Colírio Neo Brasil, Gastrol TC e Bisuisan são suspensos

Atualização das suspensões atinge lotes dos medicamentos Colírio Neo Brasil, Gastrol TC e Bisuisan, pó oral e granulado.

gastrol bisuisanA Anvisa suspendeu nesta segunda-feira (22/5) dois medicamentos da empresa Brainfarma Indústria Química e um da Cosmed Indústria de Cosméticos e Medicamento. Ao todo são 52 lotes suspensos por causa de uma avaliação da própria Brainfarma que identificou um desvio de qualidade em uma inspeção para investigar as boas práticas do seu laboratório de controle de qualidade.

Os produtos interditados da Cosmed também são fabricados pela Brainfarma, ou seja, embora a Cosmed seja a proprietária e responsável pelos medicamentos, a linha de produção utilizada é a da Brainfarma.

A ação é uma atualização da interdição anterior que a Anvisa havia feito. Por isso, a Resolução desta segunda-feira anulou as duas interdições publicadas no último dia  3 de maio. A medida inclui cinco lotes do medicamento Bisuisan, na forma de pó oral e de granulado simples. Esses dois estão registrados pela empresa Cosmed, sendo fabricados pela Brainfarma.

Os produtos interditados são:

  • Colírio Neo Brasil, solução oftálmica 20ml – 38 lotes
  • Gastrol TC, suspensão oral – 9 lotes
  • Bisuisan, pó oral – 4 lotes
  • Bisuisan, granulado simples – 1 lote

Confira todos os lotes interditados

Brainfarma
Medicamento Lotes
COLÍRIO NEO BRASIL / SOLUÇÃO OFTÁLMICA 20ML B16M2081 B16M0741
B16M0743 B16M0742
B17C0336 B17C0335
B17A0498 B17C0337
B17A0499 B17C1454
B17A0500 B17C1455
B17A0501 B17C1456
B17A0502 B17C1457
B17B1359 B17C1458
B17B1360 B17C1459
B17B1361 B17C1460
B17B1362 B17C1461
B17B1363 B17D0894
B17B1364 B17D0895
B17B1365 B17B1370
B17B1366 B17B1371
B17B1367 B17C0332
B17B1368 B17C0333
B17B1369 B17C0334
GASTROL TC / SUSPENSÃO ORAL B16A1072 B16D0965
B17B2351 B17B2352
B17B2353 B17B2350
B17B2349 B16D1406
B17A0656
COSMED INDÚSTRIA DE COSMETICOS E MEDICAMENTOS S.A
MEDICAMENTO LOTES
BISUISAN / PÓ ORAL B17A0566 B17B0004
B17C1075 B16L0494
BISUISAN / GRANULADO SIMPLES B16K1190

Haldol tem lotes suspensos por erro no rótulo – Medicamento Haldol (haloperidol), utilizado para esquizofrenia saiu com rotulagem incorreta que trazia indicação pediátrica.  Vinte e dois lotes do medicamento Haldol (haloperidol) foram suspensos nesta segunda-feira (22/5) por erro na rotulagem. Os lotes suspensos traziam no rótulo a indicação pediátrica, o que está incorreto. O medicamento Haldol injetável tem indicação somente para adultos.

O produto é utilizado para tratamento de casos psicóticos em pacients com esquizofrenia. O erro foi identificado pelo fabricante, Janssen-Cilag Farmacêutica, e comunicado à Anvisa. A suspensão atinge o Haldol (haloperidol) infetável, 5mg/mL. Agora cabe ao fabricante fazer o recolhimento do produto no mercado. Confira os lotes suspensos:

Medicamento Lotes Suspensos
Haldol (haloperidol) infetável, 5mg/mL 6003 (val. 01/2021), 6004 (val. 01/2021), 5012 (val. 08/2020), 5015AA (val. 09/2020), 5014 (val. 09/2020), 5015A (val. 09/2020), 5015 (val. 09/2020), 5013 (val. 09/2020), 5006A (val. 03/2020),5005B (val. 03/2020), 5006 (val. 03/2020), 5005A (val. 03/2020), 5003A (val. 01/2020), 5004 (val. 01/2020), 5001 (val. 01/2020), 5002 (val. 01/2020), 4017 (val. 10/2019), 4015 (val. 08/2019), 4011 (val. 06/2019), 4006 (val. 02/2019), 3011 (val. 09/2018) e 2011 (val. 10/2017)

