Cães imitam a personalidade dos donos, diz pesquisa

Eles também conseguem perceber estados emocionais e ajudam seus humanos a lidar com estresse.

cao-sentimentoUma pesquisa de cientistas austríacos afirma confirmar algo que muita gente já diz há algum tempo: os cães desenvolvem uma personalidade parecida com a de seus donos. Alguns animais expressam a ansiedade e a negatividade dos humanos, enquanto cães tranquilos e amigáveis conseguem ajudá-los a lidar melhor com o estresse. Os pesquisadores fizeram testes com mais de cem cachorros e seus donos.

Nas análises, mediram os batimentos cardíacos e a resposta a ameaças. Amostras de saliva também foram colhidas para avaliar os níveis de cortisol, considerado o hormônio do estresse – a substância controla nosso biorritmo, reduz inflamações e estimula a imunidade. Os donos foram então avaliados de acordo com cinco características de personalidade: neuróticos, extrovertidos, abertos às experiências, afáveis e conscientes. A personalidade dos cachorros também foi avaliada por meio de um questionário aplicado a seus proprietários.

Emoções imitadas – Os cães têm vivido com o homem há mais de 30 mil anos. Segundo a cientista Iris Schoberl, da Universidade de Viena, no estudo tanto donos como cachorros influenciaram seus respectivos mecanismos de imitação. Mas o ser humano se mostrou mais influente do que o cão. “Nossos resultados comprovam aquilo que vemos na prática: os cães e seus donos são pares sociais e influenciam um ao outro na maneira como lidam com o estresse”, disse a cientista à BBC.

Schoberl destacou que os cachorros são sensíveis aos estados emocionais dos seus donos – e podem imitar suas emoções. De acordo com a nova pesquisa, eles conseguem captar a informação emocional das pessoas e ajustar seu comportamento de acordo com ela. O estudo foi publicado na revista científica online PLOS ONE.

Fonte: G1

‘‘Eis que não tosquenejará nem dormirá o guarda de Israel. O Senhor é quem te guarda; o Senhor é a tua sombra à tua direita.” Salmos 121:4-5 (clique aqui e se surpreenda)

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Rastreabilidade: Anvisa abre Consulta Pública sobre o tema

rastreamento-medicamentosA Anvisa abriu a Consulta Pública n° 311, de 15 de fevereiro de 2017, para contribuições da sociedade ao texto que servirá como base da proposta de revisão da RDC 54/2013, que normatiza a implantação do Sistema Nacional de Controle de Medicamentos. Na prática, isso significa a elaboração das diretrizes para a rastreabilidade de medicamentos na cadeia dos produtos farmacêuticos. Os interessados em contribuir têm, a partir de hoje, data em que a abertura da CP foi publicada no Diário Oficial da União, 30 dias para enviar seus comentários e sugestões.

O diretor-presidente da Anvisa, Jarbas Barbosa, comemora a iniciativa: “Essa minuta de RDC que foi aprovada pela Diretoria Colegiada para ir à Consulta Pública é fruto de um processo de amadurecimento técnico dentro da Agência e de um amplo diálogo com todos os setores envolvidos. A RDC vai receber novas contribuições e possibilitará, depois de sua aprovação final, a efetiva implantação do Sistema Nacional de Controle de Medicamentos”.

As sugestões deverão ser enviadas eletronicamente por meio do preenchimento de formulário específico, disponível no endereço: http://formsus.datasus.gov.br. As contribuições recebidas serão consideradas públicas e estarão disponíveis a qualquer interessado por meio de ferramentas contidas no formulário eletrônico, no menu “resultado”, inclusive durante o processo de consulta.

Ao término do preenchimento do formulário eletrônico será disponibilizado ao interessado o número de protocolo do registro de sua participação, sendo dispensado o envio postal ou protocolo presencial de documentos em meio físico junto à Agência.  Em caso de limitação de acesso do interessado a recursos informatizados (computadores, internet etc.) será permitido o envio e recebimento de sugestões por escrito, em meio físico, durante o prazo de consulta, para o seguinte endereço: Agência Nacional de Vigilância Sanitária/Diretoria de Gestão Institucional – DIGES, SIA trecho 5, Área Especial 57, Brasília-DF, CEP 71.205-050.

