Farmacêutico vende farmácia na cidade de Porto Belo – PR

fcia scfcia sc 2Localizada na principal avenida de Porto Belo, passagem obrigatória no trajeto de Bombinhas, próximo a pousadas e casas de veraneio. Acesso a praia central.
Durante a temporada recebe turistas brasileiros e do Mercosul.
Convênio com o Programa Aqui tem Farmácia Popular.
Documentação em dia, liberação de controlados, sem dívidas.
Aluguel mensal barato, sistema informatizado, sistema de monitoramento remoto, estacionamento próprio, área de convivência com bancos e jardins.
Clientela fixa, sem concorrentes próximos (veja mais fotos)
Aceita propostas! Não Vende CNPJ separado.
Valor: R$ 180.000,00
Maiores informações com Alex Daniel pelo telefone (45) 9 9945-6781 ou pelo e-mail portofarmafarmacia@gmail.com.

“Portanto, submetam-se a Deus. Resistam ao diabo, e ele fugirá de vocês.” Tiago 4:7 (clique aqui, assista o vídeo e se surpreenda)

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Fiocruz lança aplicativo de prevenção ao tromboembolismo venoso

proqualisEm comemoração ao Dia Mundial da Conscientização da Trombose, celebrado em 13 de outubro, o programa de produção e disseminação de informações e tecnologias de qualidade e segurança do paciente do Instituto de Comunicação e Informação Científica e Tecnológica em Saúde (Proqualis/Icict/Fiocruz) lança o aplicativo de classificação de risco e prevenção perioperatória do tromboembolismo venoso (TEV). O aplicativo, chamado Risco e Prevenção de TEV, foi desenvolvido no escopo do projeto de pesquisa “Desenvolvimento e avaliação de uma estratégia para implementação do checklist de cirurgia segura da Organização Mundial da Saúde (OMS)” e pode ser instalado, gratuitamente, em qualquer dispositivo.

A coordenadora geral do Proqualis e pesquisadora da Escola Nacional de Saúde Púbica (Ensp/Fiocruz), Margareth Portela, explica que o aplicativo foi desenvolvido a partir da introdução de um item para averiguação da necessidade de profilaxia para tromboembolismo, um problema que ocorre com frequência e pode ser prevenido. “Incluir esse item gerou a necessidade de discussão sobre a profilaxia do tromboembolismo, muito pouco padronizada, pelo que observamos. Assim, desenvolvemos o aplicativo voltado para a classificação de risco de tromboembolismo e recomendações para a sua prevenção, conforme o risco”, diz Margareth.

De acordo com a médica cirurgiã do Hospital Federal dos Servidores do Estado do Rio de Janeiro (HSFE) e colaboradora do projeto de pesquisa que desenvolveu o aplicativo, Claudia Regadas, a realização de cirurgia é um importante fator de risco isolado para a ocorrência de TEV, especialmente quando o procedimento tem longa duração, e envolve cirurgia oncológica, bariátrica, ortopédica do quadril ou joelho, ou cirurgia do politraumatizado. “Outros fatores como idade do paciente, uso de anticoncepcional hormonal, insuficiência cardíaca congestiva e muitos outros também devem ser considerados ao avaliar o risco de desenvolvimento de TEV”, explica Claudia.

A médica acrescenta que a indicação de profilaxia de TEV baseia-se na alta frequência de complicações graves e no fato de a maioria dos pacientes ser assintomática ou apresentar sintomas inespecíficos. O risco de embolia pulmonar fatal cai para 0,15% quando é feita profilaxia com heparina por 7 dias. “A profilaxia adequada é o modo mais efetivo de prevenir o TEV, entretanto, existe ainda extrema variabilidade em sua utilização, refletindo um distanciamento entre as recomendações baseadas em evidência científica e a prática clínica, sendo descrito subindicação ou uso por tempo menor que o recomendado”, afirma Claudia.

Doenças cardiovasculares – De acordo com a Organização Mundial da Saúde (OMS), as doenças cardiovasculares são a principal causa de morte prevenível em todo o mundo. Entre os problemas cardiovasculares que mais matam estão o ataque cardíaco, o Acidente Vascular Cerebral (AVC) e o tromboembolismo venoso (TEV). A campanha global é liderada pela Sociedade Internacional de Trombose e Hemostasia (ISTH) e reforça a importância da prevenção e tratamento adequado do TEV.

