Exército dos EUA enviou antraz por engano para suas bases

Amostras com as bactérias altamente contagiosas foram envidas para nove Estados americanos e para uma base militar na Coreia do Sul. Exército apura as responsabilidades

exércitoO Exército dos Estados Unidos enviou “inadvertidamente” amostras de bactéria viva antraz para laboratórios de nove Estados do país e uma para a base militar americana na Coreia do Sul, informou o Pentágono nesta quarta-feira. As amostras altamente contagiosas, que em princípio deviam conter antraz morto ou inativo, foram enviadas entre março de 2014 e março de 2015 a laboratórios em Maryland, Texas, Wisconsin, Delaware, Nova Jersey, Tennessee, Nova York, Califórnia e Virgínia, além da Coreia do Sul.

O Pentágono afirmou que ninguém foi infectado e que não existe risco para o público, mas que quatro pessoas estão sendo acompanhadas por equipes de saúde e mantidas em observação por terem sido expostas ao antraz. Estas pessoas foram expostas à bactéria, que pode causar a morte caso for inalada, quando realizavam “procedimentos que soltaram o agente [antraz] no ar”.

As amostras de antraz foram enviadas de um laboratório do Exército em Utah como parte de um programa para desenvolver testes nas bases que permitam identificar ameaças diante do risco de possíveis ataques biológicos. O porta-voz do Pentágono, coronel Steve Warren, indicou que uma investigação foi aberta para determinar o que provocou as falhas, e anunciou que o Departamento de Defesa suspendeu os envios de antraz inativo até que as causas sejam esclarecidas e os responsáveis sejam identificados.

Fonte: Veja

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Cientistas descobrem proteína chave necessária para desenvolver vacina contra o ebola

Segundo estudiosos, NPC1 é calcanhar de Aquiles para a infecção

ebola 17Pesquisadores americanos acreditam que podem ter achado o calcanhar de Aquiles do vírus ebola, o que poderia ser a chave para o desenvolvimento de uma vacina preventiva eficaz. Pesquisa publicada no domingo, na última edição da mBio, a revista on-line da Sociedade Americana de Microbiologia, revelou que os cientistas acreditavam que uma proteína chamada Niemann-Pick C1 (NPC1) era fundamental para o ebola infectar um hospedeiro.

“Nosso estudo mostrou que a NPC1 era um calcanhar de Aquiles para a infecção pelo vírus Ebola”, disse o líder do estudo co-Kartik Chandran, professor associado de microbiologia e imunologia na Faculdade de Medicina Albert Einstein da Universidade de Yeshiva.

Não existem atualmente tratamentos aprovados federalmente para a doença, e todas as terapias em desenvolvimento são concebidas para atacar o vírus.

Atacar a NPC1 é a primeira abordagem terapêutica baseada no hospedeiro para combater a enfermidade, que custou milhares de vidas durante um surto devastador na África Ocidental no ano passado, o pior da história.

Estudos in vitro anteriores mostraram que o ebola entra nas células hospedeiras ao se ligar diretamente com a NPC1, e que bloquear a capacidade do vírus de se acoplar com a proteína iria prevenir a infecção.

Para ver se este processo acontecia em organismos vivos, os investigadores expuseram três tipos diferentes de ratos à doença – os ratos normais, ratos geneticamente modificados para serem completamente deficientes em NPC1 e ratos geneticamente modificados para terem níveis de NPC1 normais e mutantes.

Enquanto os ratos normais morreram de infecção por ebola após nove dias, aqueles deficientes em NPC1 estavam completamente livres do vírus.

“NPC1 é absolutamente essencial para patogênese in vivo, e se você pode interromper este, não há sinais de replicação do vírus ebola ou de patogênese”, acrescentou Andrew Herbert, cientista de pesquisa sênior no do Instituto de Pesquisa Médica de Doenças Infecciosas do Exército dos EUA em Maryland.

Fonte: Portal O Globo

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Farmacêutica cria “pílula robótica” que substitui injeção

pílula robóticaA farmacêutica suíça Novartis está elevando sua aposta em tecnologias inteligentes, colaborando com a startup norte-americana Rani Therapeutics em uma “pílula robótica” para drogas complexas de biotecnologia que normalmente teriam que ser administradas via injeções.

A Rani disse que realizará estudos de viabilidade durante os próximos 18 a 24 meses para avaliar como medicamentos biológicos seletos da Novartis podem ser transferidos para a corrente sanguínea usando seu dispositivo exclusivo.

A cápsula da Rani, que é engolida como uma pílula normal, contém agulhas minúsculas feitas de açúcar que são empurradas contra a parede do intestino para administrar a droga.

