital Henry Ford, de Michigan, nos Estados Unidos, para verificar os efeitos da melatonina no crescimento tumoral e na angiogênese em casos de câncer de mama.

Os cientistas injetaram células tumorais de humanos em ratos e, ao fim de 21 dias, as fêmeas tratadas com melatonina apresentaram tumores significativamente menores do que as do grupo de controle (sem melatonina). Além disso, o câncer dos roedores que não receberam o tratamento cresceu entre o 14º e o 21º dia, enquanto isso não foi observado no grupo tratado. Debora explica que a melatonina age como uma faxineira que, durante a noite, limpa a “sujeira” deixada pelas células. Estas sofrem milhões de processos metabólicos durante o dia e acumulam substâncias desnecessárias. “Dessa forma, a melatonina consegue impedir que as células se proliferem, isso seria uma ação preventiva”, diz a pesquisadora.

No caso de pessoas com câncer que têm baixo nível de melatonina, a hipótese é que essa limpeza não ocorra devidamente, o que favorece a proliferação das células cancerígenas. Segundo o estudo, baixa produção dessa substância causaria aumento na replicação de erros e mutações no DNA. Esse processo também estaria relacionado ao câncer metastático, que ocorre quando o tumor se espalha para outros órgãos. A pesquisa que focou no câncer de mama comparou pacientes recém-diagnosticadas, mulheres passando por quimioterapia e enfermeiras que trabalham à noite com mulheres saudáveis. Os níveis de melatonina eram ainda menores em mulheres que tinham metástase quando comparadas com as que não tinham esse agravante.

Câncer versus melatonina – Estudos mais recentes conduzidos por Debora mostraram que mulheres com câncer de mama têm níveis menores de melatonina no organismo, assim como homens com câncer de próstata e pacientes com câncer de fígado. Os resultados sugerem apenas uma correlação entre a substância e a doença, mas ainda não se pode afirmar que o hormônio ajuda, de fato, no tratamento. Segundo Gilberto Amorim, oncologista da Sociedade Brasileira de Oncologia Clínica, o poder antitumoral da melatonia, que ainda passa por estudos, é pouco conhecido pelos pacientes e, inclusive, por médicos.

A reportagem consultou três mulheres que estão ou já passaram pelo tratamento do câncer de mama. Duas disseram que já ouviram falar sobre a relação entre melatonina e câncer, mas afirmam que o assunto não é discutido nos eventos que frequentam sobre a doença. “Alguns médicos sabem da correlação, mas não tem como falar em algo concreto. Há especulações de que a melatonina poderia ajudar em tratamentos, potencializando os efeitos dos remédios”, diz Amorim.

O médico, porém, faz um alerta importante. “O medo que temos é que, com essas pesquisas de células em laboratório, o paciente comece a tomar (melatonina) achando que vai prevenir ou tratar o câncer. Ou, pior, que deve deixar de fazer tratamento”, afirma. O oncologista diz que não se pode desprezar o aparente potencial da melatonina na prevenção ou tratamento do câncer, conforme indicam os estudos, mas o hormônio não deve ser consumido sem consultar o médico antes. No Brasil, a Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa) liberou o hormônio em 2016 na forma de medicamento manipulado e sob prescrição médica.

Suplementação de melatonina – Pessoas que trabalham à noite têm baixa produção de melatonina, uma vez que a síntese é ativada pela ausência de luz. O estudo fala da suplementação do hormônio por mulheres que atuam no período noturno como forma de reduzir o risco de câncer. No entanto, não existe essa mesma recomendação para mulheres em geral. “Não temos experiência disso ainda. Poderia pegar algumas mulheres e começar a tratar, mas não há parâmetros para analisar se houve benefícios ou não”, diz Debora. Entre os motivos para isso estaria o fato de o câncer estar relacionado também a hábitos de vida e a doença se manifestar de formas diferentes em cada indivíduo.

Outro ponto é a dosagem. “Se os estudos chegarem a uma dosagem segura, será necessário estudar isso em um número maior de pessoas. [Atualmente], não posso prescrever uma dosagem para uma paciente, isso pode atrapalhar o tratamento convencional”, afirma Amorim. Portanto, outras pesquisas são necessárias até que se possa atestar que a melatonina é segura e age positivamente em pessoas com câncer.