Excepcionalmente, contribuições internacionais poderão ser encaminhadas em meio físico para o seguinte endereço: Agência Nacional de Vigilância Sanitária/Assessoria de Assuntos Internacionais (AINTE), SIA trecho 5, Área Especial 57, Brasília-DF, CEP 71.205-050. Ao término do prazo estipulado para as contribuições, a Anvisa promoverá a análise do material recebido e, após essa etapa, publicará o resultado da consulta pública no portal da Agência. A íntegra da Consulta Pública n° 311 pode ser acessada através do link http://portal.anvisa.gov.br/.

Atribuições e prazos – A discussão sobre o Sistema Nacional de Controle de Medicamentos, cujos fundamentos estão na RDC 54/2013, foi mais uma vez impulsionada, no final do ano passado, pela publicação da Lei 13.410, que trata do tema e define regras e prazos a serem observados pela Anvisa. Esta lei trouxe para a Anvisa as seguintes atribuições e prazos:  Definição das categorias de medicamentos que estarão sujeitas ao Sistema Nacional de Controle da Rastreabilidade (SNCM); Informações mínimas constantes da Identificação Única de Medicamentos (IUM); Banco de dados centralizado em instituição do Governo Federal; Acesso, pelo membro da cadeia de movimentação, apenas aos dados por ele enviados;

Definição de novos prazos: quatro meses (prorrogáveis, mediante justificativa, por mais quatro meses) para a regulamentação pela Anvisa; um ano para a realização de fase experimental; oito meses para avaliação da fase experimental; e três anos para a completa implementação do SNCM.

Para construir o texto que entrou em Consulta Pública, a Anvisa realizou 13 reuniões e uma Audiência Pública, entre julho/2016 e fevereiro /2017, com representações de todos os setores envolvidos, para ouvir e aprofundar as principais questões da revisão. Também foram realizadas reuniões e consultas às áreas técnicas da Agência. E já está prevista uma Audiência Pública com o objetivo de debater as contribuições da Consulta Pública sobre o sistema de rastreamento de medicamentos, trazendo mais elementos para a elaboração da versão final da regulamentação, que será trazida para deliberação da Diretoria Colegiada da Anvisa até 28 de abril de 2017, cumprindo-se o prazo de quatro meses estabelecidos na Lei 13.410/2016.

Na Consulta Pública, destacam-se os seguintes pontos: a organização do SNCM, regra geral, para todos os medicamentos registrados na Anvisa, excluindo, num primeiro momento, os de distribuição gratuita e controle individual pelo SUS, a serem definidos em lista; os de baixo valor; e os que apresentaram dificuldade tecnológica.

Assim, a proposta excetua da regra geral: Soros e vacinas integrantes do Programa Nacional de Imunização; Radiofármacos; Medicamentos isentos de prescrição;
Medicamentos pertencentes a Programas do Ministério da Saúde, de distribuição gratuita e controle individualizado de entrega; Medicamentos específicos, fitoterápicos e dinamizados; Amostras grátis; A notificação da alteração de rotulagem, em função da inclusão do Datamatrix e do código serial, entendida com de implementação imediata, sem necessidade de aprovação prévia; A possibilidade de escolha, pelo detentor do registro quando da importação dos medicamentos, de serializá-lo no país de origem ou no Brasil;
Prazos distintos para que os membros da cadeia de movimentação de medicamentos comuniquem os eventos:
I – Até três dias para os detentores de registro;
II – Até cinco dias para os distribuidores;
III – Até sete dias para os dispensadores.
A previsão de instituição do Comitê Gestor, com representação dos integrantes do SNCM e coordenado pela Anvisa, para avaliação da fase experimental; Serão publicadas Instruções Normativas para definir as regras necessárias à operacionalização do SNCM; O regulamento é obrigatório para os membros do SNCM que fizerem parte da fase experimental, sendo optativo, durante essa fase, para os demais membros da cadeia de movimentação.