Medicamento clandestino é proibido pela Anvisa – O produto não possui registro na Agência e era comercializado em um site irregular. O produto Cáscara Sagrada EC, da empresa As Ervas Curam Ind. Ftca. Ltda., não possui registro na Anvisa, o que põe em xeque a eficácia e a procedência do medicamento. Além disso, o Cáscara Sagrada era comercializado em um site que não tem autorização da Anvisa para fazer propagandas de medicamentos. Por conta das irregularidades, a Agência proíbe a fabricação, distribuição, comercialização e uso do produto. Agora, a empresa As Ervas Curam terá que recolher o estoque do Cáscara Sagrada existente no mercado. A decisão foi publicada no Diário Oficial da União (DOU) nesta sexta-feira (19/05) e entrou em vigor no momento da publicação.

Solução Clear Plus para micoses é proibida pela Anvisa – Fabricado pela empresa Jose de Brito Daniel, o produto não possui autorização e cadastro na Agência. Foi determinada, então, a proibição e apreensão do produto. Anvisa determinou, nesta segunda-feira (22/5), a proibição do produto Clear Plus Solução Antimicótica – para unhas (micose) de 10ml. A solução é fabricada pela empresa Jose de Brito Daniel, que não possui cadastro ou Autorização de funcionamento (AFE) e comercializada irregularmente. A resolução RE 1.347 de 19 de maio de 2017, proíbe o medicamento clandestino de ser comercializado, divulgado, distribuído ou usado em todo o território nacional. Além disso, foi determinada a apreensão e inutilização de todas as unidades disponíveis no mercado.

Condicionador da marca Cocoricó é proibido pela Anvisa – O condicionador Cabelos Normais da marca Cocoricó não possui registro ou notificação da Anvisa.  O condicionador Cabelos Normais, da marca Cocoricó foi suspenso pela Anvisa. De acordo com o Laudo de Análise Fiscal da Fundação Ezequiel Dias (FUNED/MG), o condicionador trazia em seu rótulo o número de processo de autorização de outro produto. O problema foi identificado no rótulo do lote 92307, mas na prática o produto é considerado clandestino. Com isso, fica proibida a distribuição, divulgação, comercialização e uso do produto, em território nacional. A empresa deverá recolher o condicionador Cabelos Normais, da marca Cocoricó do mercado.

Produtos para leucemia e infecção têm lotes restritos – Medicamentos Norfloxacino e Trisenox tiveram lotes suspensos e interditados por problemas no processo produtivo. Produtos disponíveis no mercado devem ser recolhidos. A Anvisa publicou nesta sexta-feira a interdição e a suspensão de dois medicamentos. A primeira medida foi contra o medicamento genérico Norfloxacino 400mg, da empresa Cimed Indústria de Medicamentos Ltda. O lote interditado é o de número 1615200, com validade até 10/2018. O Norfloxacino é indicado para infecções do trato urinário, febre tifoide, gastroenterites, entre outros problemas. A interdição foi motivada porque o lote em questão apresentou resultado insatisfatório no teste de dissolução. A análise foi feita pelo Laboratório de Saúde Pública de Goiás, “Dr. Giovanni Cysneiros”. Os demais lotes do produto estão liberados para uso. No caso da interdição, Norfloxacino, a medida é preventiva e tem validade por até 90 dias. Durante este período o produto não pode ser comercializado ou utilizado.

Suspensão definitiva – A outra medida foi a suspensão do medicamento Trisenox (trióxido de arsênio), 1mg/ml, solução injetável, indicado para o tratamento de leucemia promielocítica aguda (câncer do sangue e medula óssea). da empresa Zodiac Produtos Farmacêuticos S/A.  Neste caso, foram suspensos dois lotes, o PP40286-1 e o PP40286-1A. A própria empresa percebeu uma contaminação microbiológica no produto e comunicou o recolhimento voluntário para a Anvisa. A Resolução proíbe de forma definitiva os dois lotes de Trisenox, os quais deverão ser recolhidos do mercado.

Dois suplementos clandestinos são proibidos – Anvisa proibiu, nesta quarta-feira 17/5, dois suplementos de Colágeno e de Vitamina C que estavam no mercado sem nenhuma avaliação.  Dois suplementos que estavam sendo comercializados sem nenhum tipo de avaliação técnica foram proibidos pela Anvisa nesta quarta-feira. Os produtos clandestinos são de dois diferentes fabricantes. Um dos suplementos proibidos foi o Suplemento de Vitamina C à Base de Café Verde, da empresa Promel Indústria e Comércio de Produtos Naturais Ltda. A empresa é de Nova Venécia/ES. O produto estava sendo comercializado com informações incorretas no rótulo e induzindo o consumidor a acreditar que o suplemento teria propriedades terapêuticas.