Fonte: R7

“Misericórdia, Senhor! Estou em desespero! A tristeza me consome a vista, o vigor e o apetite.” Salmos 31:9 (para entender, clique aqui, assista o vídeo e se surpreenda)

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Brasileiros são os mais ansiosos e depressivos, mostra relatório da OMS

ansiedade depressãoUm relatório divulgado pela Organização Mundial de Saúde (OMS) traz resultados bem preocupantes. Nos últimos dez anos, o número de pessoas com depressão aumentou 18,4%, o que corresponde a 322 milhões de indivíduos ou 4,4% da população mundial. O Brasil tem a maior taxa do continente latino-americano, 5,8%.

O país também é campeão mundial quando o assunto é a ansiedade. Ainda segundo o estudo, 9,3% da população manifesta o quadro que engloba ataques de pânico, transtorno obsessivo-compulsivo, fobias e estresse pós-traumático. As mulheres são as mais afetadas, sendo 7,7% ansiosas e 5,1% depressivas. Já nos homens, o percentual cai para 3,6% em ambos os casos.

A depressão é o segundo maior problema de saúde pública no mundo e aproximadamente 10% das mulheres e 6% dos homens vão ter um episódio depressivo ao longo da vida, segundo a OMS. Mas você sabe a diferença entre depressão e ansiedade?

O médico cooperado da Unimed Curitiba especialista em Psiquiatria, Gustavo Sehnem, explica que a depressão é uma doença que gera muito sofrimento físico e emocional. Trata-se de um sentimento ruim que afeta a vida do paciente, alterando suas atividades diárias junto à família,  no ambiente de trabalho, no relacionamento com as pessoas, etc.  A doença pode se estender por meses ou até mesmo anos, sem um tratamento adequado.  Em casos mais sérios, as pessoas com depressão podem até pensar em suicídio.

O especialista alerta que, em muitos casos, a depressão é facilmente confundida com a tristeza, sentimento normal que não prejudica a produtividade e que é desencadeado por algum evento específico, como não ir bem em uma prova ou ser recusado em uma entrevista de emprego. “Esse estado dura horas ou dias e, mesmo triste, é possível fazer atividades simples do dia a dia”, completa.

Contudo, ele alerta que o preconceito e o estigma impedem que alguns pacientes enxerguem essas diferenças e que, para melhorar, não basta apenas ter força de vontade. “É comum ouvir que uma pessoa deprimida deveria ‘levantar a cabeça’ ao invés de tomar remédios. Outro erro é o próprio paciente acreditar que têm tudo para ser feliz, mas mesmo assim, têm uma depressão, como se a doença não fosse causada por algo além da falta de uma boa vida”, explica.

Como sintomas psiquiátricos são subjetivos, ou seja, não se evidenciam por um exame laboratorial ou simplesmente pela aparência do indivíduo, os principais transtornos psiquiátricos acabam sendo negligenciados pelo indivíduo e pela família. O desconhecimento pode ser uma das causas pelas quais cerca de 70% dos pacientes ao redor do mundo não procuram tratamento.

Síndrome do pânico e transtorno da ansiedade – Segundo a OMS, a síndrome do pânico afeta 3,5% da população e o transtorno de ansiedade generalizada, 3,4%. O médico cooperado Gustavo Sehnem explica a diferença. “A síndrome do pânico é um transtorno que vem acompanhado de fortes crises de ansiedade e geram muito sofrimento físico e emocional”.

O transtorno é caracterizado por crises recorrentes de pânico, com sintomas que incluem taquicardia, suores, tremores, falta de ar, dor no peito, náusea, medo de morrer ou de perder o controle, e pode ser confundido com problemas cardíacos ou com um Acidente Vascular Cerebral (AVC). A crise dura poucos minutos, mas o problema maior do transtorno é viver com o medo. A diferença entre uma crise isolada e o transtorno está relacionada à frequência dos sintomas e o quanto eles afetam a vida do paciente.

“Os ataques de pânico, isolados, tendem a ser limitados e duram pouco tempo, em torno de 30 minutos, no máximo. Quando há uma sequência desses ataques, gera o chamado transtorno ou síndrome do pânico, que demanda um pouco mais de atenção”, explica o médico especialista em psiquiatria, acrescentando que a síndrome muitas vezes desenvolve uma série de transtornos paralelos, como a agorafobia, ou o medo de sair de casa, que alteram a normalidade das atividades diárias do paciente.

As causas da síndrome do pânico ainda são um mistério para a Medicina, pois elas são multifatoriais: estresse, fatores ambientais e hábitos de vida não saudáveis, como o consumo exagerado de cafeína, fumar e ingerir bebidas alcoólicas, além de predisposição. “O estresse é um grande desencadeador de ataques de pânico. Se você vive em um mundo muito competitivo, cheio de metas a serem cumpridas, isso tudo gera um estresse. Há, portanto, fatores biológicos e psicológicos para desencadear o pânico e embora pareça que está aumentando cada vez mais o número de casos, o que pode ser é que há maior diagnóstico hoje”, lembra Gustavo Sehnem.

