Lote de nimesulida da Brainfarma é interditado

Interdição do lote B16k 1609 da nimesulida da Brainfarma foi motivada por reprovação em teste do Instituo Adolfo Lutz.

nimesulida gotasA Anvisa interditou um lote do medicamento nimesulida da empresa Brainfarma Indústria Química e Farmacêutica. A interdição atinge o lote B16k 1609 da Nimesulida (nimsesulida), suspensão oral, 50mg/ml. O medicamento foi interditado após ser reprovado em dois testes: teor de princípio ativo e teste de gotejamento, na avaliação do Instituto Adolfo Lutz, de São Paulo.

O teor de princípio ativo avalia se a quantidade de medicamento, sua concentração, está correta. Se o teor for maior ou menor que o indicado na embalagem, o tratamento do paciente pode acabar sendo afetado. Já o teste de gotejamento mede a quantidade de gotas que devem ser utilizadas para atingir a dose que o médico recomentou. Quando isto não está correto o paciente pode acabar tomando um pouco mais ou um pouco menos que a quantidade recomendada, o que também pode afetar a qualidade do tratamento.

O que devo fazer se precisar deste medicamento? A interdição cautelar, determinada pela Resolução – RE n° 2.165, de 11 de agosto de 2017, é preventiva e tem validade de 90 dias para que seja feita uma contraprova para confirmar ou descartar o resultado. Durante o período da interdição, o lote em questão não deve ser comercializado ou utilizado. Outros lotes da nimesulida deste laboratório ou de outros fabricantes estão liberados.

Fonte: Anvisa

“E disse o Senhor: Eles são um só povo e falam uma só língua, e começaram a construir isso. Em breve nada poderá impedir o que planejam fazer. Venham, desçamos e confundamos a língua que falam, para que não entendam mais uns aos outros.” Gênesis 11:6-7 (clique aqui, ouça o áudio e se surpreenda)

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Células novas são produzidas em área cerebral que se achava não produzir

Descoberta pode ajudar a encontrar novos tratamentos para ansiedade e depressão.

neurôniosUma descoberta da Universidade de Queensland, na Austrália, pode levar a novos tratamentos para ansiedade, depressão e distúrbio de estresse pós-traumático. Os cientistas descobriram que novas células do cérebro são produzidas na região conhecida como amígdala , no cérebro adulto, que é uma parte importante em processar memórias emocionais. Antes, acreditava-se que essa área não tinha produção.

“Enquanto se sabia que novos neurônios são produzidos em cérebros adultos, de forma emocionante, essa é a primeira vez que novas células são descobertas na amigdalar”, conta Sah. “Nossa descoberta tem enormes implicações para compreender a amígdala como um todo e seus sistemas de regulação de memórias sobre medo”. O pesquisador Dhanisha Jhaveri explica que a amígdala tem papel fundamental no aprendizado do medo – o processo pelo qual associamos um estímulo a um evento assustador.

“O aprendizado do medo leva a uma resposta do ‘agir ou correr’, o que aumenta os batimentos cardíacos, seca a boca, as mãos suam, mas a amígdala também age na produção de sentimentos de temor e desespero, nos casos de fobia, por exemplo” afirma Jhaveri.

“Encontrar maneiras de estimular a produção de novas células no cérebro, na amígdala, pode nos dar novos caminhos para tratar distúrbios relativos ao medo, que incluem ansiedade, estresse pós-traumático e depressão”. Antes, novas células no cérebro em adultos só se sabia que eram produzidas no hipocampo, região cerebral importante para aprendizado de noções espaciais e memória.

Fonte: O Globo

“Contudo, Senhor, tu és o nosso Pai. Nós somos o barro; tu és o oleiro. Todos nós somos obra das tuas mãos.” Isaías 64:8 (clique aqui, ouça o áudio e se surpreenda)

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Inibidor do vírus Zika deve levar dez anos para ser produzido em larga escala

zika testeCientistas da Fundação Oswaldo Cruz (Fiocruz) em Pernambuco descobriram substância que pode bloquear o vírus Zika. Mas ainda serão necessários anos de estudo antes que a 6-metilmercaptopurina ribosídica (6MMPr) vire um medicamento a ser produzido em larga escala. Pela descoberta, a substância “imita” uma parte do vírus, que é inserida no genoma do zika e para a reprodução. O sucesso obtido pelos pesquisadores foi de mais de 99%. O estudo foi publicado na última sexta-feira (11) na revista International Jornal of Antimicrobial Agents, mas a instituição divulgou somente nessa terça-feira (15) a descoberta.