As marcas Detox, End Hair, Skin Caps, Turbo Slim, Super Slim X e Hair Nutri, da mesma empresa Promel, também estão suspensas. A segunda proibição foi do produto Suplemento de Colágeno, Proteína do Leite e Vitamina B6 em Cápsulas, da marca Aminomax/Poly Whey. O produto é fabricado pela Poly Flora Produtos Naturais Ltda, de Cachoeiro do Itapemirim/ES. Este tipo de produto deveria ser analisado pela Anvisa, já que se enquadraria na categoria de novo alimento. Confira as proibições no Diário Oficial da União.

Que tipo de irregularidade ocorre com os suplementos? Os produtos conhecidos como suplementos alimentares são dispensados de registro na Anvisa, mas devem seguir as regras de composição, qualidade e Boas Práticas de Fabricação da Agência. Boa parte das apreensões e proibições deste tipo de produto é pela divulgação de promessas falsas em seus rótulos que induzem o consumidor a acreditar que o produto tem propriedades terapêuticas. No caso de alimentos com características que vão além da simples nutrição ou com componentes específicos, o fabricante deveria pedir a análise como Alimento Funcional ou como Novo Alimento na Anvisa.

Fonte: Anvisa

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“Respondeu-lhe Jesus: Tu dizes isso de ti mesmo, ou disseram-to outros de mim?” João 18:34 (clique aqui e se surpreenda)

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Vaga para Farmacêutico(a) na cidade de Santa Tereza do Oeste – PR

Santa Tereza Oeste PRPara trabalhar em farmácia de dispensação.
Preferencialmente com experiência.
Horário: das 14 às 20 horas de segunda-feira a sábado.
Remuneração: piso salarial proporcional + comissão sobre vendas + ajuda de custo.
Maiores informações com Francis pelo telefone (45) 9129-8687.
Enviar currículos para o e-mail francislimberger@hotmail.com (Masterfarma)
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“Lança o teu cuidado sobre o Senhor, e ele te susterá; não permitirá jamais que o justo seja abalado.” Salmos 55:22 (clique aqui e se surpreenda)
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Vaga para Farmacêutico(a) na cidade de Londrina – PR

LondrinaPara trabalhar em farmácia de dispensação.
Com ou sem experiência.
Carga horária de 6 horas diárias, de terça-feira a sábado, das 8 às 14 horas.
Domingos alternados, das 8 às 12 horas.
Segunda-feira alternadas, das 9 às 13:30 horas e das 14:30 às 20 horas.
Remuneração: piso salarial proporcional.
Benefícios: à combinar.
Maiores informações com Carlos pelo telefone (43) 8432-3179.
Enviar currículo para o e-mail cafezal@drogamais.com.br (Farmácia Droga Mais).
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“Quanto à antiga maneira de viver, vocês foram ensinados a despir-se do velho homem, que se corrompe por desejos enganosos, a serem renovados no modo de pensar e a revestir-se do novo homem, criado para ser semelhante a Deus em justiça e em santidade provenientes da verdade.” Efésios 4:22-24 (clique aqui e se surpreenda)

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Vírus Zika pode ser usado no tratamento de tumor cerebral, afirmam pesquisadores

O vírus Zika poderia ser usado no tratamento de tumor cerebral. É o que acreditam cientistas da Universidade de Cambrigde, no Reino Unido.

tumor cerebralEm um estudo pioneiro, eles vão testar o efeito do vírus sobre o glioblastoma, forma mais comum e agressiva de tumor no cérebro. Segundo os pesquisadores, cerca de 2,3 mil pessoas são diagnosticadas por ano com esse tipo de câncer na Inglaterra – e menos de 5% dos pacientes sobrevivem mais de cinco anos à doença.

Em seu trabalho, os cientistas vão tentar confirmar se o Zika pode destruir as células cancerosas no cérebro. De acordo com eles, os tratamentos existentes contra o glioblastoma são limitados por causa da incapacidade de atravessar a barreira hematoencefálica – estrutura que atua principalmente para proteger o sistema nervoso central – e do fato de que as doses devem ser mantidas baixas para evitar danos ao tecido saudável.