Saiba Mais: Lei 13410/2016 e RDC 54/2013

Colaboração: Comissão de Indústria Farmacêutica do CRF-PR
Fonte: CRF-PR

‘‘Mulher virtuosa quem a achará? O seu valor muito excede ao de rubis. O coração do seu marido está nela confiado; assim ele não necessitará de despojo.” Provérbios 31:10-11 (clique aqui e se surpreenda)

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Estudo indica que vitamina D protege contra gripes e resfriados

Durante anos, os estudos científicos defenderam conclusões opostas sobre este tema.

tomar-solA vitamina D pode proteger contra resfriados, gripes e outras infecções respiratórias, aponta um estudo publicado nesta quinta-feira, que reabre o debate sobre a utilidade dos suplementos nutricionais. Um estudo sobre 25 testes clínicos realizados em 14 países, alguns dos quais apontaram resultados contraditórios, descobriu “a primeira prova definitiva” da relação entre a vitamina D e a prevenção da gripe, afirmaram pesquisadores na revista British Medical Journal (BMJ).

Os efeitos são maiores nas pessoas que têm baixos níveis deste nutriente, que se encontra em alguns alimentos e é absorvido pelo corpo quando a pele se expõe à luz ultravioleta. Muita gente, principalmente de países com climas frios e nublados, não tem vitamina D suficiente. Durante anos, os estudos científicos defenderam conclusões opostas sobre este tema. Alguns deles demonstram que as pessoas com níveis baixos desta vitamina têm mais risco de sofrer fraturas ósseas, doenças cardíacas, câncer de cólon, diabetes, depressão ou Alzheimer. Para outros, não existe uma prova que corrobore este risco.

Este novo estudo, realizado pelos pesquisadores da Universidade Queen Mary de Londres com base em uma amostra gigantesca com 11.000 participantes, esclarece por que os suplementos parecem funcionar em alguns testes e não em outros. “A conclusão é que os efeitos protetores dos suplementos de vitamina D são mais fortes nas pessoas que têm níveis mais baixos de vitamina D, e também quando o suplemento é fornecido diariamente ou a cada semana, mais que em doses espaçadas”, disse o diretor da pesquisa, Adrian Martineau, em um comunicado.

Uma hipótese – A vitamina D protege contra infecções respiratórias, incluindo a bronquite e a pneumonia, ao aumentar os níveis de peptídeos antibióticos nos pulmões, segundo os cientistas. Isto coincide com a observação de que resfriados e gripes são mais comuns no inverno e na primavera, quando os níveis de vitamina D são mais baixos. Também explica por que a vitamina D protege contra os ataques de asma, acrescentaram.

Em um editorial publicado com o estudo, os especialistas Mark Bolland e Alison Avenell afirmam que as conclusões devem ser consideradas como uma hipótese que requer uma confirmação científica. Louis Levy, chefe de ciência nutricional do Public Health England (PHE), uma agência do serviço nacional de saúde britânico, compartilha a cautela da equipe de pesquisa.

“Este estudo não fornece provas suficientes para aconselhar a vitamina D como redutora do risco de infecções respiratórias”, afirmou. Outros especialistas são, no entanto, mais otimistas. O caso dos suplementos de vitamina D, ou outros complementos nutricionais, “agora é indiscutível”, concluiu Benjamin Jacobs, do Royal National Orthopaedic Hospital.

Fonte: Exame

‘‘Estando ele ainda falando, chegou um dos do príncipe da sinagoga, dizendo: A tua filha já está morta, não incomodes o Mestre. Jesus, porém, ouvindo-o, respondeu-lhe, dizendo: Não temas; crê somente, e será salva.” Lucas 8:49-50 (clique aqui e se surpreenda)

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OMS registra queda de novos casos de febre amarela no Brasil

Entre 1º de dezembro de 2016 e 15 de fevereiro de 2017 foram registrados 1.236 casos.

vacina-amarelaA OMS (Organização Mundial da Saúde) aponta que cai de forma importante o número de novos casos confirmados de febre amarela no Brasil. Mas alerta que um monitoramento da situação pelas próximas semanas será necessário antes de declarar que o surto já não seria mais um risco. Por enquanto, a OMS mantém sua recomendação para que turistas sejam vacinados antes de ir a determinadas áreas de risco no Brasil.

Dados publicados nesta sexta-feira (17), apontam que, na segunda semana de 2017, um total de novos 80 casos foram confirmados no Brasil em relação aos sintomas. A taxa caiu para 50 na semana seguinte, 20 na quarta semana do ano e menos de cinco na atual semana examinada.

