CRF-PR: Assistência Farmacêutica em Farmácia Hospitalar

hospitalarO CRF-PR comunica que a FEHOSPAR – Federação dos Hospitais e Estabelecimentos de Serviço de Saúde no Estado do Paraná e o SINDIPAR – Sindicato dos Hospitais e Estabelecimentos de Serviço de Saúde do Paraná, obtiveram medida liminar provisória para suspender os efeitos da Deliberação 880/2016 do CRF-PR, que regulamenta a presença do Farmacêutico em farmácias hospitalares, de acordo com suas características de atendimento, complexidade e especialidades da unidade hospitalar a qual se encontrava vinculada.

De acordo com o entendimento, as farmácias instaladas em hospitais com mais de 50 leitos não precisam submeter-se aos termos da referida Deliberação. Todavia, foi consignado de forma expressa na mesma decisão que está mantida a exigência do artigo 6º da Lei 13.021/2014, no sentido de que os mesmos estabelecimentos beneficiados pela liminar devem comprovar a assistência técnica por profissional Farmacêutico durante todo o período de funcionamento da farmácia hospitalar.

Assim, para viabilizar o cumprimento da decisão, o CRF-PR promoverá o recadastramento das farmácias instaladas em hospitais com mais de 50 leitos, oportunidade em que será apresentada declaração firmada pelo representante legal e pelo Farmacêutico responsável que indique o horário de funcionamento da farmácia hospitalar, vez que tal informação não constava nos pedidos de registro pois era considerada como equivalente ao horário de atendimento hospitalar. O conhecimento pelo CRF-PR dessa informação é indispensável para o início do procedimento administrativo de anotação de responsabilidade técnica.

Finalmente o registro de que o CRF-PR respeita e dará pleno cumprimento à decisão enquanto vigente, mas por divergir de seus fundamentos e conclusões, utilizará todos os meios disponíveis perante o Poder Judiciário para a modificação do entendimento, de modo a salvaguardar o ato administrativo de sua autoria.

Fonte: Depto. Jurídico CRF-PR

‘‘O caminho do preguiçoso é cercado de espinhos, mas a vereda dos retos é bem aplanada.” Provérbios 15:19 (clique aqui e se surpreenda)

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Um em cada cinco casos de tuberculose é resistente a tratamento

Especialistas alertam para risco de ‘epidemia global sem precedentes’.

tuberculose amostraA tuberculose é a doença infecciosa que mais mata no mundo, superando até mesmo a temida AIDS. Apenas em 2015, foram 1,8 milhão de mortos, segundo dados da Organização Mundial da Saúde. Apesar de novas drogas com potencial para combater cepas resistentes estarem surgindo, especialistas alertam que sem o diagnóstico correto, rastreamento dos casos e protocolos de tratamento, a efetividade desses medicamentos pode ser perdida rapidamente.

— A resistência a drogas contra a tuberculose é um problema global que ameaça os esforços para erradicação da doença — disse à Reuters Keertan Dheda, professor da Universidade da Cidade do Cabo, na África do Sul, que coliderou estudo publicado no periódico “Lancet Respiratory Medicine”. — As taxas de cura para tuberculose resistente são baixas, e as pessoas podem continuar infectadas.

A tuberculose é uma infecção bacteriana normalmente tratada com uma combinação de antibióticos, mas o uso excessivo dessas medicações em todo o mundo provocou o surgimento de “superbactérias”, cepas imunes ao tratamento. A maior ameaça é de bacilos multirresistentes, imunes a duas drogas essenciais de primeira linha, isoniazida e rifampicina, ou mesmo a fluoroquinolonas e outros fármacos de segunda linha.

Transporte pelo migração – Cerca de metade dos casos globais de tuberculose multirresistente se concentra na Índia, China e Rússia, mas a migração e as viagens internacionais transportaram essas cepas para praticamente todo o mundo. David W Dowdy, especialista na doença na Escola de Saúde Pública da Johns Hopkins, nos EUA, alerta que na próxima década “é bastante possível que nós veremos uma epidemia de tuberculose multirresistente de escala global sem precedentes”.

— A diferença para esse resultado está menos com o patógeno e mais com a vontade política de se priorizar (o combate à doença) — disse Dowdy. — A tuberculose multirresistente não está parada, e nós também não podemos ficar.

