Até 05 de maio: Concurso Público para Farmacêutico na Polícia Civil do Distrito Federal

polícia civil DFCargo: perito criminal
Carga horária de 40 horas semanais.
Valor da inscrição: R$ 210,00.
Inscrições até as 22 horas do dia 05 de maio de 2016 pelo site www.iades.com.br.
Remuneração: R$ 16.830,85.
Baixe e leia o edital e anexo

‘‘Tu mesmo o disseste’, respondeu Jesus. ‘Mas eu digo a todos vós: chegará o dia em que vereis o Filho do homem assentado à direita do Poderoso e vindo sobre as nuvens do céu’.’’ Mateus 26:64 (clique aqui e se surpreenda)

Publicado em Concursos Públicos | Publicar um comentário

Cientistas descobrem gene que faz pessoas parecerem mais velhas

Quem carrega a herança ‘ganha’, em média, dois anos a mais na aparência do rosto

gene idosoEsse gene é um dos responsáveis pelo surgimento da pele clara e do cabelo vermelho, mas mesmo quem é negro ou tem cabelos de outras cores, aparentará ser mais velho do que realmente é se tiver o gene mutante em seu DNA, dizem os cientistas. Por isso, o gene influenciaria a aparência das pessoas independentemente da cor da pele, do gênero ou até mesmo dos estragos causados pelo sol.

De acordo com os autores, o trabalho pode ajudar a compreender como fatores genéticos mudam o rosto das pessoas ao longo do tempo e, com isso, desenvolver formas de retardar os efeitos mais visíveis do envelhecimento. Eles acreditam que ainda serão descobertas muitas outras variantes genéticas que aceleram ou atrasam esse processo, especialmente no rosto.

— Este é o primeiro gene já encontrado com atuação sobre a idade aparente, e, sozinho, ele já consegue provocar um efeito de dois anos — disse ao jornal britânico “The Guardian” Manfred Kayser, professor de Biologia Molecular Forense no Centro Médico Erasmus, em Roterdã. — Sabemos que existem outras variantes genéticas para serem descobertas, estamos apenas no início.

Análise de três mil rostos – Para realizar a pesquisa, Kayser pediu que um grupo de observadores estimasse as idades de cerca de três mil pessoas que haviam fornecido imagens de seus rostos e amostras de seus DNAs para o que é conhecido como Estudo de Roterdã — um conjunto de pesquisas da área médica que começou na década de 1980. Um dos primeiros dados obtidos foi que as mulheres frequentemente eram julgadas como sendo mais velhas do que de fato eram. Enquanto isso, grande parte dos homens era tida como mais nova.

Alguns cientistas levantaram a hipótese de isso ter ocorrido porque o padrão de jovialidade para a mulher, em nossa sociedade, é mais limitador do que para o homem. Porém, após avaliar o genoma das pessoas envolvidas, Kayser descobriu um fator em comum entre aquelas que pareciam mais velhas: variações do gene MC1R. Para confirmar o achado, ele repetiu a pesquisa em dois outros grupos de pessoas, um na Holanda, o outro, no Reino Unido. E, de novo, lá estava o mesmo gene.

Para Kayser, esse resultado tem implicações que vão muito além da criação de cremes faciais e outros cosméticos que podem, de certo modo, atuar sobre o MC1R. Segundo ele, a pesquisa pode jogar luz sobre o que a aparência dos indivíduos diz sobre a saúde deles.

— Ao encontrar mais genes envolvidos na idade aparente, podemos entender melhor a relação entre a idade que você parece ter e o quão saudável você é — especulou ele. — É uma abordagem diferente para a compreensão do envelhecimento saudável. Alguns cientistas que não participaram do projeto, no entanto, ponderaram que pedir para observadores dizerem quantos anos as pessoas parecem ter é algo subjetivo. Cada um, alegam eles, perceberia de forma diferente o envelhecimento.

Influência do ambiente – Pesquisadores da área também insistem que os fatores ambientais e comportamentais, além da carga genética, têm enorme influência sobre a aparência das pessoas. Por isso, nada de desespero para quem tem as tais mutações no MC1R.

— De nada adianta ter uma genética favorável se a pessoa fuma — exemplifica Maria Cátira Bortolini, pesquisadora do Departamento de Genética do Instituto de Biociências da Universidade Federal do Rio Grande do Sul (UFRGS). — Do ponto de vista científico, o cigarro é incontestavelmente causador de envelhecimento da pele. Outros aspectos como alimentação e exercícios físicos ainda não são consenso entre cientistas, mas o tabagismo, sim, porque ele causa danos ao DNA. Ela destaca, no entanto, que é interessante o estudo revelar outro papel para esse gene em particular, até então associado basicamente à pele clara e aos cabelos vermelhos.