Fonte: Bem Paraná

“Finalmente, sede todos de um mesmo sentimento, compassivos, cheios de amor fraternal, misericordiosos, humildes.” 1 Pedro 3:8 (para entender, clique aqui, assista o vídeo e se surpreenda)

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Pesquisadores mostram novo teste para detectar tuberculose em crianças

Resultados dos ensaios foram revelados em uma conferência global sobre a saúde pulmonar na Holanda.

exame tuberculoseCientistas revelaram um novo teste para detectar a tuberculose em crianças. Uma equipe multinacional que trabalha na Fundação KNCV de Tuberculose em Haia, na Holanda, desenvolveu um método simples para analisar as amostras de pessoas com menos de cinco anos. O método, que pode ser aplicado em comunidades remotas, substitui os atuais, que são invasivos e só podem ser praticados em grandes centros hospitalares.

Calcula-se que 240 mil crianças morrem por tuberculose a cada ano. Se a doença for diagnosticada a tempo e receber tratamento pode ser curada e é pouco mortal entre os mais jovens. Cerca de 90% das mortes por tuberculose se deve a casos que não receberam tratamento. O teste atual, usado nos dias de hoje, se baseia em uma amostra de fleuma da traqueia inferior fornecida pelo paciente. A amostra depois é analisada por uma máquina especial, que posteriormente dá um resultado.

Entretanto, como as crianças com menos de cinco anos não expulsam a fleuma, os médicos precisam fazer a extração de uma mucosidade pegajosa com um invasivo e doloroso procedimento que requer a permanência noturna do paciente no hospital. Os pesquisadores encontraram na Indonésia e na Etiópia um método para analisar a amostra da mesma maneira, sem que seja preciso ser transferido para um grande centro hospitalar.

“A potencialidade é enorme e significa que temos em nossas mãos um método que pode diagnosticar a tuberculose em um nível baixo de atenção da saúde e pode ser aplicada a centenas de milhares de pessoas”, disse Kitty van Weezenbeek, diretora-executiva da Fundação KNCV de Tuberculose, que desenvolveu o método. Os resultados dos ensaios foram revelados na quinta-feira em Haia, em uma conferência global sobre a saúde pulmonar.

Petra de Haas, consultora de laboratório na Fundação KNCV, disse que o teste poderá salvar muitas das 650 crianças que morrem diariamente de tuberculose. “É um avanço real, pois pode ser feito em pequenos laboratórios”, disse. “Sabemos que 250 mil crianças morrem a cada ano. Se esse teste for aplicado, poderíamos salvar pelo menos a metade”, acrescentou. A tuberculose matou pelo menos a 1,7 milhão de pessoas em 2017, segundo a Organização Mundial de Saúde, sendo a doença transmitida por via respiratória que mais mata no mundo. Apesar do enorme número de mortes, a tuberculose recebe somente 10% do financiamento global dirigido para a pesquisa do HIV/Aids.

Fonte: G1

“Tendo acabado o vinho, a mãe de Jesus lhe disse: Eles não têm mais vinho.” João 2:3 (para entender, clique aqui, assista o vídeo e se surpreenda)

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Exercício físico pode retardar os sintomas da doença de Alzheimer em pessoas em risco

atividade físicaMesmo entre os indivíduos com alto risco genético para a doença de Alzheimer, o exercício físico pode retardar o início dos sintomas, de acordo com um estudo publicado na Alzheimer’s & Dementia. Pesquisadores alemães examinaram 372 indivíduos participantes do Dominantly Inherited Alzheimer Network para avaliar a relação transversal da atividade física com desempenho cognitivo, status funcional, declínio cognitivo e biomarcadores da doença de Alzheimer no líquido cefalorraquidiano.

Os pesquisadores descobriram que portadores de mutação com alta atividade física apresentaram desempenho cognitivo e funcional significativamente melhor e significativamente menos patologias semelhantes à doença de Alzheimer no líquido cefalorraquidiano em comparação com indivíduos com baixa atividade física. Comparado com aqueles que faziam menos exercícios, os portadores de mutação com atividade física alta tiveram uma pontuação de 3,4 pontos melhor no Mini Mental State Examination no início dos sintomas esperados e preencheram os critérios diagnósticos de demência bem mais leve 15,1 anos mais tarde.