A substância, sintética, é do grupo das Tiopurinas, origem de medicamentos contra o câncer. Esse tipo específico, no entanto, nunca foi utilizado. Os pesquisadores da Fiocruz trabalhavam com a 6MMPr em um outro estudo, para combater um vírus de cachorro, a Cinomose canina. “Nós identificamos que ela tem atividade contra a Cinomose. E por ser um vírus de RNA, assim como o Zika vírus, nós formulamos a hipótese que também funcionaria contra o zika”, conta o coordenador da pesquisa, Lindomar Pena.

Para levar o estudo à frente, a equipe utilizou material e recursos humanos de outras pesquisas financiadas pelo Conselho Nacional de Desenvolvimento Científico e Tecnológico (CNPq) e pela Fundação de Amparo à Ciência e Tecnologia de Pernambuco (Facepe), já que, segundo Pena, no período de um ano não surgiu nenhum edital para financiamento de investigações de substâncias contra o zika.

Os testes foram feitos em células epiteliais e neurais de macacos e de humanos. A cada mil vírus, 996 deles foram eliminados com a 6MMPr, o que dá mais de 99%. “É algo impressionante. Em laboratório, a gente faz de tudo para ‘provar’ que a substância não funciona, os testes são muito rigorosos”, diz. Foi descoberto também que quanto mais alta a dose, maior é a eficácia, e quanto mais cedo a substância começa a atuar, maior é o sucesso.

Para combater o zika, ela imita parte da estrutura do vírus para “enganá-lo”. Segundo o coordenador da pesquisa, quando o vírus está replicando seu genoma, ele precisa de pequenos blocos estruturais. Ele deu o exemplo de uma parede formada por tijolos. Seria como se a 6MMPr imitasse um dos tijolos, para que quando o zika “construísse” a parede, parasse de se replicar.

Além disso, a substância se mostrou segura para uso em células neurais. “Vai ter poucos efeitos colaterais no sistema nervoso, porque se ela fosse mais tóxica seria um alerta negativo. Ela mostra justamente o contrário, tem poucos efeitos tóxicos, comparados com células epiteliais. Em células epiteliais é menos grave”, afirmou Pena.

Caminho longo – Apesar da conquista, ainda há muitas etapas — e anos — até que a substância possa ser produzida em larga em escala como um medicamento. De acordo com Lindomar Pena, o tempo médio até que isso ocorra é de 10 anos. “Mas, por causa da importância e da gravidade do zika, pode ser que esse período possa ser reduzido pela metade”, estima.

O próximo passo é o teste em camundongos. São necessárias ainda outras duas espécies de animais até chegar ao teste em humanos. Para saber se é possível utilizar um possível medicamento em grávidas para que o bebê fique protegido, ainda será necessário fazer o teste em fêmeas prenhas. “Se for prejudicial, podemos melhorar a substância, fazendo modificações químicas. Já temos parceria com a Universidade Federal Rural de Pernambuco para isso”.

Fonte: R7

“Mas a esperança volta quando penso no seguinte: O amor do Senhor Deus não se acaba, e a sua bondade não tem fim.” Lamentações 3:21-22 (clique aqui, ouça o áudio e se surpreenda)

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Genéricos são mais buscados pelos brasileiros

genérico remédioDo total de consumidores, 37% compraram medicamentos genéricos, 32% de marcas e 31% uma mescla dos dois tipos, segundo uma pesquisa feita pela Federação Brasileira das Redes Associativistas e Independentes de Farmácias (Febrabar)

De acordo com o presidente da Febrafar, Edison Tamascia, os genéricos venceram a desconfiança inicial que enfrentaram no mercado e, atualmente, fazem parte das escolhas dos clientes, possuindo grande potencial competitivo por causa da economia que proporciona.

Ainda segundo o estudo, 45% dos consumidores acabaram comprando produtos diferentes do objetivo inicial e quase totalidade desses clientes buscavam economia. Somente 24% compraram exatamente o que foram comprar, 31% modificaram parte da compra e 45% trocaram os medicamentos por vontade própria ou por indicação dos farmacêuticos.

