Vaga para Farmacêutico(a) na cidade de Mandaguari – PR

Mandaguari 5Para trabalhar em distribuidora de medicamentos.
Preferencialmente do sexo feminino.
Com ou sem experiência.
Horário comercial.
Remuneração: piso salarial.
Maiores informações com Marcelo pelos telefones (44) 9803-4470
Enviar currículo para o e-mail romar.medicamentos@gmail.com
Colaboração: Jhonatan Faraoni
Esclarecimento sobre as vagas de emprego divulgadas no blog

Disse Jesus: ‘‘E qualquer que não levar a sua cruz, e não vier após mim, não pode ser meu discípulo.’’ Lucas 14:27
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Concurso público para Farmacêutico na cidade de Itaperuçu – PR

Itaperuçu – PRCarga horária de 30 horas semanais.
Valor da inscrição: R$ 84,00.
Inscrições até o dia 14 de abril de 2015, pelo site www.institutobrasil.net.br
Remuneração: R$ 1.754,89.
Leia o edital completo

‘‘Assim diz o Senhor, o que preparou no mar um caminho, e nas águas impetuosas uma vereda.’’ Isaías 43:16
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Pesquisa colombiana descobre planta eficiente no tratamento da hipertensão

Um estudo feito pelo laboratório fitoterápico Aral Thel em parceria com a Universidade do Quindío indica que uma espécie de planta colombiana pode ser eficiente no tratamento da hipertensão

fitoterápico 2Há três anos, o Aral Thel, instalado na cidade de Calarcá, se juntou com a universidade para desenvolver a pesquisa, apoiada também pelo Departamento Administrativo de Ciência, Tecnologia e Inovação (Colciencias).

A planta foi descoberta pelo laboratório através de pesquisas sobre espécies nativas, realizadas há 25 anos e partir das quais a companhia desenvolveu remédios também à base de frutas e verduras.

Essa planta pode representar uma nova alternativa no tratamento da hipertensão, que mata 9,3 milhões de pessoas por ano no mundo. No entanto, a toxicidade da espécie ainda está sendo testada.

A empresa preferiu manter o nome da planta em sigilo até o final da pesquisa, a fim de preservar o segredo industrial.

“Inicialmente descobrimos que a planta tem uma ação importante contra a hipertensão e pode até superar os remédios mais usados no tratamento dessa doença”, declarou à Agência Efe Lucena Bustamante, diretora-executiva do Aral Thel.

“Se os testes comprovarem que a planta não é tóxica, poderemos propor sua inclusão no vade mecum colombiano e avançar na obtenção do primeiro extrato natural contra a hipertensão”, afirmou Lucena.

O laboratório produz extratos, geleias e xaropes para o tratamento de lúpus, psoríase, dores de cabeça, fibromialgia, artrose, cardiopatias, artrite, psicose, doenças autoimunes, infecções pulmonares, renais e circulatórias, entre outras doenças.

“A união bem sucedida entre uma empresa e uma universidade é possível. A riqueza da flora da Colômbia pode ser aproveitada com toda segurança, há uma quantidade enorme de elementos medicinais ainda desconhecidos”, afirmou a diretora-executiva sobre a possibilidade de um resultado positivo da pesquisa.

Em 2009, o Aral Thel se tornou o segundo laboratório fitoterápico certificado pelo Instituto Nacional de Vigilância de Remédios e Alimentos (Invima). Atualmente, a empresa comercializa seus produtos em todo o país e, em 2014, fechou o ano com um faturamento de cerca de R$ 1,9 milhão.

Com capacidade de produção de 25 mil medicamentos mensais, a companhia prevê um plano de expansão para 2016, quando pretende iniciar as primeiras exportações para os países vizinhos.

A diretora-executiva disse ter interesse em exportar para o Peru, por exemplo, mas afirmou que a companhia ainda está se preparando para este passo, porque para isso, “é preciso ter segurança sobre a capacidade, disponibilidade e qualidade das matérias-primas”.

Segundo Lucena, o principal objetivo da Aral Thel é investir em novas pesquisas que possibilitem o desenvolvimento de medicamentos eficientes no tratamento de doenças crônicas.

Fonte: Terra

‘‘Porque para mim o viver é Cristo, e o morrer é ganho.’’ Filipenses 1:21
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SBRAFH-PR promove ação pioneira no Estado

sbrafh 3A Sociedade Brasileira de Farmácia Hospitalar – regional Paraná (SBRAF-PR) consolidou ontem, 26/03, durante um jantar, uma ação pioneira no Estado. O projeto que também conta com a parceria do CRF-PR, propõe aos Hospitais uma reunião técnica mensal com os Farmacêuticos para levar atualização e promover educação continuada, além da troca de experiências, prática muito importante entre os profissionais que atuam na área hospitalar. Já são 26 os Hospitais que assinaram o Termo de Adesão. A SBRAFH-PR pretende envolver ainda mais Hospitais neste projeto.