Fonte: O Globo

‘‘Mas que importa? Contanto que Cristo seja anunciado de toda a maneira, ou com fingimento ou em verdade, nisto me regozijo, e me regozijarei ainda.” Filipenses 1:18 (clique aqui e se surpreenda)

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Contato físico pode melhorar o desenvolvimento cerebral de bebês

Estudo americano com 125 recém-nascidos mostrou que o toque aumenta atividade cerebral.

contatoPara os recém-nascidos, o contato pele a pele com os pais e cuidadores pode ajudar a moldar como seus cérebros respondem ao toque, um sentido necessário para conexões sociais e emocionais, sugere um novo estudo do Nationwide Children’s Hospital in Columbus, nos Estados Unidos, também publicado na revista Current Biology. “Nossas descobertas acrescentam à nossa compreensão que uma maior exposição a esses tipos de toque pode realmente impactar como o cérebro processa isso”, disse Nathalie Maitre, médica neonatologista e autora do estudo.

Para o trabalho, os pesquisadores analisaram 125 bebês, entre prematuros, com idade gestacional de 24 a 36 semanas, e nascidos a termo, ou seja, no tempo certo, entre 38 e 42 semanas. Os bebês eram submetidos ao contato com uma rede macia de 128 eletrodos, que registrava como seus cérebros respondiam a um sopro suave do ar na pele — metodologia escolhida pelo fato de um leve sopro não gerar pressão suficiente para ativar qualquer tipo de dor.

Os recém-nascidos que estavam na unidade de terapia intensiva neonatal e passaram mais tempo em contato com os pais e cuidadores tiveram uma resposta mais forte ao toque do experimento, do que os bebês a termo que não receberam esse contato físico suave. Entenderam assim que, se o cérebro infantil pode responder a esse toque, os bebês também podem aprender a diferenciar texturas: a diferença entre a pele de sua mãe e um objeto duro, ou mesmo o rosto do seu pai ou o da irmã.

“O toque realmente parece fazer diferença”, ressaltou Nathalie.  “E isso é extremamente encorajador porque, se você é pai de um bebê na unidade de tratamento neonatal, muitas vezes se sente fora de controle. Mas é importante saber como cada vez que tocar seu filho fará diferença para a formação dele”, enfatizou. O desenvolvimento do recém-nascido, especialmente nos primeiros meses, é fortemente moldado pelo toque e som, já que o campo visual ainda é muito imaturo. O toque é uma maneira de a criança entender o seu redor e uma forma de comunicação com os pais.

Um levantamento recente descobriu que mais de 25% dos bebês nascidos antes de 27 semanas de gestação desenvolvem autismo, em comparação com 1% dos bebês nascidos a termo. Por isso, a pediatra Nathalie Maitre acredita que os pais devem tomar providências para evitar o isolamento dos filhos prematuros. Logo, o toque suave para todos os recém-nascido deve ser constante, já que pode ajudar definitivamente no desenvolvimento cognitivo, comportamental e comunicação futura do bebê, concluíram os autores.

Fonte: Veja

‘‘Jesus disse: Porque, qualquer que quiser salvar a sua vida, perdê-la-á; mas qualquer que, por amor de mim, perder a sua vida, a salvará.” Lucas 9:24 (clique aqui e se surpreenda)

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Concurso público para Farmacêutico(a) na cidade de Piracicaba – SP

PiracicabaCarga horária de 40 horas semanais.
Valor da inscrição: R$ 35,00.
Inscrições até o dia 04 de abril de 2017, pelo site www.consesp.com.br.
Remuneração: R$ 3.765,04.
Leia o edital completo

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‘‘A todos os que são chamados pelo meu nome, e os que criei para a minha glória: eu os formei, e também eu os fiz.” Isaías 43:7 (clique aqui e se surpreenda)

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Pesquisa mostra riqueza nutricional do bagaço de frutas cítricas

Cálcio, ferro e magnésio foram os minerais mais encontrados no bagaço da laranja e do limão.

bagaçoCem gramas de resíduos secos — como são chamados cientificamente os bagaços — fornecem, respectivamente, 68%, 35% e 83% da ingestão diária recomendada de cálcio, ferro e magnésio. É o que revela pesquisa divulgada hoje pela Universidade Estadual de Campinas (Unicamp), em São Paulo, sobre o bagaço de frutas cítricas, em especial da laranja pera, laranja hamlin, limão taiti e limão siciliano, fundamentais para o bom funcionamento do organismo.

