Vaga para Farmacêutico(a) na cidade de Curitiba – PR

Curitiba 37Para trabalhar em farmácia de manipulação.
Carga horária de 8 horas diárias, de segunda à sexta-feira.
Nescessário: experiência com sólidos, semi sólidos, documentação, controle de qualidade e treinamento de funcionários.
Remuneração: piso salarial.
Maiores informações com Kalina pelo telefone (41) 9948-0954.
Enviar currículo para o e-mail farmacia.dermazon@gmail.com
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‘‘Houve ainda também outra peleja em Gate, onde estava um homem de alta estatura, que tinha em cada mão seis dedos, e em cada pé outros seis, vinte e quatro ao todo, e também este nascera do gigante.’’ 2 Samuel 21:20
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Associação voluntária distribui remédios sem uso para doenças graves

POAMilhões de pessoas sofrem com doenças graves, passam por tratamentos severos e, muitas vezes, precisam depender de medicamentos caros para ter qualidade de vida. Pensando naqueles que não têm como comprometer uma significativa parcela de sua renda na compra de remédios nem os encontram para distribuição gratuita no SUS (Sistema Único de Saúde), surgiu uma associação que procura auxiliar pacientes em todo o país.

Criado em Porto Alegre, o Banco de Remédios é uma associação independente que disponibiliza todo tipo de medicamento de forma gratuita a pacientes que não têm condições de comprá-los. Atualmente são cerca de 2.000 associados no Brasil que pagam uma contribuição mensal de R$ 30 e recebem remédios que podem custar mais de R$ 1.000 cada caixa.

A associação, que já tem nove anos e conta com trabalho de voluntários, nasceu da experiência do administrador Dámaso MacMillan, 62, que viu de perto essa situação. Depois de ser diagnosticado com uma doença incurável, passou por transplante de rins e, agora, é um caso raro que não necessita mais de remédios. “Fiquei oito anos em tratamento antes do transplante. Sou transplantado há 30 anos e sempre tive grande dificuldade para conseguir medicamentos, até porque são extremamente caros”, afirma.

Já curado, ele viu sua dispensa cheia de medicamentos sem mais necessidade, ao mesmo tempo em que presenciava de perto amigos do grupo de transplantados — o SOS Rim – do qual fazia parte passarem por dificuldades.

“Resolvemos, através da SOS Rim, criar um banco específico para pacientes renais. Mas médicos de diferentes especialidades foram nos indicando pacientes, até que resolvemos abrir o banco a qualquer tipo de doença. Hoje atendemos todas as patologias existentes e buscamos os medicamentos nos mais diversos locais para que possamos ajudar nossos associados”, explica.

O Banco de Remédios não compra nada. Ele recebe medicamentos já esquecidos nas prateleiras, seja de ex-pacientes já curados ou que mudaram de tratamento ou ainda de médicos que possuem estoques de amostras grátis. As caixas de remédios são doadas à associação, que faz uma triagem para verificar as que têm condições de serem repassadas e ofertadas aos associados.

“Atuamos especialmente com medicamentos de alto custo, como aqueles para pacientes de câncer e transplantados. Também recebemos remédios mais simples, que são distribuídos pelo SUS. Porém, às vezes, as pessoas não conseguem encontrar certos remédios nas farmácias do Estado e vêm até nós”, explica MacMillan.

Há, por exemplo, casos como o de um remédio antivirótico geralmente receitado para transplantados, cuja caixa com 42 comprimidos chega a custar cerca de R$ 1.000 — e o paciente precisa tomar até dez caixas do medicamento por mês.

O Banco de Remédios é uma alternativa para pessoas como Márcia Ferraz, 49. Desempregada há mais de dois anos, ela gastava R$ 300 por mês em medicamentos controlados. “Descobri o banco pela minha tia, de 87 anos, que toma uma série de remédios caros. É um auxílio muito grande. Antes eu dependia do apoio da família ou de algum amigo. Agora venho aqui buscar remédios para ela e para mim.”

Nenhum medicamento sai do Banco de Remédios sem que seja apresentada uma receita médica dentro da validade. Além disso, o paciente necessita comprovar que realmente usa o remédio e que não possui condições de comprá-lo. Já as substâncias invalidadas para a redistribuição, como as mal acondicionadas ou os que já passaram do prazo de validade, são entregues a uma empresa parceira especializada que faz o seu descarte de forma segura.