Mais informações: regionalpr@sbrafh.org.br

Fonte:  CRF-PR

‘‘Buscai ao Senhor e a sua força; buscai a sua face continuamente.’’ 1 Crônicas 16:11
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Islândia mapeia DNA de toda sua população para prevenir câncer

Dados médicos podem ser usados para identificar indivíduos que correm risco de desenvolver a doença

DNA 7Cientistas na Islândia dizem ter mapeado com sucesso o código genético do “país inteiro”. A façanha teria sido realizada por meio da combinação de dados de DNA com árvores genealógicas.

Representantes da equipe científica deCODE, responsável pelo mapeamento, disseram que agora podem encontrar todas as mulheres que correm risco de desenvolver câncer de mama “com o apertar de um botão” – e que seria um crime não usar essa informação.

A pesquisa científica, publicada no jornal científico Nature Genetics, usou os dados para fazer uma série de descobertas, incluindo a idade do último ancestral em comum de todos os homens. O DNA é passado de geração para geração, assim, ao decodificar o código genético de uma criança, é possível mapear o DNA de seus país e avós.

A equipe pesquisou as sequências de DNA de dez mil pessoas e combinou os dados com árvores genealógicas. “Usando essas técnicas podemos prever, com substancial exatidão, o genoma de toda a nação”, disse o chefe executivo do deCODE, Kari Stefansson.

Medicina – Mutações nos genes chamados BRCA ocasionam um elevado risco de desenvolvimento do câncer. Foi isso que motivou a atriz Angelina Jolie a ter seus seios e ovários removidos.

“Nós podemos, na Islândia, descobrir todas as mulheres que carregam mutações no gene BRCA2″, disse Stefansson.

“O risco poderia ser anulado com mastectomias e ovariotomias preventivas. Seria criminoso não tirar vantagem disso e estou convencido que meus compatriotas começaram a usar isso logo”.

Os dados por enquanto são anônimos. Usar esse tipo de informações em medicina poderia levantar questões éticas – como identificar genes mortíferos em pessoas que nunca se voluntariaram para estudos de DNA. Stefansson disse que muito debate está por vir. “Mas eu, como médico mais antigo, tenho o instinto de simplesmente entrar em contato com essas pessoas e alertá-las”. Ele já está discutindo o assunto com autoridades da saúde pública islandesa.

Estudos elegantes – O projeto britânico que pretende decodificar o genoma de 100 mil pessoas (Genomics England) e a Iniciativa de Medicina de Prevenção, do governo Barack Obama npos Estados Unidos, também visam usar informações genéticas para revolucionar a medicina. Mark Caulfield, cientista chefe do Genomic England, disse que os estudos da Islândia são “muito interessantes” e “muito elegantes”.

“A equipe da Islândia deve ser elogiada por ter continuado, ao longo de muitos anos, a contribuir para o entendimento das informações genéticas da doença estudando toda uma população”.

“Estamos no limite da aplicação da medicina genômica em escala transformadora”.

Ele disse porém que há muitos tipos de mutações no gene BRCA2 e é preciso ter certeza do risco antes de avisar mulheres supostamente em risco.

Pai em comum – Mapeamento genético gera preocupações relacionadas à étca médica. O projeto fez uma série de descobertas, incluindo um novo gene ligado à doença de Alzheimer. A equipe também produziu uma estimativa da idade do mais antigo ancestral do homem ao analisar a taxa de mutações no cromossomo Y.

Os pesquisadores disseram acreditar que o último ancestral em comum do homem viveu há 239 mil anos. A estimativa anterior era 308 mil anos. Eles também identificaram a falta de cópias de um gene específico em 8% da população, mas não sabem se isso pode ser prejudicial, beneficiar ou não ter impacto sobre esses indivíduos. Mais estudos estão sendo realizados.

Susan Wallace, que trabalhou na organização não governamental Conselho de Bioética Nuffield, afirmou: “Esse parece ser um estudo promissor que pode trazer benefícios para as pessoas”. Ela afirmou, porém, que há preocupações de que esses dados sejam tornados públicos e acabem sendo usados comercialmente.