“Seguindo a distribuição de casos por semanas epidemiológica e por Estados, uma tendência decrescente é observada”, apontou o documento da OMS feito em colaboração com a Organização Pan-Americana de Saúde. Cautelosa, as entidades apontam que “será necessário continuar a monitorar a situação para determinar se essa tendência vai persistir nas próximas semanas”.

De acordo com a OMS, entre 1º de dezembro de 2016 e 15 de fevereiro de 2017, um total de 1.236 casos foram registrados de febre amarela no Brasil. 243 foram confirmados, 108 descartados e 885 ainda estão sob exame. 197 mortes foram contabilizadas, com uma taxa de fatalidade de 34% para os casos confirmados. Apesar de a febre amarela ser endêmica no Brasil, o número de casos no atual surto é superior às décadas precedentes.

Mas, no que se refere aos casos suspeitos, o número de registros continua a aumentar e por isso a cautela da OMS. Até o dia 8 de fevereiro, um total de 1.060 casos foram identificados, dos quais 765 estavam ainda sendo examinados. Bahia, Espírito Santo, Minas Gerais, Rio Grande do Norte, São Paulo e Tocantins registraram casos.

Expansão – Além do Brasil, a OMS aponta que Colômbia, Peru e Bolívia registraram casos suspeitos e que o risco de proliferação continua, conforme o jornal “O Estado de São Paulo” revelou há duas semanas. No caso boliviano, os exames confirmam pelo menos um caso de um turista na região de Caranavi. “Durante o período de infecção, o caso viajou para fora da Bolívia”, alerta, lembrando que a febre amarela é endêmica no país andino mas que, desde 2013, apenas casos esporádicos têm sido registrados.

Outro risco que continua é o da transmissão por animais, principalmente no Paraguai, Bolívia, Argentina e Uruguai. Em uma outra recomendação, a OMS também alertou que as amostras biológicas devem ser consideradas como “potencialmente infecciosas”. Segundo a entidade, “todos os funcionários de laboratórios devem estar vacinados e usar equipamentos de proteção”.

Fonte: R7

‘‘E, além disto, aprendem também a andar ociosas de casa em casa; e não só ociosas, mas também paroleiras e curiosas, falando o que não convém.” 1 Timóteo 5:13” Salmos 27:1 (clique aqui e se surpreenda)

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Estudo mostra que mínimo de cálcio nas artérias já leva a doenças cardiovasculares

Mais de 45 mil brasileiros morreram de problemas do coração somente este ano.

coração 2.jpgO mês de fevereiro nem chegou ao fim e mais de 45 mil brasileiros já morreram este ano de doenças cardiovasculares, segundo o “cardiômetro” da Sociedade Brasileira de Cardiologia. Essas doenças são líderes de mortes no país, respondendo por cerca de 30% de todos os óbitos. Em busca de aumentar as formas de prevenção, um estudo publicado este mês revela um novo parâmetro para determinar quem são aqueles com mais risco de desenvolver problemas cardiovasculares. A pesquisa foi divulgada na revista científica “JAMA Cardiology”.

A conclusão dos pesquisadores é de que quantidades mínimas de cálcio nas artérias coronárias já aumentam o risco de doenças. Antes, acreditava-se que apenas um escore de cálcio — medida usada para esse mineral — maior que 300 poderia causar algum dano, mas este novo estudo mostra que bem menos do que isso já é arriscado. Se a pessoa detectar que tem algum escore de cálcio ainda jovem, pode tratar e evitar problemas do coração mais tarde.

O cardiologista Marcelo Hadlich, fellow da Sociedade Europeia de Cardiologia e médico do Richet Medicina & Diagnóstico, explica que a existência de cálcio nas artérias do coração está muito relacionada ao envelhecimento delas, o que é chamado de arteriosclerose. Quanto maior a quantidade de cálcio nas artérias, maior o risco de a pessoa ter algum problema cardiovascular. No entanto, em vários casos pode haver um envelhecimento precoce, levando uma pessoa ainda jovem a apresentar o quadro — ou o início do que pode vir a ser uma arteriosclerose.

— A grande novidade trazida por esse estudo é que pessoas de cerca de 30 anos já se beneficiam desse tipo de exame [que mede o escore de cálcio]. Quando conseguimos identificar ainda cedo que o paciente tem alguma calcificação, temos mais recursos para intervir — afirma ele. — Segundo o estudo, mesmo com 100 de escore de cálcio, o que antes consideraríamos baixo, a pessoa já está em risco.