Portanto, estes resultados indicam um efeito benéfico da atividade física na cognição e patologia da doença de Alzheimer, mesmo em indivíduos com doença de Alzheimer autossômica dominante geneticamente dirigida.

Fonte: Terra (Boa Saúde) e Alzheimer’s & Dementia: Journal of the Alzheimer’s Association. DOI: 10.1016/j.jalz.2018.06.3059.

“Filho do homem, profetize contra os profetas de Israel que estão profetizando agora. Diga àqueles que estão profetizando pela sua própria imaginação: ‘Ouçam a palavra do Senhor! Assim diz o Soberano Senhor: Ai dos profetas tolos que seguem o seu próprio espírito e não viram nada!” Ezequiel 13:2-3 (para entender, clique aqui, assista o vídeo e se surpreenda)

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Milhares de pessoas morrem na África a cada ano por causa de medicamentos falsos

Remédios como contra malária são, muitas vezes, mais caros do que a população pode pagar, o que faz com que ela recorra aos vendidos ilegalmente.

medicamento falsificadoDezenas de milhares de pessoas morrem na África a cada ano por causa de remédios falsificados, alertou um relatório financiado pela União Europeia divulgado na terça-feira. A maioria dos medicamentos é fabricada na China, mas também há os que vêm da Índia, do Paraguai, do Paquistão e do Reino Unido. Quase metade dos medicamentos falsos e de baixa qualidade reportados à Organização Mundial da Saúde (OMS) entre 2013 e 2017 foi encontrada na África Subsaariana, informou o relatório, também apoiado pela Interpol e pelo Instituto de Estudos de Segurança.

“Os falsificadores atacam mais os países mais pobres do que seus pares mais ricos, com uma penetração até 30 vezes maior de falsificações na cadeia de fornecimento”, segundo o relatório. Remédios contra a malária falsificados, por exemplo, causam a morte de 64 mil a 158 mil pessoas por ano na África Subsaariana. O mercado de medicamentos falsos vale cerca de US$ 200 bilhões por ano, de acordo com a OMS, tornando-se o comércio mais lucrativo de produtos copiados ilegalmente. E o impacto disso é devastador. Segundo o governo da Nigéria, mais de 80 crianças morreram em 2009 depois de ingerir um xarope dentário contaminado com um produto químico.

Para o alfaiate Moustapha Dieng, de 30 anos, o custo pode ser medido em mais do que simples sofrimento. Quando começou a sentir dores estomacais no mês passado, fez o que era sensato: procurou um médico de sua cidade natal, Ouagadougou, a capital de Burkina Faso. O médico lhe receitou um tratamento contra a malária, mas o remédio era muito caro para Dieng. Por isso ele procurou um ambulante ilegal para comprar pílulas mais baratas. “Era caro demais na farmácia. Fui forçado a comprar remédios na rua”, contou. Dias depois ele foi hospitalizado, já que adoeceu por culpa dos mesmos remédios que deveriam curá-lo. Além disso, a noite no hospital custou-lhe mais do que o dobro do que teria pagado se tivesse comprado os medicamentos prescritos.

Perda milionária para a indústria legal – As autoridades da Costa do Marfim informaram no mês passado que apreenderam quase 400 toneladas de remédios falsos nos últimos dois anos. Capaz Ekissi, do Ministério da Saúde, disse à Reuters que os bens apreendidos, que tinham sido vendidos aos consumidores, teriam representado uma perda para a indústria farmacêutica legítima de mais de US$ 170 milhões.

“Eles têm a reputação de serem mais baratos, mas, na melhor das hipóteses, são ineficazes e, na pior, são tóxicos”, afirmou Abderrahmane Chakibi, diretor para África subsaariana da farmacêutica Sanofi. Mas, na Costa do Marfim, muitos não podem bancar o custo de remédios vendidos em farmácias, que, muitas vezes, somente estocam medicamentos importados da França, em vez de genéricos mais baratos de lugares como a Índia. “Quando você não tem meios, é forçado a ir para a rua”, disse Barakissa Cherik, um farmacêutico da capital comercial da Costa do Marfim, Abidjan.

Fonte: O Globo

“Lembramo-nos dos peixes que no Egito comíamos de graça; e dos pepinos, e dos melões, e dos porros, e das cebolas, e dos alhos. Mas agora a nossa alma se seca; coisa nenhuma há senão este maná diante dos nossos olhos.” Números 11:5-6 (para entender, clique aqui, assista o vídeo e se surpreenda)

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