Segundo o estudo, conduzido pela engenheira de alimentos Joyce Grazielle Siqueira Silva, é possível absorver parte significativa das quantidades diárias desses três nutrientes apenas com  essa quantidade de bagaço. Para a avaliação da bio acessibilidade foi feita a simulação em laboratório do que acontece no processo digestivo, reproduzindo as condições do estômago e do intestino em termos de pH, presença de enzimas e temperatura, com vistas a saber que quantidades dos quatro elementos quantificados no bagaço se transferem dele para a fase líquida durante o processo gastrointestinal.

É na forma solúvel que os elementos se credenciam a serem absorvidos pelo organismo, já que os que permanecem na fase sólida provavelmente serão eliminados, Os resultados encontrados mostraram que cálcio, ferro e magnésio têm grande potencialidade de serem absorvidos pelo organismo. Mas restava saber em que proporção isso efetivamente acontece.

Os resíduos cítricos podem vir a ser utilizados em formulações industriais de bolos, sorvetes, barras de cereais, contribuindo não apenas com as funções tecnológicas relacionadas a esses produtos mas, também, para melhorar o sabor desses alimentos, enriquecendo-os.  Para isso, é preciso antes deixá-lo secar por algum tempo e triturá-lo. Assim, ele ficará com aspecto próximo ao de uma farinha e não vai alterar a textura do alimento.

O  bagaço das frutas ainda é inutilizado na alimentação humana. E isso ocorre num país em que a produção anual de laranjas e limões é superior a 19 milhões de toneladas — 30% da produção mundial. E a maior parte disso, cerca de 80%, é destinada à extração de sucos, o que consequentemente gera bagaço — o que corresponde a 50% da fruta. No entanto, o destino de todo esse resíduo é o lixo.

Fonte: Veja

‘‘Não tenhas inveja dos homens malignos, nem desejes estar com eles. Porque o seu coração medita a rapina, e os seus lábios falam a malícia.” Provérbios 24:1-2 (clique aqui e se surpreenda)

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Itália é o país com população mais saudável do mundo

Expectativa de vida no país é de aproximadamente 80 anos.

ItáliaA Itália foi eleita nesta segunda-feira (20) como o país que tem a população mais saudável do mundo, segundo índice de Saúde Global da Bloomberg, que avaliou o nível de saúde de 163 países. De acordo com o estudo, uma criança nascida na Itália hoje tem uma expectativa de vida de aproximadamente 80 anos, enquanto que em países como Serra Leoa, é de cerca de 52 anos.

A pesquisa avaliou os países segundo variáveis como a expectativa de vida, as causas mais comuns de morte e os fatores que colocam a saúde da população em risco, que inclui a taxa de indivíduos com pressão alta, fumantes, desnutrição ou falta de acesso a água potável. Mesmo enfrentando uma forte crise econômica e financeira, em que o crescimento está estagnado há décadas, a taxa de desemprego entre jovens chega a quase 40% e seu déficit orçamentário está entre os mais altos do mundo, a Itália tem o povo mais saudável devido ao “excesso de médicos” existentes no país, informou a Bloomberg.

Além disso, a Itália estimula a vida saudável por meio de um dos programas mais populares da televisão que é “Um médico na família”. Sem contar que os italianos contam com a dieta mediterrânea, considerada a mais saudável de todas. No “top 5” do ranking mundial, está a Itália na primeira posição, seguida da Islândia, Suíça, Cingapura e Austrália. O estudo também conclui que nem sempre países desenvolvidos estão entre os mais saudáveis do mundo, como por exemplo, os Estados Unidos, que ocupam o 34º lugar, tendo em vista que 67,3% da população do país é obesa.