Ele esclarece que um indivíduo sadio, em tese, tem zero de escore de cálcio. Mas os médicos costumam considerar uma margem aceitável de calcificação dentro das artérias, sem que isso necessariamente signifique risco cardiovascular. Com a nova pesquisa, porém, essa margem fica mais reduzida. — O escore de cálcio é o principal instrumento para se identificar o risco de uma doença cardiovascular — pontua Hadlich. — Por isso é tão importante estarmos atentos a esse parâmetro.

Parecido com uma tomografia, o exame utilizado para verificar a quantidade de cálcio dentro das artérias já é feito no Brasil há cerca de 30 anos, mas ainda não está disponível no Sistema Único de Saúde (SUS). Em clínicas particulares, custa de R$ 300 a R$ 600. Mas a tendência é que o preço diminua, segundo Hadlich.

Receitas não seguidas – Para o presidente da Sociedade Brasileira de Cardiologia (SBC), Marcus Bolívar Malachias, outra arma poderosa para a prevenção de problemas cardiovasculares é o controle de fatores de risco diversos, como o diabetes e a hipertensão. — Se os pacientes tomassem os medicamentos indicados e controlassem os fatores de risco, grande parte das mortes seriam evitadas — argumenta ele.

A cada três receitas prescritas por cardiologistas, pelo menos uma não é sequer utilizada, de acordo com a SBC. Isso significa que, mesmo tendo recebido orientações médicas, muitas pessoas negligenciam a própria saúde. —É importante que a população saiba que as doenças cardiovasculares, além de poderem matar, ainda podem incapacitar na faixa etária mais produtiva — diz Malachias. — Cada vez mais os infartos tendem a afetar pessoas mais jovens, no chamado infarto precoce.

No ano passado, segundo o “cardiômetro” da SBC, a soma das mortes estimadas no país chegou a mais de 340 mil. De acordo com a entidade, as doenças do coração matam duas vezes mais do que todos os tipos de câncer, quase três vezes mais do que os acidentes e mortes violentas e seis vezes mais do que todas as infecções, incluindo as mortes por Aids.

Fonte: O Globo

‘‘Tendo cuidado de que ninguém se prive da graça de Deus, e de que nenhuma raiz de amargura, brotando, vos perturbe, e por ela muitos se contaminem.” Hebreus 12:15 (clique aqui e se surpreenda)

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Atividades físicas não ajudam na perda de peso, diz estudo

Aumentar o tempo gasto na prática de atividades físicas não é suficiente para compensar os danos de uma alimentação altamente calórica.

atividadeExercícios físicos, sem o acompanhamento de uma dieta equilibrada, não são suficientes para ajudar as pessoas a perder ou, até mesmo, a manter peso. É o que revela o estudo publicado recentemente no jornal PeerJ. Foram examinadas mais de 1.900 pessoas nos Estados Unidos, Gana, África do Sul, Jamaica e nas ilhas Seychelles, no Oceano Índico. Os participantes foram induzidos a usar dispositivos rastreadores por uma semana para medir quanto tempo passavam praticando exercícios.

Os dados coletados foram utilizados para descobrir se as pessoas cumpririam as diretrizes recomendadas pelo serviço público de saúde norte-americano, que sugerem, pelo menos, duas horas e meia de exercícios físicos, por semana, em ritmo moderado. Também foram testados peso, altura e massa corporal dos participantes no início do estudo, após um ano e novamente ao completar dois anos.

A princípio, os participantes de Gana, em média, pesavam menos, e os norte-americanos pesavam mais. O peso médio de homens e mulheres de Gana era 63kg, enquanto o de homens e mulheres dos Estados Unidos era 92kg. Ao final do levantamento, os pesquisadores descobriram que aqueles que atingiram a meta de atividade física recomendada tinham maior tendência em ganhar peso do que aqueles que não haviam seguido.

Porém, esse resultado não se aplica somente aos norte-americanos. Os pesquisadores observaram o mesmo padrão em pessoas de cada um dos cinco países analisados. Os novos resultados vieram para confrontar a ideia de que a obesidade, já epidêmica nos Estados Unidos, é causada pela falta de atividade física.