Dia Mundial de Conscientização da Trombose – O Dia Mundial de Conscientização da Trombose tem como objetivos: aumentar a conscientização sobre a doença; reduzir o número de casos não diagnosticados; incrementar medidas para prevenção baseada em evidências; incentivar sistemas de saúde a criar estratégias para garantir as melhores práticas de prevenção; diagnosticar, tratar e incrementar recursos adequados a estas ações e para o apoio à pesquisa relacionada à redução da carga da trombose.

Mais dados sobre o TEV – A literatura aponta que em pacientes cirúrgicos, na ausência de profilaxia, o risco de TEV é de 15% a 40%. Por outro lado, um estudo realizado em 358 hospitais, envolvendo 32 países, com 70 mil pacientes internados, apontou uma taxa de risco de TEV de 50%, com apenas metade dos classificados de risco realizando a profilaxia (fonte: Venous Thromboembolism riskprophylaxis in hospitalised medically ill patients). Para baixar o aplicativo Risco e Prevenção de TEV:   https://proqualis.net/listadeverificacao/aplicativo-risco-e-prevenção-de-tev

Fonte: CFF

“Vocês ouviram o que foi dito: “Olho por olho, dente por dente.” Mas eu lhes digo: não se vinguem dos que fazem mal a vocês. Se alguém lhe der um tapa na cara, vire o outro lado para ele bater também.” Mateus 5:38-39 (clique aqui, assista o vídeo e se surpreenda)

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Excesso de peso da bolsa pode gerar problemas na coluna

bolsa mulherQuerer carregar a vida na bolsa é algo comum entre as mulheres. Na rotina da vida moderna é possível encontrar agenda, smartphone, maquiagem, remédios, carteira, lenços úmidos, nécessaire com perfume e escova de cabelo, entre outras tantas coisas. Porém, o excesso de peso na bolsa pode afetar a coluna.

O médico do trabalho, do Laboratório Frischmann Aisengart, Dr. Clovis Cechinel, alerta que as mulheres que carregam bolsas pesadas demais podem ter problemas como tendinites, hérnia de disco e má postura. “Com o aumento no tamanho das bolsas femininas também vimos aumentar a quantidade de coisas que as mulheres carregam, tudo isso para encarar uma rotina agitada e dar conta de tudo. O problema é que, com o tamanho maior, mais peso é carregado, muitas vezes, em um só lado do corpo, sobrecarregando a coluna, o que também pode causar problemas no ombro e pescoço”, explica.

Optar por bolsas transpassadas permite a distribuição do peso, além de optar por modelos menores que ajudarão a limitar os itens na bolsa, são algumas das dicas do médico.  Para proteger o seu corpo, uma “dieta” para a bolsa é a melhora saída. Confira algumas dicas do especialista para reduzir o peso da bolsa. Esteja atenta para a escolha da bolsa e o material utilizado na fabricação. A confecção dela já pode representar um peso significativo. Bolsas com alças transversais permitem a distribuição do peso no corpo.

Opte por itens com mais de uma função. O smartphone, por exemplo, pode ser agenda, bloco de anotação, calculadora é até espelho. Escolha itens de maquiagem adequados para vários estilos e opte pelos pequenos. Troque o lado que você carrega a bolsa regularmente. O revezamento também beneficia a redução dos impactos no corpo. Distribua os objetos maiores na parte principal da bolsa e os menores nos bolsos laterais.

Fonte: Bem Paraná

“Por amor do teu nome, Senhor, perdoa a minha iniquidade, pois é grande.” Salmos 25:11 (clique aqui, assista o vídeo e se surpreenda)

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Infecção pelo HIV afeta desenvolvimento cerebral de crianças

Estudo também mostra que apenas a exposição ao vírus no útero ou nascimento já pode provocar alterações em estruturas no cérebro de bebês.

Infecção pelo HIVA infecção pelo HIV altera o desenvolvimento do cérebro de crianças pequenas, mesmo quando elas recebem tratamento antirretroviral desde muito novas, mostra estudo publicado nesta terça-feira no periódico científico “Frontiers in Neuroanatomy”. O estudo revela ainda que crianças que tenham sido apenas exposta ao vírus, mesmo sem terem sido infectadas, também parecem ter seu desenvolvimento cerebral afetado.

Mesmo com tantos avanços no tratamento do HIV que estão permitindo que milhões de pessoas vivam mais, e mais saudáveis, com o vírus causador da Aids, o combate a infecção em bebês e crianças ainda é muito complexo. E mesmo que o HIV possa provocar anormalidades no desenvolvimento do cérebro, as intervenções medicamentosas também podem prejudicar a criança.