A companhia norte-americana, cujos apoiadores incluem a unidade de capital de risco do Google, acredita que sua tecnologia em estágios iniciais pode ser usada com insulina e uma série de outros medicamentos injetáveis, incluindo tratamentos para artrite reumatoide, psoríase e esclerose múltipla.

Fonte: Exame

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Palestra ”Métodos Contraceptivos”, em Londrina – PR

Métodos ContraceptivosO médico ginecologista Paulo Talisin abordará os métodos contraceptivos, seu uso, benefícios e riscos.
Dias 6 e 27 de junho de 2015, das 15 às 16:30 horas.
Local: Shopping boulevard
Inscrições gratuitas!
As inscrições devem ser realizadas com a Danielly pelo e-mail danielly.forte@walmart.com ou pelo telefone (43) 3302-3805.

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Cientistas usam vírus da herpes para curar câncer de pele

Uma versão geneticamente modificada do vírus que causa herpes pode curar câncer de pele, de acordo com pesquisadores

herpes 2O vírus da herpes modificado é inofensivo para células normais mas, quando injetado em tumores, se replica e libera substâncias que ajudam a combater o câncer.

Resultados de testes divulgados na publicação científica Journal of Clinical Oncology mostram que a terapia pode aumentar a sobrevivência dos pacientes por anos – mas apenas para alguns portadores de melanoma, o tipo mais grave de câncer de pele. O tratamento ainda não foi licenciado.

“Quando o vírus da herpes infecta uma célula ele cresce dentro dela e a faz explodir, infectando as células ao redor. Por isso a ferida, são as células morrendo na sua pele”, explica Richard Marais, do Cancer Research UK.

“Eles modificaram o vírus de três maneiras. Primeiro, fizeram com que parasse de causar herpes. Segundo, fizeram com que crescesse apenas nas células cancerígenas. Por último, fizeram ele ser atraente para o sistema imunológico. Por isso, quando injetado em um tumor, ele mata o tumor e ativa o sistema imunológico, que caça outros tumores para matá-los”, conclui. Para ele, a técnica poderá ser usada, no futuro, para combater outros tipos de câncer.

Tratamentos semelhantes de imunoterapia para melanoma já estão disponíveis nos Estados Unidos e na Europa, mas os pesquisadores acreditam que o vírus modificado, conhecido como T-Vec, poderia se somar a isso. Seria também o primeiro tratamento para melanoma que usa um vírus.

O estudo é o maior teste aleatório de um vírus anticâncer e envolveu 436 pacientes de 64 centros nos Estados Unidos, Reino Unido, Canadá e África do Sul que tinham melanomas malignos inoperáveis.

“Há um crescente entusiasmo com o uso de tratamentos virais como T-Vec para o câncer, porque eles podem lançar um ataque duplo nos tumores – matando células cancerígenas diretamente e colocando o sistema imunológico contra elas”, diz o coordenador dos testes no Reino Unido, Kevin Harrington, do Instituto de Pesquisa do Câncer, em Londres.

“E, como o tratamento viral pode ter como alvo células cancerígenas especificamente, há uma tendência a ter menos efeitos colaterais que a quimioterapia tradicional ou algumas das novas imunoterapias.”

Mais pesquisa – “Estudos anteriores mostraram que o T-Vec poderia beneficiar algumas pessoas com câncer de pele avançado, mas este é o primeiro estudo a provar um aumento de sobrevivência”, disse Hayley Frend, gerente de ciência da informação do Cancer Research UK.

“O próximo passo vai ser entender por que apenas alguns pacientes respondem ao tratamento com T-Vec, para ajudar a identificar quais pacientes poderiam se beneficiar disso”, diz.

De acordo com o Inca (Instituto Nacional do Câncer), embora o câncer de pele seja o mais frequente no Brasil (25% dos casos), o melanoma – que é mais grave, devido à possibilidade de metástase – representa 4% dos tumores malignos de pele. Os riscos de desenvolver câncer de pele aumentam com a exposição a raios UV.

Fonte: BBC Brasil

‘‘Fizeste-me conhecidos os caminhos da vida; Com a tua face me encherás de júbilo.’’ Atos 2:28 (clique aqui e saiba mais)
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AstraZeneca sofre revés após droga ser ligada a pensamentos suicidas

As esperanças da AstraZeneca de ultrapassar os 45 bilhões de dólares em receita até 2023 sofreram um revés com um problema em uma droga experimental para psoríase que a farmacêutica via como um produto com potencial de vendas nos bilhões de dólares

suicídio 2A Amgen, sua parceira no projeto, anunciou no fim da sexta-feira que estava encerrando uma colaboração para desenvolver o brodalumab depois que foram notados pensamentos suicidas em pacientes que tomavam o medicamento.