O vírus Zika, por sua vez, consegue atravessar a barreira hematoencefálica e poderia atingir as células cancerosas, poupando o tecido cerebral adulto normal e abrindo assim uma nova possibilidade de atacar a doença. “Esperamos mostrar que o vírus Zika pode retardar o crescimento do tumor cerebral em testes de laboratório. Se pudermos aprender lições a partir da sua capacidade de atravessar a barreira hematoencefálica e atingir as células-tronco seletivamente, poderíamos ter na mão a chave para futuros tratamentos”, explica o pesquisador Harry Bulstrode, da Universidade de Cambridge.

Esperança – Testes em laboratório já indicaram anteriormente que a infecção pelo Zika durante a gravidez ataca as células-tronco do cérebro em desenvolvimento dos bebês, reforçando a crença de que o vírus causa más-formações fetais, como a microcefalia. Mas em adultos, uma vez que o cérebro já está totalmente desenvolvido, o vírus geralmente não causa nada além do que os sintomas de uma gripe.

Os pesquisadores afirmam que, no caso do glioblastoma, as células cancerosas se assemelham às do cérebro em desenvolvimento, o que sugere que a infecção por zika poderia atacá-las também. Segundo a ONG Cancer Research UK, que está financiando a pesquisa, essa fase inicial de testes vai investigar como o vírus mira as células-tronco e fornecer um ponto de partida para desenvolver novos tratamentos que buscam atacar o tumor cerebral e preservar o tecido saudável ao seu redor. Os cientistas vão testar células tumorais em ratos em laboratório.

“A infecção pelo Zika em bebês e crianças é uma grande preocupação para a saúde global, e o foco tem sido descobrir mais sobre o vírus para encontrar novos tratamentos possíveis. Estamos adotando uma abordagem diferente e queremos usar esses novos insights para ver se o vírus pode ser usado para combater um dos mais complexos tipos de câncer”, diz Bulstrode.

Iain Foulkes, diretor de pesquisa e inovação do Cancer Research UK, reforça a urgência de se encontrar novas formas de tratamento para o glioblastoma. “Precisamos urgentemente de novos insights e tratamentos para combater o glioblastoma, uma das formas mais comuns de tumores cerebrais e difíceis de tratar”, diz Foulkes. “A pesquisa de Bulstrode é uma forma incrivelmente inovadora de expandir a compreensão de como podemos vencer essa doença, que ainda é um grande desafio”, acrescenta.

Fonte: BBC Brasil

“Portanto, estai vós também apercebidos; porque virá o Filho do homem à hora que não imaginais.” Lucas 12:40 (clique aqui e se surpreenda)

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Concurso público para Farmacêutico(a) na cidade de Biguaçu – SC

BiguaçuCarga horária de 30 (trinta) horas semanais.
Valor da inscrição: R$ 70,00.
Inscrição: até o dia 19 de junho de 2017, pelo site www.faepesul.gov.br/concursos.
Remuneração: R$ 2.997,69.
Benefício: Vale alimentação R$ 255,53.
Baixe e leia o edital completo (Edital 04/2017).

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“Venham a mim, todos os que estão cansados e sobrecarregados, e eu lhes darei descanso.” Mateus 11:28 (clique aqui e se surpreenda)

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Cientistas estudam fungos da Antártica em busca de medicamento contra dengue

Dois desses fungos já demostraram potencial para dar origem a antivirais para humanos.

antartidaCientistas mineiros estudam fungos da Antártica em busca de substâncias que possam servir para elaboração de medicamentos contra o vírus da dengue. O projeto Micologia Antártica, ou simplesmente MycoAntar, está realizando testes com mais de 5 mil extratos de substâncias obtidas. Dois deles já demostraram potencial para dar origem a antivirais para humanos, pois foram capazes de inibir o vírus da dengue com baixa toxicidade.

A iniciativa envolve pesquisadores da UFMG (Universidade Federal de Minas Gerais) e da Fiocruz (Fundação Oswaldo Cruz), entre outras instituições. Durante cada Operação Antártica, que ocorre anualmente entre os meses de outubro e março, cientistas viajam ao continente gelado para realizar a coleta de fungos. As amostras, reunidas desde a criação do projeto em 2013, permitiu à UFMG constituir a maior coleção de fungos da Antártica do mundo. São cerca de 8 mil espécies.

Utilizando essas amostras, os cientistas da UFMG crescem os fungos em baixa temperatura e coletam extratos das substâncias produzidas. Eles são enviados para o Centro de Pesquisa Renê Rachou, da Fiocruz, sediado em Belo Horizonte. Lá são identificados os que manifestaram atividade biológica em contato com o vírus da dengue, explicou Luiz Rosa, pesquisador da UFMG.