Assim, embora crianças pequenas há muito tempo tenham acesso aos remédios na África do Sul, foi só a partir de 2008 que o tratamento de recém-nascidos se tornou padrão no país, um dos mais atingidos pela epidemia no mundo, depois da publicação de dados preliminares de um ensaio clínico conhecido como Cher (sigla em inglês para Antirretrovirais Cedo para Crianças com HIV). E diante desta primeira era do tratamento precoce, cientistas estão buscando entender melhor como a infecção pelo vírus afeta o desenvolvimento de uma criança, especialmente o neural.

– Mesmo com as terapias antirretrovirais desde cedo, continuamos a observar danos na matéria branca aos sete anos de idade, com novos danos se tornando evidentes entre os cinco e sete anos – conta Marcin Jankiewicz, pesquisadora da Universidade da Cidade do Cabo, na África do Sul, e primeira autora do estudo. – Estas observações em crianças soropositivas apontam para perturbações correntes no desenvolvimento da matéria branca a despeito da terapia antirretroviral e da supressão viral.

No estudo, os pesquisadores usaram uma avança técnica de exames de ressonância magnética para examinar diferenças em um tipo de tecido cerebral, a mencionada matéria branca, entre dois grupos de crianças de sete anos: 65 soropositivas e 46 não infectadas. A matéria branca tem um papel importante na transmissão de informação entre as várias regiões do cérebro, e o estudo confirmou a existência de diferenças na microestrutura de alguns trechos dela entre as crianças infectadas e as não infectadas, mesmo com todas as crianças soropositivas tendo iniciado o tratamento aos 18 meses de idade durante o ensaio do Cher na Cidade do Cabo e Soweto. Elas já tinham sido submetidas a exames similares quando tinham cinco anos de idade.

– A coorte do Cher é um dos maiores e melhor documentados ensaios de crianças recebendo terapias antirretrovirais ainda nos primeiros dois anos de vida – lembra. – E como os bebês infectados e não infectados foram recrutados em paralelo com a mesma idade e nas mesmas comunidades por nossos colegas na Universidade de Stellenbosch, pudemos acompanhar seu desenvolvimento cerebral nos primeiros anos da infância em um “subestudo” sobre neurodesenvolvimento e tivemos a incrível oportunidade de adicionar exames avançados de neuroimageamento a estas avaliações.

O “subestudo” de neurodesenvolvimento também incluiu crianças que foram expostas ao HIV, mas acabaram não sendo infectadas – como quando, por exemplo, a mãe foi infectada durante a gravidez, mas o vírus não foi passado para o feto no útero ou o recém-nascido durante o parto. Estas crianças integraram um subgrupo do estudo, abrindo uma janela para observar as consequências da exposição ao vírus e aos antirretrovirais na ausência de infecção. E os cientistas observaram que mesmo assim elas parecem ter o desenvolvimento da matéria branca afetado.

Embora destaque que o estudo é limitado em tamanho e que as futuras implicações de tais anormalidades no desenvolvimento cerebral ainda precisem ser determinadas, Jankiewicz espera que seus estudos contribuam para uma melhor compreensão do desenvolvimento cerebral de crianças infectadas ou expostas ao HIV, assim como os impactos de tratamentos antirretrovirais de longo prazo.

– Esperamos que nosso trabalho eventualmente ajude a identificar as partes do cérebro que são particularmente mais vulneráveis ao HIV ou aos antirretrovirais e deixar claro como a escolha do momento para início da terapia afeta o desenvolvimento do cérebro – conclui Jankiewicz. – isto pode ajudar a determinar as políticas de tratamento, melhorar as combinações de drogas e guiar as estratégias de intervenção precoce.

Fonte: O Globo

“Os quais diziam: Ressuscitou verdadeiramente o Senhor, e já apareceu a Simão. E eles lhes contaram o que lhes acontecera no caminho, e como deles fora conhecido no partir do pão.” Lucas 24:34-35 (clique aqui, assista o vídeo e se surpreenda)

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Aprovado medicamento para reprodução assistida

Medicamento é nova alternativa para auxiliar mulheres que tentam engravidar com ajuda da reprodução assistida.

rekovelleUm novo medicamento para auxiliar mulheres que querem ter filhos foi aprovado pela Anvisa. O produto é o Rekovelle® que tem como princípio ativo a substância deltafolitropina. O produto é uma versão recombinante do hormônio que estimula o ovário para a produção de folículos, que são necessários para a existência de uma gravidez.

O hormônio folículo estimulante humano (FSH) estimula o ovário para o desenvolvimento, crescimento e maturação folicular, assim como a produção de esteroides gonadais em mulheres que não apresentam insuficiência ovariana primária, ou seja, que não estão na menopausa precoce.