Fonte: R7

‘‘A ti, ó Senhor, clamei; eu disse: Tu és o meu refúgio, e a minha porção na terra dos viventes. Atende ao meu clamor; porque estou muito abatido. Livra-me dos meus perseguidores; porque são mais fortes do que eu.” Salmos 142:5-6 (clique aqui e se surpreenda)

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Pesquisa abre caminho para a medicina regenerativa no diabetes

Novas pesquisas mostram que a estratégia de tratar diabetes aumentando o número de células beta é uma meta plausível de ser atingida.

células betaTodas as formas de diabetes se caracterizam pela diminuição da quantidade de células beta, que são responsáveis pela produção da insulina, o hormônio que regula os níveis de glicose no sangue. No diabetes tipo 1 ocorre uma diminuição dramática devido à destruição destas células pelo sistema imunológico, enquanto no diabetes tipo 2 esta diminuição ocorre mais gradativamente e é provocada pelo excesso de trabalho das células beta, que tem que produzir constantemente grandes quantidades do hormônio, tentando compensar a resistência à insulina presente nessas pessoas. A diminuição de células beta ocorre também em outras formas de diabetes, como no diabetes gestacional e no diabetes causado por enfermidades pancreáticas.

Deste modo, a descoberta de uma maneira de fazer com que as células beta proliferem teria um potencial para o tratamento e eventualmente a cura de muitas formas de diabetes. Uma das grandes dificuldades neste campo é que as células beta de seres humanos adultos raramente se multiplicam. Ocorre a proliferação das células beta no período embrionário e em intensidade decrescente até os cinco anos de idade, época na qual o número de células beta presentes representam o estoque que o indivíduo terá disponível ao longo da vida.

Ao contrário do que acontece com seres humanos, nos roedores usados como animais de experimentação, a proliferação destas células ocorre também no período adulto. Este fato explica o fracasso de várias substâncias capazes de induzir a multiplicação de células beta de roedores quando ensaiadas em células humanas. Apesar disso, ao longo dos anos, foram sendo identificados meios de induzir a proliferação de células beta humanas em laboratório. Por exemplo, em 2003, grupos de pesquisadores da Universidade de São Paulo (USP), em colaboração com cientistas da Universidade de Perugia, na Itália, descobriram que o veneno de um escorpião (Tityus serrulatus) era capaz de induzir a multiplicação de células beta humanas em cultura (J Investig Med. 2003 Mar;51(2):79-85. doi: 10.1136/jim-51-02-09). Mas não foram capazes de isolar o princípio ativo responsável por este efeito. Algumas drogas com esta propriedade foram identificadas desde então, mas se mostraram excessivamente tóxicas para serem testadas “in vivo” (em pessoas).

Recentemente, um grupo de cientistas trabalhando na Novartis da Califórnia, com financiamento da JDRF (fundação para pesquisa em diabetes juvenil ), descobriu uma substância não tóxica capaz de provocar a multiplicação de células beta adultas tanto de roedores quanto de humanos. Através de diversas metodologias, os pesquisadores demonstraram, de modo inequívoco, que a aminopyrazina, quando administrada em animais de experimentação nos quais parte das células beta havia sido destruída, era capaz de restaurar o número de células beta, revertendo o diabetes.

Nos experimentos com células humanas, foram utilizadas ilhotas (que contêm as células beta) que foram transplantadas em camundongos diabéticos. Após a administração de aminopyrazina nesses animais, ocorreu a reversão do diabetes. Recuperadas as ilhotas que haviam sido transplantadas na cápsula renal, verificou-se um grande aumento no número de células beta contidas nas ilhotas. Em uma série de experimentos posteriores, no sentido de investigar como a aminopyrazina produzia seu efeito, ficou demonstrado que este era devido à inibição de duas proteínas importantes para impedir que a célula entre no ciclo de divisão celular: DIRK1A e GSK3B (Nature Communications 6, Article number: 8372 (2015).

A importância desta pesquisa para a medicina é a demonstração de que é possível induzir a multiplicação de células humanas adultas com substâncias não tóxicas, derrubando o mito de que as células beta não são capazes de se multiplicar após os cinco anos de idade. Há ainda um longo caminho para que a aminopyrazina possa ser transformado em medicamento.

Como as proteínas DIRK1A e GSK3B existem em outras células, é preciso demonstrar que a aminopyrazina não induz a proliferação de outras células além das células beta ou, seguindo as pistas deixadas por este estudo, descobrir outras substâncias que sejam mais específicas.No mínimo, mesmo que a aminopyrazina nunca possa ser usada como medicamento, sabemos que a estratégia de tratar diabetes aumentando o número de células beta é uma meta plausível de ser atingida, o que incentiva os cientistas e dá esperança aos pacientes.

Fonte: Veja

‘‘Não é o discípulo mais do que o mestre, nem o servo mais do que o seu senhor.” Mateus 10:24 (clique aqui e se surpreenda)

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