As ações da companhia tinham queda de 1 por cento, às 9h20 (horário de Brasília), após a divulgação das notícias e um feriado prolongado na Grã-Bretanha.

O analista do Deutsche Bank Richard Parkes disse que o revés é uma surpresa e que encerrar o desenvolvimento da droga terá um impacto de cerca de 2 por cento nas médias das previsões de longo prazo de resultados da AstraZeneca.

Apesar de o grupo britânico dizer que ainda está considerando se descartará o produto ou continuará sozinho, as perspectivas para o medicamento agora parecem bastante manchadas com a Amgen declarando que preocupações sobre segurança provavelmente vão resultar em uso restrito.

Fonte: R7

‘‘Faze o bem a Sião, segundo a tua boa vontade; edifica os muros de Jerusalém.’’ Salmos 51:18 (clique aqui e saiba mais)
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Brasil importa 85% dos princípios ativos para a fabricação de medicamentos

BrasilA pesquisa clínica, fundamental para a criação de novos medicamentos, precisa encontrar um contexto mais favorável no Brasil para que o país possa deixar de ser tão dependente de matéria-prima importada. Hoje, a maioria dos medicamentos é produzida com princípios ativos trazidos do exterior e, como resultado, temos um déficit de US$ 5,5 bilhões na balança comercial do setor

Mesmo com as exportações crescendo em ritmo superior às importações, a diferença ainda está longe de ser compensada.

“O Brasil não conseguiu reproduzir o ambiente de cooperação entre governos, universidades e iniciativa privada. Os principais centros geradores de novas drogas são centros em que o governo apoia pesadamente a pesquisa básica; a indústria e a universidade trabalham de forma muito integrada para transformar a pesquisa básica em pesquisa aplicada, o que significa novos medicamentos no mercado”, afirma Antônio Britto, presidente-executivo da Interfarma (Associação da Indústria Farmacêutica de Pesquisa).

Contudo, existe muita resistência das universidades em trabalhar com a iniciativa privada e a iniciativa privada resiste em assumir riscos, característica da pesquisa clínica. Para que um medicamento seja criado, cerca de 10 mil moléculas são pesquisadas sem sucesso e aproximadamente US$ 900 milhões são investidos durante 10 anos de pesquisas. É um investimento de risco.

Mundo afora, a indústria farmacêutica fatura cerca de US$ 1 trilhão por ano e investe entre 12% e 16% em pesquisa e desenvolvimento de medicamentos. Isso significa algo entre US$ 120 bilhões e US$ 160 bilhões; enquanto o Brasil investe apenas US$ 300 milhões por ano. “O Brasil tem uma posição medíocre na descoberta, no desenvolvimento e no patenteamento de novos medicamentos. A posição é medíocre e desproporcional à qualidade da nossa ciência; considerando a qualidade dos cientistas que já temos, poderíamos ser muito mais importantes nessa área”, analisa Britto.

Além da integração entre governo, universidade e iniciativa privada, o tempo de aprovação da pesquisa clínica continua sendo um obstáculo importante para o avanço da inovação. “Para que um estudo seja aprovado na Coreia, leva 30 dias; nos Estados Unidos, de 45 a 60 dias; na Europa, de 60 a 75 dias, enquanto no Brasil chega a levar 365 dias”, compara o presidente-executivo da Interfarma.

Mais de 186 mil estudos clínicos estão sendo realizados no mundo, enquanto o Brasil tem cerca de 4,3 mil pesquisas em andamento. Isso coloca o país em 15º no ranking da pesquisa clínica, com 2,3% do total.

Estudos abandonados

Um levantamento da Interfarma revela que sete farmacêuticas deixaram de realizar no país 16 estudos nos últimos seis meses nas áreas de câncer, cardiopatias, doenças raras, depressão e esclerose múltipla; área de extrema importância para a saúde. As doenças cardiovasculares, por exemplo, representam a principal causa de morte no país; o câncer tem mais de 500 mil novos casos diagnosticados por ano; a depressão está entre as doenças mais incapacitantes do mundo. “Estamos perdendo estudos importantes, que já poderiam estar salvando vidas”, alerta Britto.

Além disso, há o prejuízo para a inovação e o aperfeiçoamento científico no país. Quando os estudos se concentram em outras nações, o pesquisador brasileiro enfrenta um obstáculo a mais para a sua qualificação profissional e para a propagação do conhecimento científico no Brasil. “O conhecimento está sendo produzido, temos a chance de participar, mas acabamos deixados de lado”, lamenta o presidente-executivo da Interfarma.

Fonte: SaudeBusiness

‘‘Não te glories contra os ramos; e, se contra eles te gloriares, não és tu que sustentas a raiz, mas a raiz a ti.’’ Romanos 11:18 (clique aqui e saiba mais)
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