Indicação da deltafolitropina – O produto Rekovelle (deltafolitropina) foi aprovado com a seguinte indicação terapêutica: “Estimulação ovariana controlada para desenvolvimento de folículos múltiplos em mulheres submetidas a técnicas de reprodução assistida (TRA), como a fertilização in vitro (FIV) ou a injeção intracitoplasmática de espermatozoide (ICSI)”.

Fonte: Anvisa

“O ladrão não vem senão a roubar, a matar, e a destruir; eu vim para que tenham vida, e a tenham com abundância.” João 10:10 (clique aqui, assista o vídeo e se surpreenda)

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PR: Com surto de sarampo no exterior, Secretaria recomenda vacina a quem for viajar

vacina sarampo 2A Secretaria Municipal da Saúde alerta as pessoas que têm planos de viajar para o exterior que estejam com a vacina de sarampo em dia, por causa da ocorrência de surtos da doença fora do Brasil. O sarampo é um vírus com alto poder de contágio e a secretaria quer evitar sua reintrodução em Curitiba. “A vacina é a única medida preventiva e por isso é importante que todas as pessoas, antes de viajar para o exterior, confiram a carteira de vacinação.

Em caso de dúvida, procurem o posto de saúde”, afirma o diretor do Centro de Epidemiologia da Secretaria Municipal da Saúde de Curitiba, Alcides de Oliveira. Por causa dos feriados prolongados deste ano, o fluxo de viajantes brasileiros ao exterior aumenta. “Não podemos correr o risco de ter o sarampo de volta. Com a poliomielite foi assim: conseguimos a eliminação da doença, mas permanecemos em constante alerta para evitar o risco de reintrodução da doença no país”, conta Oliveira.

Onde tomar a vacina – As vacinas são oferecidas gratuitamente nas 110 unidades de saúde da Prefeitura em Curitiba. A imunização de rotina atualmente é feita com a vacina tríplice-viral (contra sarampo, caxumba e rubéola) para bebês de um ano de idade, que tomam a segunda dose aos 15 meses. Pessoas de até 30 anos precisam tomar duas doses da tríplice-viral e quem já passou dos 30 anos deve ter pelo menos uma dose.

Embora eliminado no Brasil desde 2001, o sarampo é endêmico em nove países da Europa. No país, o último caso foi registrado em 2015, no Ceará. Em Curitiba, não há registros da doença desde 1998. A preocupação é com a contaminação trazida de fora. Na Europa, foram 14.591 casos de sarampo entre janeiro de 2016 e julho de 2017. Mais da metade 64% (9.386 casos) foram notificados este ano, grande parte registrados na Itália (3.660), Romênia (1.844) e Ucrânia (943).

Também há notificações de surtos da doença em destinos como China, Indonésia, Laos, Mongólia, Filipinas, Sri Lanka, Vietnã e Tailândia (Ásia); Etiópia, Nigéria, Sudão (África). Nas Américas, foram confirmados casos de sarampo no primeiro semestre deste ano importados de outros continentes. Foram 119 nos Estados Unidos, 45 no Canadá e três na Argentina. De julho a setembro, a Venezuela registrou 84 casos suspeitos de sarampo em Bolívar, estado que faz fronteira com o Brasil por Roraima. Destes, 34 foram confirmados, 42 seguem em investigação e oito foram descartados.

A doença – O sarampo é uma doença infecciosa aguda transmissível, de natureza viral, extremamente contagiosa. O vírus é transmitido diretamente de pessoa a pessoa, através das secreções das vias respiratórias, expelidas ao tossir, espirrar, falar ou mesmo respirar, por isso o elevado nível de contágio da doença. Caracteriza-se por febre alta (acima de 38,5°C), coriza, conjuntivite, tosse e manchas brancas na boca, com aparecimento de vermelhidão no corpo.

Fonte: Bem Paraná

“Então Deus fendeu uma cavidade que estava na queixada; e saiu dela água, e Sansão bebeu; e recobrou o seu espírito e reanimou-se; por isso chamou aquele lugar: A fonte do que clama, que está em Leí até ao dia de hoje.” Juízes 15:19 (clique aqui, assista o vídeo e se surpreenda)

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‘Pássaros encardidos’ revelam desconhecido grau de poluição do ar

Partículas de fuligem que se enroscaram nas penas de pássaros e com eles voaram pelos céus nos últimos 100 anos estão levando cientistas a repensarem os dados da poluição do ar no mundo.

passarosPesquisadores americanos mediram os índices de carbono negro encontrado em 1,3 mil exemplares de alpacas, pica-paus e pardais no último século. Eles produziram a imagem mais completa que já se viu da qualidade histórica do ar em partes industriais dos Estados Unidos. O estudo também ajuda a compreender como as mudanças climáticas têm acontecido ao longo da história.