— Só sabíamos que esse gene atuava na rota da pigmentação. Mas, como temos uma quantidade muito pequena de genes para a grande variedade de características fenotípicas que o ser humano tem, já era esperado que a maioria dos genes atuasse em rotas diferentes — explica Maria Cátira.

Pesquisadora do Laboratório de DNA da Universidade do Estado do Rio de Janeiro (Uerj), Leonor Gusmão acredita que a feição das pessoas está associada à saúde física delas apenas indiretamente. Não é possível, segundo ela, determinar que uma pessoa não está tão saudável quanto deveria apenas porque ela parece mais velha.

— Uma coisa é o envelhecimento celular, outra é a aparência. Problemas de saúde ou envelhecimento acelerado do organismo podem, sim, deixar indícios na aparência das pessoas. Mas o contrário é difícil de determinar — diz ela. — Mesmo com aparência boa, jovem, pode-se ter problemas fisiológicos.

Fonte: O Globo

‘‘Toda a Escritura é inspirada por Deus e útil para o ensino, para a repreensão, para a correção e para a instrução na justiça, para que o homem de Deus seja apto e plenamente preparado para toda boa obra.’’ 2 Timóteo 3:16-17 (clique aqui e se surpreenda)
Publicado em Notícias | Publicar um comentário

CFF publica nota aos farmacêuticos e à sociedade em resposta ao CFM

CFF logoO Conselho Federal de Farmácia publicou uma nota aos farmacêuticos e à sociedade em resposta a nota publicada no site do Conselho Federal de Medicina no último dia 26 de abril, na qual se manifestou sobre uma possível situação de  exercício ilegal da medicina.

Leia a nota do CFF:

nota CFF ao CFM

Fonte: CFF

‘‘Assim, cada um de nós prestará contas de si mesmo a Deus.’’ Romanos 14:12 (clique aqui e se surpreenda)

 

Publicado em Notícias | Publicar um comentário

Manter amigos estimula a tolerância à dor

De acordo com um estudo de Oxford, a explicação está na liberação dos hormônios associados ao bem-estar

amigos dorUm novo estudo aponta que ter amigos aumenta a tolerância à dor. A pesquisa publicada nesta quinta-feira (28), na revista científica Scientific Report, também indica que pessoas muito estressadas e aquelas em boa forma física tendem a ter menos amigos.

Para chegar a essa conclusão, pesquisadores da Universidade de Oxford, na Inglaterra, procuraram comprovar a teoria de que o sistema de endorfina – substância analgésica produzida pelo organismo que também provoca sensação de bem-estar – no cérebro pode ter evoluído não só para responder ao desconforto físico, mas também influencia a nossa experiência de prazer a partir das interações sociais.

“O comportamento social e estar ligado de alguma forma a outros indivíduos (ficar perto de nossos pais, filhos e amigos) é realmente importante para a nossa sobrevivência. Eu estava particularmente interessada na ação da endorfina, que é parte dos nossos circuitos de dor e prazer. Até porque, estudos mostraram que, em uma dose equivalente, a endorfina é mais forte que a morfina”, disse Katerina Johnson, coautora da pesquisa.

Para testar essa teoria, os autores analisaram os vínculos sociais e a tolerância à dor de 101 pessoas, com idade entre 18 e 34 anos. No experimento, cada participante precisou completar um questionário que buscava avaliar os seguintes pontos: quantidade de amigos íntimos (este item dividia-se em “duas categorias”: aqueles que você faz questão de ver pelo menos uma vez por semana ou uma vez por mês), personalidade, forma física e nível de stress.

Em seguida, os voluntários foram submetidos a um teste físico que consistia em ficar apoiado de costas em uma parede, com os joelhos dobrados em 90º, como se estivessem sentados em uma cadeira imaginária. Eles deveriam ficar nessa posição, suportando a dor e o desconforto, o máximo que conseguissem.

Os resultados mostraram que os participantes que tinham mais amigos suportaram a tarefa por mais tempo. E, por incrível que pareça, a quantidade de amigos contatados uma vez por mês mostrou-se mais eficaz – no que diz respeito à tolerância à dor – do que aqueles contatados semanalmente. “Isso mostra que a relação com a quantidade de endorfina no cérebro pode só ser relevante quando se trata do máximo de laços sociais estreitos que podemos manter, uma vez que quase todos nós temos alguns amigos e familiares em quem podemos confiar em tempos de necessidade”, disse Katerina.

Outro dado interessante é que, apesar dos participantes com melhor forma física terem tolerado o desconforto físico por mais tempo, eles tinham menos amigos. “Isso pode ser simplesmente por uma questão de tempo. Pessoas que passam mais tempo se exercitando podem ter menos tempo para ver seus amigos. Ou porque as duas atividades – socializar com os amigos e praticar atividade física – liberam endorfina. Portanto, essas pessoas sentem menos necessidade de socializar”, explica a autora. Por sua vez, os participantes que relataram maiores níveis de stress também apresentaram menos vínculos e menor resistência à dor. Dessa forma, a autora sugere que as redes sociais poderiam ajudar essas pessoas a lidar melhor com o estresse.