Um das características que difere o Banco de Remédios de uma farmácia popular, segundo Dámaso MacMillan, é a disponibilidade em solicitar por via judicial o fornecimento de um remédio a um associado. “Na falta coletiva de algum medicamento, entramos com uma ação. Um dos exemplos é o de um associado que estava sem remédio porque os dois fabricantes brigavam para ver quem poderia fornecer ao Estado. Entramos na Justiça e ganhamos os remédios para aquele paciente.”

Desperdício – Há um grande descontrole no gerenciamento da distribuição dos remédios no país. No ano passado no Rio Grande do Sul, 8,4 toneladas de medicamentos com os prazos de validade vencidos foram enterradas na região metropolitana de Porto Alegre — um valor estimado em R$ 3,2 milhões.

“Hoje a falta de medicamento ocorre no mundo inteiro. Não desperdiçar é um ato tão significativo que pode ajudar a vida de alguém”, afirma MacMillan. “O banco é uma instituição que a cada dia fica mais forte e está se transformando em uma rede social, com a qual podemos ajudar praticamente todo mundo. Essa é a nossa missão”, diz MacMillan.

Para o idealizador do Banco de Remédios, a iniciativa pode se multiplicar e interferir na ingerência dos medicamentos em nível internacional. “No Brasil não faltam medicamentos. A gente está botando remédio no lixo  Por que não pegar esses medicamentos que sobram e repassar a um outro país, em especial os que são extremamente pobres, como o Haiti? Isso não compete ao governo, mas sim à sociedade”, afirma.

O Banco de Remédios está localizado no Centro de Porto Alegre.

Fonte: Uol

‘‘Disse mais Samuel a Jessé: Acabaram-se os moços? E disse: Ainda falta o menor, que está apascentando as ovelhas. Disse, pois, Samuel a Jessé: Manda chamá-lo, porquanto não nos assentaremos até que ele venha aqui.’’ 1 Samuel 16:11
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‘HIV domado’ é esperança em combate a síndrome rara

As vidas de seis meninos com uma doença genética terminal foram transformadas com um tratamento pioneiro de correção de falhas em seu DNA usando uma versão “domada” do vírus HIV

DNA domadoOs meninos sofrem da Síndrome de Wiskott-Aldrich, que deixa seus portadores vulneráveis a sangramentos e infecções. O tratamento foi descrito em um estudo anglo-francês, publicado na revista científica The Journal of the American Medical Association (JAMA).

Uma das crianças, que estava em uma cadeira de rodas, recuperou movimentos, enquanto outros pacientes também apresentaram redução de sintomas. A síndrome afeta até 10 crianças em cada 1 milhão nascidas no mundo, e quase exclusivamente atinge meninos.

Mesmo pequenas “topadas” e arranhões podem resultar em feridas que demoram a sarar. Eczemas são outro sintoma comum, e os pacientes também ficam expostos a infecções como pneumonias, bem como a cânceres e doenças imunodeficientes.

Tudo por causa de um erro no trecho de DNA que contém instruções para a formação de um elemento-chave no sistema imunológico.

Terapia – O principal tratamento para a síndrome ainda é um transplante de medula óssea – mas esta é uma opção apenas para o caso em que doadores apresentam grande compatibilidade de tecidos, como irmãos.

Os testes no Great Ormond Street Hospital, um dos principais hospitais infantis do mundo, e o Necker, na França, removeram parte da medula óssea dos pacientes. Em laboratório, pesquisadores separaram da amostra as células que regeneram o sistema imunológico. Uma versão “domada” do HIV foi usada para “infectar” as células com o DNA correto.

As células foram, então, reintroduzidas no organismo das crianças. Em seis de sete pacientes, a terapia foi um sucesso. Reverteu sintomas e cortou significativamente o número de noites passadas no hospital. Uma criança francesa com um caso severo de doença autoimune não precisa mais usar uma cadeira de rodas.

No entanto, uma das crianças morreu em decorrência de uma infecção de herpes resistente a medicamentos e adquirida antes do início do tratamento.

Daniel Wheeler, de 15 anos, foi o primeiro paciente britânico. Seu irmão mais velho morreu com Wiskott-Aldrich quando tinha menos de três anos.

“Daniel era hospitalizado frequentemente, vivia com infecções nos ouvidos e pulmões, juntas inflamadas e toda hora precisava de operações”, disse Sarah, a mãe dos meninos, à BBC.

“Estávamos ansiosos (em relação ao tratamento). Não sabíamos o que ocorreria a longo prazo. Mas até agora tem sido um sucesso”. Para Adrian Thrasher, cientista do Great Ormond Hospital, o tratamento é uma “clara e poderosa demonstração de que a terapia genética é eficaz”. “Temos evidência de que este tratamento tem efeitos substancialmente duradouros”, completou Thrasher.