“O que realmente precisamos analisar é o que as pessoas estão comendo”, disse a autora do projeto, Lara Dugas, da Escola de Medicina da Universidade Loyola de Chicago, ao site Live Science. Pesquisas anteriores costumavam associar o risco de obesidade com o consumo de alimentos ricos em calorias e açúcares. Já o recente estudo mostra que o tempo gasto na prática de atividades físicas, para compensar os danos da alimentação, não são tão eficazes.

Não é inteiramente claro por que a atividade física não surte efeito no emagrecimento, ou até mesmo sua ligação com o ganho de peso. “A hipótese é que, porque o exercício tende a aumentar o apetite, ele pode fazer com que as pessoas comam mais do que o normal”, explica Dugas. “Ainda assim, os resultados do estudo certamente não significam que as pessoas devem parar de se exercitar. A prática tem muitos outros benefícios à saúde”.

Pessoas que se exercitam regularmente têm um risco reduzido de doenças cardíacas, diabetes e câncer em comparação com pessoas sedentárias. Além disso, a atividade física tem sido associada, até mesmo, com a melhora da saúde mental e a longevidade.

Fonte: Veja

‘‘Ninguém despreze a tua mocidade; mas sê o exemplo dos fiéis, na palavra, no trato, no amor, no espírito, na fé, na pureza. Persiste em ler, exortar e ensinar, até que eu vá.” 1 Timóteo 4:12-13 (clique aqui e se surpreenda)

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Cada vez mais idosos tomam remédios que afetam o cérebro, diz estudo

Remédios prescritos são uma combinação de opiáceos, antidepressivos, tranquilizantes e antipsicóticos, segundo pesquisa.

remedio-idosoO número de idosos nos Estados Unidos que tomam ao menos três medicamentos que afetam o cérebro mais do que dobrou em uma década, segundo um estudo publicado nesta segunda-feira (13), que alerta sobre o risco elevado desta prática. Este forte aumento ocorreu especialmente entre os idosos das zonas rurais, onde a taxa de visitas ao médico triplicou durante o mesmo período.

Os remédios prescritos são uma combinação de opiáceos, antidepressivos, tranquilizantes e antipsicóticos, segundo um estudo publicado pela revista médica americana “Journal of the American Medical Association (JAMA) Internal Medicine”. Esta combinação, que age sobre o sistema nervoso central, é “preocupante” devido ao risco que implica para os idosos. Além das quedas e dos ferimentos que esta prática provoca, os autores mencionam também os riscos quando essas pessoas estão ao volante, as perdas de memória e outros problemas cognitivos.

Combinar analgésicos opiáceos com alguns tranquilizantes é particularmente preocupante, como alertou recentemente a Food and Drug Administration (FDA, agência sanitária americana). Esta equipe de pesquisadores da Universidade de Michigan analisou dados de uma amostra representativa de consultórios médicos entre 2004 e 2013, procedente dos Centros de Controle e Prevenção de Doenças (CDC).

Os pesquisadores descobriram que em 2004, 0,6% dos pacientes com mais de 65 anos recebiam prescrições de três ou mais medicamentos que afetam o sistema nervoso central, e que em 2013 esse número subiu para 1,4%. Se esta proporção for extrapolada para toda a população de idosos dos Estados Unidos, significaria 3,68 milhões de visitas médicas por ano nas quais foram prescritas três ou mais dessas drogas.

“O aumento que vimos nestes dados pode indicar que os idosos cada vez mais procuram assistência médica e aceitam tomar medicamentos para tratar problemas de saúde mental”, disse o autor principal do estudo, Donovan Maust, psiquiatra geriátrico da Universidade de Michigan. “Mas isso também é preocupante por causa dos riscos de combinar esses medicamentos”, acrescentou.

O estudo revelou, ainda, que cerca da metade das pessoas com mais de 65 anos que tomam esses coquetéis de medicamentos não parecem ter sido diagnosticadas anteriormente com problemas de saúde mental, insônia ou dor crônica.

Fonte: G1

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‘‘Ora, sem fé é impossível agradar-lhe; porque é necessário que aquele que se aproxima de Deus creia que ele existe, e que é galardoador dos que o buscam.” Hebreus 11:6 (clique aqui e se surpreenda)

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