Outra sugestão do estudo refere-se a quantidade e a qualidade das nossas relações sociais. Tais características afetam a saúde física e mental e podem até ser determinantes em relação ao tempo que vamos viver. “Evoluímos para prosperar em um ambiente socialmente rico, mas nesta era digital, as deficiências em nossas interações sociais podem ser um dos fatores negligenciados e é preciso ficar atento”, afirmou Katerina.

Por fim, o estudo sugere que o sistema de produção e liberação de endorfina pode ser interrompido por distúrbios psicológicos, como a depressão. “Isto pode ser parte da razão pela qual as pessoas deprimidas frequentemente sofrem de falta de prazer e ficam socialmente mais isoladas”, afirmou a pesquisadora.

Fonte: Veja

‘‘O Senhor confia os seus segredos aos que o temem, e os leva a conhecer a sua aliança.’’ Salmos 25:14 (clique aqui e se surpreenda)
Publicado em Notícias | Publicar um comentário

Funcionária de hospital erra e aplica insulina em vez de vacina contra gripe

Caso ocorreu nesta quinta (28), no hospital municipal de Maringá, no PR. Cerca de 50 servidores receberam injeção por engano, diz prefeitura

vacina e insulinaCerca de 50 servidores do Hospital Municipal de Maringá, no norte do Paraná, receberam doses de insulina no lugar de vacina contra o vírus H1N1 após a enfermeira confudir as ampolas, nesta quinta-feira (28), segundo a prefeitura. Várias pessoas vacinadas foram internadas com reações, ainda segundo a administração municipal.

A insulina é um hormônio usado no tratamento de diabetes. A Secretaria Municipal de Saúde informou que, aplicada indevidamente, pode causar sonolência, fraqueza, taquicardia e tremores. Ainda de acordo com a prefeitura, a falha foi identificada pela própria servidora logo após a aplicação. A enfermeira está grávida e também aplicou insulina nela própria por engano.

Funcionários em observação – Os 50 funcionários estão sendo atendidos por médicos do próprio hospital e devem permanecer em observação até as 21h. Esse é o prazo para a manifestação das reações adversas. A prefeitura classificou o fato como um acidente de trabalho e, por isso, a Diretoria de Saúde Ocupacional está acompanhando o caso. A administração municipal diz que a servidora afirmou que se confundiu com as embalagens, que são parecidas. Um processo administrativo será aberto para investigar as responsabilidades.

Fonte: G1

‘‘Jesus disse: Mas tudo isso aconteceu para que se cumprissem as Escrituras dos profetas.’’ Mateus 26:56a (clique aqui e se surpreenda)
Publicado em Notícias | Publicar um comentário

Cooperativas de materiais recicláveis apresentam risco de exposição a fungos

Quantidade fúngica encontrada pelo estudo foi maior do que a permitida pelos parâmetros internacionais

cooperativas fungosPesquisa analisou as cooperativas de materiais recicláveis da região metropolitana da capital paulista e detectou uma presença maior de fungos do que a legislação internacional permite. Conduzido pela farmacêutica Gisele Ferreira de Souza, e realizado na Faculdade de Medicina da Universidade de São Paulo, o estudo buscou identificar a quais poluentes biológicos e químicos os cooperados estão expostos enquanto trabalham.

Após visitarem 11 cooperativas, os pesquisadores selecionaram três: a Cooperação, na Vila Leopoldina, a Cooper Viva Bem e a Coopere, ambas no Bom Retiro. Espaços como a cozinha, o escritório, a esteira, a prensa e a sala de resíduos eletroeletrônicos foram avaliados. Como a tabela abaixo indica, todos os locais analisados, exceto o escritório da Coopere, estão com uma presença de fungos maior do que a permitida pela regulamentação internacional.

Segundo a Conferência Governamental Americana de Higienistas Industriais (American Conference of Governmental Industrial Hygienists – ACGIH), que é um órgão regulador dos ambientes ocupacionais, espaços com mais de 250 UFC/m³ (unidades fúngicas formadoras de colônias) colocam em risco a saúde dos trabalhadores. A pesquisadora explica que a Anvisa (Agência Nacional de Vigilância Sanitária) permite até 750 UFC/m³, três vezes mais do que os parâmetros internacionais. Gisele acredita que isso se deve ao fato de a ACGIH atualizar seus dados anualmente, enquanto a Anvisa revê seus parâmetros com menos frequência.