Ar cheio de fumaça – O carbono negro, um composto da fuligem, é resultado da queima de madeira ou combustíveis fósseis. O ar sujo tornou-se um grande problema na medida em que a industrialização avançava em toda a Europa e nos Estados Unidos no final do século 19. As cidades logo foram cobertas pela fuligem graças à queima de carvão não regulamentada em casas e fábricas.

Embora o enorme impacto do carbono negro sobre a saúde das pessoas que vivem em centros urbanos tenha sido reconhecido há décadas, só nos últimos anos os cientistas entenderam o papel que ele desempenha nas mudanças climáticas. Quando essa substância está suspensa no ar, ela absorve a luz do sol e faz aumentar o aquecimento da atmosfera. Quando ela atinge o solo, aumenta a velocidade do derretimento da neve e do gelo – a presença do carbono negro tem sido associada à diminuição das geleiras na região do Ártico.

Estudo – Pesquisadores americanos têm tido dificuldades para encontrar registros precisos da quantidade de carbono negro emitido pelo chamado “cinturão da indústria” dos Estados Unidos – nas regiões de Chicago, Detroit e Pittsburgh – no final do século 19. Esse novo estudo usa uma abordagem pouco comum para medir a escala de fuligem dessa região dos Estados Unidos nos últimos 100 anos. Os cientistas percorreram coleções de museus de história natural da região e estudaram os vestígios de carbono negro preso nas penas e asas de pássaros enquanto voavam pelo ar cheio de fumaça.

Os pesquisadores conseguiram estimar com precisão a quantidade de fuligem em cada pássaro fotografando todos eles e medindo a quantidade de luz que era refletida. “Nós recorremos aos museus de história natural e vimos que aves de 100 anos atrás estavam sujas, cobertas de fuligem”, afirmou Shane DuBay, da Universidade de Chicago, que é co-autor do estudo.

“Nós vimos que os pássaros de hoje em dia estavam mais ‘limpos’ e sabíamos que, em algum momento do tempo, os pássaros haviam ‘se limpado’ – quando nós fizemos a primeira análise usando o reflexo das fotos, nós ficamos perplexos: ‘uau, aqui há uma precisão enorme!'”.  A análise em cerca de mil pássaros mostra que os níveis de carbono negro chegaram a um pico na primeira década de 1900 e que a qualidade do ar na virada do século estava pior do que havia se pensado antes.

O estudo mostra que, durante a Grande Depressão nos Estados Unidos, o uso do carvão diminuiu. Ele voltou a se intensificar durante a Segunda Guerra Mundial, mas começou a ter nova queda logo depois, quando novos combustíveis, como gás, passaram a ser utilizados para o aquecimento de casas – e quando formas de carvão menos poluidoras passaram a ser queimadas. Além de ter trazido mais precisão para a ideia que se tinha da linha do tempo da poluição na parte industrial dos Estados Unidos, essa pesquisa também indica que os estoques de emissões atuais subestimam os níveis atmosféricos de carbono negro no início da era industrial.

“A maior descoberta e implicação do nosso estudo é que nós estamos recuperando concentrações relativas de carbono negro atmosférico que são mais altas do que estimamos previamente com outros métodos”, disse Shane DuBay. “Isso ajuda a compreender qual foi o papel do carbono negro no clima no passado. E entendendo isso, podemos pensar de maneira mais precisa em qual será o cenário do clima no futuro”. Agora a ideia é refinar essa abordagem inovadora de pesquisa para que ela possa ser adaptada e utilizada em outras partes do mundo que também têm um grande histórico de poluição industrial.

“Estamos muito animados com a perspectiva de expandir o projeto para o Reino Unido, que também tem uma história ainda mais longa na indústria e mais antiga de coleta da história natural”, afirmou outro co-autor, Carl Fuldner. “Alguns dos materiais dos museus do Reino Unido vão ainda mais longe no passado, então os resultados que poderíamos encontrar em um estudo comparativo desse seriam muito emocionantes”. O estudo foi divulgado na publicação científica “Proceedings of the Natcional Academy of Sciences (PNAS)”.

Fonte: BBC Brasil

“E Jesus, respondendo, disse-lhes: Bem profetizou Isaías acerca de vós, hipócritas, como está escrito: Este povo honra-me com os lábios,Mas o seu coração está longe de mim; Em vão, porém, me honram,Ensinando doutrinas que são mandamentos de homens.” Marcos 7:6-7 (clique aqui, assista o vídeo e se surpreenda)

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