Fonte: R7

‘‘Porquanto tão encarecidamente me amou, também eu o livrarei; pô-lo-ei em retiro alto, porque conheceu o meu nome.’’ Salmos 91:14
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Mutações genéticas estão por trás de formas mais graves de gripe, diz estudo

Menina que participou de pesquisa tinha disfunção em sistema imunológico

vírus 1Enquanto muitos de nós nos recuperamos da influenza após uma semana, esta pode ser uma doença muito grave, e até mesmo fatal em alguns casos, sem qualquer razão para que os médicos esperem este resultado.

Analisando o genoma de uma menina que contraiu uma forma severa de influenza com dois anos e meio de idade, pesquisadores do Laboratório de Genética Humana de Doenças Infecciosas, uma instituição franco-americana, descobriram que ela era portadora de uma mutação genética, desconhecida até agora, que causava uma disfunção sutil em seu sistema imunológico.

O estudo mostra que as mutações genéticas podem ser a raiz de diversas formas de influenza em crianças, e indica que mecanismos imunes ausentes na menina são necessários para a proteção contra este vírus em humanos. As conclusões da pesquisa foram publicadas na revista “Science”.

A gripe sazonal é uma infecção viral aguda causada pelo vírus influenza. Caracteriza-se por febre alta, dores de cabeça, dores musculares etc. Além da vacinação, não há tratamento para ela que não seja sintomático. Na maioria dos casos, os pacientes se recuperam depois de uma semana, mas em pessoas mais vulneráveis a gripe pode causar desconforto respiratório agudo, que é potencialmente fatal.

Os principais fatores de risco conhecidos para formas graves de influenza são algumas comorbidades adquiridas, tais como a doença pulmonar crônica. No entanto, a causa da maioria dos casos fatais ainda é misteriosa, especialmente em crianças.

A ausência dos casos de gripe severa em pacientes com imunodeficiências adquiridas conhecidas, que geralmente aumentam a suscetibilidade a infecções, também é surpreendente.

Considerando estas observações, os pesquisadores formularam uma hipótese de que a gripe severa em crianças saudáveis pode ser resultado de erros genéticos.

Para testar esta teoria, os cientistas sequenciaram o genoma inteiro de uma criança de 7 anos de idade, que havia contraído um tipo grave de influenza (influenza A subtipo H1N1), requerendo sua admissão em uma unidade de terapia intensiva pediátrica em janeiro de 2011, quando tinha dois anos e meio de idade. Na época, ela não mostrou nenhuma outra patologia conhecida que poderia ter sugerido uma maior vulnerabilidade ao vírus do que a de outras crianças.

Este exame, combinado com a análise dos genomas de seus pais, tornou possível mostrar que a menina tinha herdado um alelo mutante de um gene, cuja presença interrompeu o sistema de defesa contra a infecção pelo vírus.

Através da realização de uma ampla série de experimentos em células sanguíneas e pela geração de células do pulmão a partir de células-tronco retiradas da criança, os pesquisadores provaram que as mutações observadas na menina explicam o desenvolvimento da influenza grave.

Os pesquisadores também pretendem procurar mutações em genes de outras crianças recrutadas após episódios de gripe severa inexplicada.

Fonte: O Globo

‘‘Então clamamos ao Senhor Deus de nossos pais; e o Senhor ouviu a nossa voz, e atentou para a nossa miséria, e para o nosso trabalho, e para a nossa opressão.’’ Deuteronômio 26:7
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Anvisa inicia publicação de bases técnicas e científicas de registro de medicamentos

remédio 2A Anvisa iniciou a publicação das bases técnicas e científicas para aprovação e reprovação do registro de medicamentos. Inicialmente, o foco dessa publicação são os medicamentos novos com registros concedidos a partir de 12 de janeiro de 2015 e os produtos biológicos com registro a partir de 1º de setembro de 2014.

O documento de aprovação contém as principais informações de qualidade, segurança e eficácia do produto, além das indicações terapêuticas, modo de administração e locais de fabricação aprovados no momento do registro.

Já o documento de reprovação terá informações sobre as diretrizes técnicas e sanitárias que não foram cumpridas no processo de registro de um medicamento.

As bases técnicas e científicas para aprovação e reprovação do registro de medicamentos podem ser consultadas no link: http://www.anvisa.gov.br/datavisa/Fila_de_analise/index.asp

A publicação está alinhada com as diretrizes da Organização Pan-Americana da Saúde (Opas), de outras autoridades reguladoras internacionais e com as ações de transparência da Administração Pública.

Nesse sentido, a Superintendência de Medicamentos e Produtos Biológicos da Anvisa se alinha ao objetivo de dar maior transparência aos resultados das análises das solicitações de registro de medicamentos e produtos biológicos.

Fonte: Anvisa

‘‘Mas ele lhes disse: Sou eu, não temais.’’ João 6:20
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