Para o trabalhador, o contato constante com os esporos fúngicos e as micotoxinas que eles produzem podem causar doenças respiratórias ou dermatites. “Esses poluentes ambientais podem prejudicar e causar, por exemplo, reações alérgicas. Esses trabalhadores podem ter como sintoma febre, espirro, corrimento nasal, olhos avermelhados e erupções na pele”, explica a farmacêutica.

Uma das justificativas para a alta presença de fungos é a grande quantidade de material orgânico que ainda chega até as cooperativas. “A gente encontra muitos problemas na coleta, algumas vêm com o material bem preparado, outras contém muitos rejeitos, material molhado, que são os restos de comida, as cascas de alimento. Isso não deveria chegar até nós”, afirma Élia Terezinha de Oliveira, tesoureira da Cooperação.

Gisele explica que o brasileiro não tem o hábito de separar o material reciclável do orgânico, então há a produção constante de bolores e fungos. “É o resto de leite na caixinha Tetra Pak, é o pedaço de chocolate no papel alumínio, é a isso que se deve essa quantidade fúngica”, completa a pesquisadora.

O estudo – Essa pesquisa faz parte de um estudo maior conduzido pelo professor Nelson da Cruz Gouveia, que está sendo pioneiro na análise da saúde e do ambiente ocupacional de pessoas que trabalham com a coleta e separação de materiais recicláveis. Conta inclusive com o apoio do Movimento Nacional dos Catadores de Materiais Recicláveis (MNCR).

No trabalho de Gisele, por exemplo, além poluentes biológicos, foram analisados a presença de metais no ar e no solo. No entanto, foi concluído que não há uma quantidade de resíduos metálicos que apresente risco a saúde do trabalhador. Todos os valores encontrados estão abaixo do limite internacional, não representando sequer 0,01%. Para a farmacêutica, isso acontece “porque eles não queimam ou aquecem o metal, já que eles não fazem a reciclagem. Eles só separam o que chega até a cooperativa.”

Além disso, a pesquisadora também contabilizou a quantidade de resíduos farmacêuticos que as cooperativas recebem. Segundo a pesagem, a Cooperação e a Coopere receberam 5 quilos de resíduos medicamentosos por semana, enquanto a Cooper Viva Bem recebeu cerca de 3 quilos no mesmo período. Para o trabalhador da cooperativa, o risco está na automedicação, além do perigo causado pelo contato com produtos químicos vencidos. “Já existem algumas farmácias que trabalham com o descarte consciente de medicamentos, incinerando-os. Assim eles não são jogados na pia ou no lixo, podendo atingir rios, aterros sanitários e cooperativas de recicláveis”, explica Gisele.

O perfil das cooperativas – Enquanto analisavam as condições do ambiente, os pesquisadores conseguiram fazer uma avaliação do perfil socioeconômico dos cooperados. Em todas as cooperativas analisadas, percebeu-se que a maior parte dos trabalhadores é composta por mulheres na faixa de 40 anos e com nível baixo de escolaridade.

Também pontuou-se que há baixa aderência aos equipamentos de proteção individual (EPIs). ”A gente chegava nas cooperativas e eles não estavam usando botas, luvas ou máscara. Não porque não tinham acesso, mas porque o material não era considerado adequado para o trabalho”, comenta a farmacêutica.

Élia de Oliveira, tesoureira da Cooperação, afirma que os EPIs são entregues regularmente, mas que o uso fica a cargo de cada cooperado. Romilson Bonfim da Silva, que separava materiais eletroeletrônicos durante a entrevista, disse que geralmente não usa luva, pois sente que perde a agilidade ao fazer seu trabalho. Em contrapartida, Maria Eliane Augusto afirmou usá-las, principalmente quando separa vidros. “Só não uso a máscara, porque não consigo, não me adaptei”, completa a trabalhadora.

Confira a entrevista em vídeo com a pesquisadora

Fonte: USP

‘‘Jesus disse: Ninguém que põe a mão no arado e olha para trás é apto para o Reino de Deus.’’ Lucas 9:62 (clique aqui e se surpreenda)
Publicado em Notícias | Publicar um comentário

Farmacêutica vende farmácia na cidade de Curitiba – PR

1Possui 150m2 de área.
Bom faturamento. Clientela fidelizada.
Ótimo estoque de medicamentos, perfumaria e conveniência. Possui estacionamento.
Documentações em dia, sem dividas.
Motivo da venda: mudança de cidade
Interessados falar com Juliana pelo telefone (41) 9844-5050 (Tim / whatsapp) ou pelo e-mail juliana.sarruf@gmail.com

‘‘Pelo poder que o capacita a colocar todas as coisas debaixo do seu domínio, ele transformará os nossos corpos humilhados, para serem semelhantes ao seu corpo glorioso.’’ Filipenses 3:21 (clique aqui e se surpreenda)

Publicado em Farmácias a Venda | Publicar um comentário