Já o professor Ian Alexander, da Unidade de Pesquisa em Terapia Genética do Children’s Medical Research Institute, em Sydney, Austrália, afirmou que, embora o trabalho seja promissor, ele “ainda está apenas começando”.

“O campo da terapia genética ainda está em sua infância, com a grande maioria de suas reais possibilidades ainda a serem concretizadas”, diz.

Fonte: BBC Brasil

‘‘Mostra-nos, Senhor, a tua misericórdia, e concede-nos a tua salvação.’’ Salmos 85:7
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Vaga para Farmacêutico(a) na cidade de Palmital – PR

Palmital - PRPara trabalhar em laboratório de análises clínicas e farmácia de dispensação.
Necessário experiência em coleta de sangue.
Carga horária de 44 horas semanais (20 h: laboratório / 24 h: farmácia).
Horário: das 8 às 18 horas.
Remuneração: piso salarial + comissão sobre as vendas.
Maiores informações com Rafael pelo telefone (42) 9857-3649.
Enviar currículo para o e-mail marifarma588@hotmail.com
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‘‘O que encobre as suas transgressões nunca prosperará, mas o que as confessa e deixa, alcançará misericórdia. ’’ Provérbios 28:13
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Professores do Paraná voltam à greve contra PL da Previdência

Governador apresentou nova proposta que transfere dinheiro dos aposentados para o caixa do governo na Assembleia Legislativa do estado

greve 3Os professores da rede estadual do Paraná e de suas universidades públicas estão mobilizados contra o Projeto de Lei 252/2015, que tramita na Assembleia Legislativa do Estado. Eles são contrários à proposta do governo Beto Richa (PSDB) que busca a transferência de servidores do Fundo Financeiro para o Fundo Previdenciário.

O projeto deve ir à votação na próxima semana. Dia de votação será dia de paralisação para professores e funcionários das escolas públicas do Paraná, avisa o sindicato da categoria (APP-Sindicato). “Não admitimos que o projeto seja votado com tanta pressa. Queremos o debate, pois temos a nossa proposta para o regime de previdência”, diz o professor Hermes Leão presidente da APP. Segundo ele, o governo rompeu com os servidores ao não acolher as demandas do Fórum das Entidades Sindicais (FES) e, principalmente, ao estabelecer o regime de urgência para tramitação do projeto.

Docentes da Universidade Estadual de Ponta Grossa (UEPG) já decidiram pela greve. Além da UEPG, a Universidade Estadual do Oeste do Paraná (Unioeste) também decidiu, na quinta-feira, dia 16, pela retomada da paralisação. Todas as demais universidades as estaduais do Paraná já manifestaram que a discussão sobre a paralisação está na agenda dos próximos dias.

Segundo a Seção Sindical dos Docentes da Universidade Estadual de Ponta Grossa (SindUEPG), a proposta do governo do estado quer transferir cerca de 33 mil beneficiários com mais de 73 anos que recebem aposentadoria diretamente do caixa estadual, através do deficitário Fundo Financeiro, para o Fundo Previdenciário. Este é formado por contribuições do poder público e dos servidores e se encontra em melhor condição financeira.

De acordo com o Sindicato Nacional dos Docentes das Instituições de Ensino Superior (ANDES-SN), as mudanças na previdência já haviam sido responsáveis pela greve das universidades estaduais e de muitas outras categorias do funcionalismo público estadual do Paraná, que ocorreu nos meses de fevereiro e março desse ano. O recuo do governo em retirar R$8 bilhões da previdência para suprir problemas financeiros foi um dos pontos fundamentais, à época, para o fim das greves.

No entanto, o governo estadual apresentou na última semana à Assembleia Legislativa uma nova proposta de modificação na previdência. Ao invés de retirar os R$8 bilhões de uma só vez, Beto Richa quer sacar R$ 140 milhões mensalmente. Para tal, o governo propõe que 33 mil servidores públicos estaduais aposentados deixem de receber diretamente do caixa do estado para ganharem seus proventos a partir do próprio fundo previdenciário.

Na prática, a medida, se aprovada, transfere dinheiro dos aposentados para o caixa do governo – diminuindo o fundo previdenciário daqueles servidores que ainda não se aposentaram e que, no momento, é superavitário.

Fonte: Fórum

UEL paralisa atividades na próxima semana

Servidores e estudantes decidiram paralisar as atividades de segunda à quinta-feira da semana que vem, período em que o Projeto de Lei que altera as regras da Paranáprevidência será votado na Assembleia Legislativa do Paraná (ALEP).