Fonte: Guia da Farmácia

“Também suborno não tomarás; porque o suborno cega os que têm vista, e perverte as palavras dos justos.” Êxodo 23:8 (clique aqui, assista o vídeo e se surpreenda)

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Rede de farmácia na BA é condenada a pagar R$ 30 mil por limitar ida de funcionários ao banheiro, diz MPT

Órgão entrou com ação na Justiça após receber denúncias de uma funcionária.

dificuldade banheiroO Ministério Público do Trabalho (MPT) na Bahia informou, nesta quarta-feira (16), que conseguiu a condenação da rede de farmácias Sant’ana por limitar o acesso de seus funcionários aos sanitários durante o horário de trabalho em unidades de Salvador e Camaçari, na região metropolitana. O órgão disse que a empresa terá que pagar indenização por dano moral coletivo de R$ 30 mil, além de ficar sujeita a multa de R$ 500, caso descumpra as obrigações previstas na decisão, proferida pelo Tribunal Regional do Trabalho da 5ª Região (TRT5). A empresa ainda pode recorrer da decisão.

Através de nota, a Brasil Pharma, holding controladora da rede de farmácias desde abril de 2017, informou que “os eventuais fatos motivadores da ação teriam se dado há cerca de cinco anos – muito antes, portanto, de os novos controladores assumirem o controle da empresa”. A nota ainda diz que “ainda assim, a companhia se vê na obrigação de se posicionar publicamente contra toda e qualquer ação que desrespeite seus colaboradores e de reafirmar seu compromisso com a ética e as boas práticas empresariais”.

A sentença foi dada após o recurso apresentado pelo MPT contra a decisão de primeira instância, que havia julgado improcedente a ação. Conforme o MPT, após o recurso, o tribunal acatou a tese de que a empresa feria a legislação trabalhista ao oferecer ainda sanitários sem papel higiênico, sem sabão e sujos. O procurador do trabalho Pedro Lino de Carvalho Júnior entrou com a ação na Justiça em julho de 2015, após o MPT receber denúncias de uma funcionária, que relatou ser comum o controle do papel higiênico, a falta de sabão e os banheiros sujos em uma unidade do bairro do Imbuí, em Salvador, e em outra unidade de Camaçari.

No inquérito, o MPT apurou que a limpeza do banheiro feminino era feita por um funcionário de sexo masculino, que continuava ali ao mesmo tempo em que elas utilizavam o espaço e que o mesmo ainda controlava o tempo de uso. Também ficou provado, segundo o MPT, que os funcionários precisavam informar a um superior que iriam ao banheiro, que havia reclamação caso utilizassem o sanitário por mais de duas vezes num turno e que troca do absorvente tinha que ser feita em um banheiro separado.

O MPT disse, ainda, que entre as obrigações a que a Farmácia Sant’ana terá que cumprir estão a de não voltar a limitar o uso do banheiro para os empregados, permitindo que eles façam uso sempre que necessário, além de ter que divulgar a decisão em local visível para os funcionários.

Fonte: G1

“Disse-lhe, porém, o Senhor: Vai, porque este é para mim um vaso escolhido, para levar o meu nome diante dos gentios, e dos reis e dos filhos de Israel.” Atos 9:15 (clique aqui, assista o vídeo e se surpreenda)

 

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Bancos de dados facilitam identificação de doenças

Levantamento mostra que em grupo de 1.324 pessoas com mais de 60 anos foram identificadas 207 mil mutações genéticas.

dna mutaçãoGrandes bancos de dados vão facilitar a identificação de doenças e garantir tratamentos cada vez mais específicos e individualizados. Esta foram as principais conclusões de especialistas que participaram do painel Big Data na Saúde – Da Teoria à Prática, realizado durante o Summit Saúde Brasil 2017, organizado pelo Grupo Estado.

A professora titular de genética da USP (Universidade de São Paulo) e diretora do Centro de Genoma Humano e Células Tronco, Mayana Zatz, lembra que foram necessários 13 anos e R$ 3 bilhões de dólares para juntar informações sobre o genoma humano que hoje se acumulam de forma muito mais rápida, graças às novas tecnologias.