— Digamos que, de mil extratos, 100 foram ativos. Então, vamos mapear cada substância desses 100 extratos para testá-las individualmente. Já estamos nessa fase do estudo. Dois extratos já se mostraram mais promissores e agora vamos caracterizar todas as suas substâncias. Também já foi identificada uma substância capaz de inibir o vírus da dengue, conhecida como meleagrina. No entanto, ela não é inédita.

— Já havia sido observada em fungo marinho e agora nós a encontramos em um fungo da antártica. O problema é o seu preço. Apenas 1 miligrama vale US$ 1 mil. Mas pode ser que, de repente, nós descobrimos que esse fungo consegue produzi-la em maior quantidade. Ou quem sabe, no futuro, a gente consiga usar essa substância como modelo para criar uma molécula sintética que pode gerar um medicamento acessível. O cientista esclarece que o medicamento que buscam não será necessariamente capaz de eliminar a dengue. Pode ser, por exemplo, um remédio que alivie os sintomas de uma fase aguda ou que ajude a desenvolver uma vacina.

Biodiversidade – Com aproximadamente 14 milhões de quilômetros quadrados, a Antártica é territorialmente 1,6 vezes maior que o Brasil e 1,4 vezes maior que os Estados Unidos. Em toda essa extensão há uma grande variedade de seres vivos. No entanto, a vida do continente gelado é composta de poucos macroorganismos. A maior biodiversidade é microbiana, isto é, composta de bactérias, fungos, vírus, microalgas etc.

O isolamento da Antártica também faz com que muitas dessas espécies tenham características particulares e sejam exclusivas, não existindo em qualquer outra parte do mundo, esclareceu o pesquisador Luiz Rosa: Este ano nós descrevemos um fungo novo, azul, o que é muito raro. Então estas espécies que existem lá podem ter vias metabólicas únicas, o que pode levar a descoberta de substâncias inéditas. A nova espécie foi encontrada na neve da Antártica e foi batizado de Antarctomyces pellizariae.

Os estudos com foco na busca por medicamentos contra a dengue estão mais avançados, mas também está sendo verificada a atividade das substâncias coletadas para os vírus da zika e da febre chikungunya, entre outras doenças. Luiz Rosa destacou a importância dos investimentos públicos no Mycoantar.

— As grandes indústrias farmacêuticas investem pouco nos estudos com doenças restritas aos países tropicais, que são geralmente países subdesenvolvidos. Isso porque pesquisas com essas enfermidades, como a dengue, a zika e a febre chikungunya, dão pouco retorno financeiro. Por isso, damos a elas o nome de doenças negligenciadas. Entretanto, elas nos afetam. Cabe aos órgãos públicos, como as universidades e a Fiocruz, desenvolverem esses estudos.

Programa Antártico Brasileiro – O MycoAntar é um dos projetos que integram o Proantar (Programa Antártico Brasileiro), voltado para exploração científica do continente gelado. Ele existe desde 1982 e é desenvolvido a partir do apoio operacional da Marinha e do financiamento do MCTI (Ministério da Ciência, Tecnologia, Inovações e Comunicações) e de instituições de fomento à pesquisa.

Desde 1982, em todos os anos, uma Operação Antártica é realizada. Entre outubro e março, os pesquisadores viajam para o continente gelado em expedições com apoio logístico da Marinha. Em 2016, ocorreu a 35ª Operação Antártica. Embora as expedições tenham período determinado, os estudos vinculados ao Proantar são ininterruptos e têm prosseguimento durante todo o ano nos laboratórios das instituições brasileiras participantes.

Fonte: R7

“E Moisés fez uma serpente de metal, e pô-la sobre uma haste; e sucedia que, picando alguma serpente a alguém, quando esse olhava para a serpente de metal, vivia.” Números 21:9 (clique aqui e se surpreenda)

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Farmacêutico vende farmácia na cidade de Cianorte – PR

farmácia nova cianortefarmácia nova cianorte 2Localizada há mais de 20 anos no centro da cidade, próxima a hospitais e clínicas.
Convênio com o programa Aqui Tem Farmácia Popular.
Móveis em aço, dois computadores, impressoras, moto para entregas em domicílio, entre outros.
Interessados devem entrar em contato com Rodrigo pelo telefone (44 )9 9968-1664.

“Disse-lhes então: Dai, pois, a César o que é de César, e a Deus o que é de Deus.” Lucas 20:25 (clique aqui e se surpreenda)

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