Fonte: TV Uel

Colaboração: J Carlos Duarte

‘‘Beijai o Filho, para que se não ire, e pereçais no caminho, quando em breve se acender a sua ira; bem-aventurados todos aqueles que nele confiam.’’ Salmos 2:12
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Estudante morre após tomar oito pílulas de dieta compradas pela internet

Remédio é conhecido como 2,4-dinitrofenol, ou DNP

emagrecedor 8Uma estudante britânica, de 21 anos, ficou “queimada por dentro” e morreu no hospital no último dia 12 depois de tomar oito pílulas de dieta compradas on-line, conhecidas como 2,4-dinitrofenol, ou DNP – seis a mais do que uma dose letal.

A aluna da Universidade de Glyndwr, na Inglaterra, Eloise Aimee Parry começou a se sentir mal por volta do meio dia, quando foi para o Hospital Royal Shrewsbury, onde a equipe realizou um teste de toxicidade – só então a gravidade de sua situação foi revelada.

– Ela tinha tomado tanto DNP que as consequências foram inevitáveis. Eles [os médicos] nunca tiveram chance de salvá-la. Ela queimou e apagou – disse Fiona Parry, mãe da jovem, ao jornal “The Independent”. – Ela nunca teve a intenção de tirar a própria vida. Ela simplesmente nunca compreendeu quão perigosos eram os comprimidos que ela tomou. A maioria de nós não acredita que um comprimido de emagrecimento poderia nos matar. DNP não é uma pílula de emagrecimento milagrosa. É uma toxina letal.

Acredita-se que Ella, como era conhecida pelos seus familiares e amigos, comprou os comprimidos pela internet, onde eles são vendidos por entre £ 70 a £ 100 (entre cerca de R$ 315 a R$ 450).

A polícia local está conduzindo uma investigação completa sobre as causas por trás da morte da jovem, e espera-se que o relatório completo do legista estabeleça a causa exata da morte.

Enquanto isso, autoridades emitiram uma dura advertência sobre os perigos de comprar pílulas on-line, exortando as pessoas a serem “extremamente cuidadosas ao comprar medicamentos ou suplementos através da internet. Substâncias de sites não registrados poderiam colocar sua saúde em risco, pois podem ser extremamente prejudiciais ou falsos.”

Fonte: O Globo

‘‘E habitarei no meio dos filhos de Israel, e lhes serei o seu Deus, e saberão que eu sou o Senhor seu Deus, que os tenho tirado da terra do Egito, para habitar no meio deles. Eu sou o Senhor seu Deus.’’ Êxodo 29:45-46
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CAFSUS lança o guia “Assistência Farmacêutica e o Controle Social”

CAF SUS 3A Assistência Farmacêutica tem caráter transversal no Sistema Único de Saúde (SUS), que se materializa por sua inserção em várias áreas do sistema, iniciando-se na atenção primária, de responsabilidade dos municípios, sendo contemplada também nos atendimentos de maior complexidade e custo.

Tem também um caráter assistencial, incluindo, além de medicamentos, a promoção da saúde e atividades preventivas, como ocorre nos programas de imunização (soros e vacinas) ofertados à toda a população.

Sabe-se que o uso inadequado dos medicamentos representa um enorme peso ao sistema; dados estatísticos apontam que quase um terço das internações por intoxicações no país ocorrem por medicamentos. Este uso inadequado é também causa de mortes e perda de qualidade de vida, afetando negativamente indivíduos, famílias e a sociedade como um todo.

A AF representa um grande custo financeiro e social ao sistema público de saúde, custo este que aumenta à medida que cresce o nível de complexidade, exige-se profissionais qualificados, tanto para a gestão como para as atividades assistenciais, onde se incluem a dispensação dos medicamentos e o acompanhamento de seu uso.

O SUS é um sistema em permanente construção coletiva; a qualificação da AF certamente contribuirá na melhoria da qualidade dos serviços farmacêuticos prestados à população usuária do sistema, com reflexos importantes na qualidade da saúde da população paranaense.

Na expectativa de realização da 15ª Conferência Nacional de Saúde, esta cartilha tem como propósito contribuir para a discussão preparatória às conferências municipais e estadual de saúde, bem como para a realização de seminários específicos sobre Política Nacional de Medicamentos e Assistência Farmacêutica.

Acesse o Guia

Fonte: CRF-PR

‘‘Então disse: Não te chamarás mais Jacó, mas Israel; pois como príncipe lutaste com Deus e com os homens, e prevaleceste.’’ Gênesis 32:28
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