— Há painéis que conseguem analisar até 6400 genes associados a doenças genéticas. Isto permitiu um salto qualitativo gigantesco. Ela mostrou um levantamento recente produzido pelo Centro que, com dados de 1.324 pessoas com mais de 60 anos, identificou 207 mil mutações genéticas nunca antes descritas na literatura médica – o que significa que são mutações particulares da população paulistana, que é amplamente miscigenada. O médico oncologista Fernando Maluf, que fundou o Instituto Vencer o Câncer, explicou como serão os tratamentos.

— Hoje usamos a droga que tem mais chance de funcionar, mas não há garantia de que o remédio vá funcionar. Com o big data, há até uma questão regional. Um tratamento pode funcionar melhor nos orientais do que nos ocidentais, por exemplo. Qual é a diversidade do povo brasileiro em relação ao africano? E ao europeu? Isto será possível de identificar.

Com essa vasta quantidade de informações, a tendência é que os tratamentos sejam cada vez mais individualizados e possam prever se alguém vai morrer ou ter determinada doença em um período de tempo, diz o presidente da Healthways Brasil, Nicolas Toth. Alguns anos atrás nos orgulhávamos de ter 1,6 pentabytes de informação na área de saúde. Hoje essa quantidade já se multiplicou muito. Já se gera informações suficientes para trabalhar com modelos preditivos, que identificam a maior probabilidade de alguém ir a óbito nos próximos doze meses ou virar um paciente crônico.

Tal mudança afeta não só o resultado para o paciente, como também os custos envolvidos ao sistema de saúde como um todo, diz Edson Amaro Jr, que é responsável pela área de big data analytics do Hospital Israelita Albert Einstein. Pacientes crônicos respondem por 60% a 70% dos gastos de saúde. Se atuarmos nos fatores de risco, pode-se reduzir em até 30% esse valor gasto. Chega perto do rombo que hoje o orçamento da saúde tem.

Fonte: R7

“E, interrogado pelos fariseus sobre quando havia de vir o reino de Deus, Jesus respondeu-lhes: O reino de Deus não vem com aparência exterior.” Lucas 17:20 (clique aqui, assista o vídeo e se surpreenda)

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Após infarto, prescrição de medicamentos contra tabagismo ainda é baixa

infartoPesquisadores da Duke University em Durham, N.C., e colegas examinaram os fatores associados ao uso precoce de medicamentos para cessação do tabagismo (SCMs) entre pacientes com infarto do miocárdio (IM), do Acute Coronary Treatment and Intervention Outcomes Network Registry. A bupropiona e a vareniclina foram incluídas no estudo SCM.

Os pesquisadores descobriram que 97% dos 9.193 pacientes que fumavam com IM receberam conselhos para cessação do tabagismo durante a hospitalização e 7.0% tinham usado SCM precocemente. De 2007 a 2013 houve uma diminuição no uso de vareniclina (12,6 a 2,2%), enquanto o uso de bupropiona permaneceu baixo (2,5% em 2007 e 3,2% em 2013). As durações medianas de uso foram de 6,2 e 4,3 semanas para o uso de bupropiona e vareniclina, respectivamente, com apenas 36,7 e 19,7%, respectivamente, preenchendo prescrições para o curso recomendado de 12 semanas.

O uso de medicamentos para cessação do tabagismo aumentou para 9,4% dentro de um ano após a alta. Antes do índice IM, 3,0% dos pacientes estavam seguindo uma prescrição para SCMs; esses pacientes, que haviam recebido a prescrição, utilizaram mais vezes SCM no período de um ano após o IM (64,1 versus 7,7%).

Portanto, o uso de medicamentos para cessação do tabagismo (SCMs) é baixo após o infarto do miocárdio (IM). Os resultados do estudo sugerem a necessidade de palavras (as taxas de aconselhamento para a cessação do tabagismo são altas) a serem seguidas por alguma ação (as taxas de uso de SCM poderiam ser maiores). O estudo foi publicado na revista JAMA Cardiology.

Fonte: Terra (Boa Saúde) e JAMA Cardiol. Published online July 19, 2017. DOI:10.1001/jamacardio.2017.2369

“Toda a ferramenta preparada contra ti não prosperará, e toda a língua que se levantar contra ti em juízo tu a condenarás; esta é a herança dos servos do Senhor, e a sua justiça que de mim procede, diz o Senhor.” Isaías 54:17 (clique aqui, ouça a música e se surpreenda)

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