Temperatura de verões europeus são as mais altas em 2 mil anos, diz estudo

Verões dos últimos 30 anos foram os mais quentes em 2100 anos. Europa não tinha verões tão quentes desde a época do Império Romano

calor recorde derretendoUm estudo publicado no dia 29 de janeiro, pela revista científica britânica “Environmental Research Letters”, concluiu que os últimos 30 verões na Europa foram os mais quentes em mais de 2 mil anos. Especialistas de 13 países, incluído o Reino Unido, usaram informações obtidas dos anéis de crescimento de árvores e de registros históricos para reconstruir as temperaturas desta região nos últimos 2.100 anos.

Os dados mostram uma variação natural das temperaturas maior do que se pensava, o que sugere que os modelos climáticos atuais podem ter subestimado a frequência e intensidade das ondas de calor futuras. “Os modelos modernos não reconstroem o que foi a mudança climática no passado, pois subestimaram a variabilidade natural do clima”, garantiu Danny McCarroll, da Universidade de Swansea.

Depois dos verões calorosos da época romana, vieram as condições estivais mais frescas entre os séculos 4 e 7, seguidas por um período medieval mais quente e pela Pequena Idade de Gelo, que aconteceu do século 14 ao 19. De acordo com o estudo, a Europa experimentou um aumento de 1,3ºC entre os verões de 1986 e 2015.

Apesar de ser certo que a temperatura média europeia no século 20 foi similar à dos séculos 1, 2, 8 e 10, o aumento de ondas de calor em 2003, 2010 e 2015 trouxe temperaturas “inusualmente altas”, sem provas de que algum outro período dos dois últimos milênios tenha sido tão quente. Para explicar as altas temperaturas das três últimas décadas, os pesquisadores apontam para o papel da atividade humana.

“Sempre soubemos que as temperaturas oscilaram durante muitos séculos, mas queríamos comprovar se o clima quente experimentado nos últimos anos era incomum visto em uma escala de tempo mais longa”, explicou o professor Neil Roberts, da Universidade de Plymouth.

Fonte: G1

‘‘Resgata-me e livra-me por tua justiça; inclina o teu ouvido para mim e salva-me.’’ Salmos 71:2 (clique aqui e se surpreenda)

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Procuradoria denuncia 27 por fraude contra o ‘Farmácia Popular’

Empresários teriam recebido valores indevidos ao registrar vendas simuladas de medicamentos

fraude farmácia popularO Ministério Público Federal em Marília, no interior de São Paulo, denunciou por estelionato 27 pessoas que se apropriaram de recursos federais através de fraudes no programa “Farmácia Popular do Brasil”. Por meio de 20 denúncias levadas à Justiça Federal, a Procuradoria da República revela que os empresários “receberam os valores indevidamente após registrar vendas simuladas de medicamentos no Sistema Autorizador do Ministério da Saúde”. As irregularidades ocorreram entre 2010 e 2014. Os prejuízos aos cofres públicos ultrapassam R$ 1,81 milhão.

O governo federal criou o Programa Farmácia Popular do Brasil para ampliar o acesso aos medicamentos para as doenças mais comuns. O Programa possui uma rede própria de Farmácias Populares e a parceria com farmácias e drogarias da rede privada, chamada de “Aqui tem Farmácia Popular”. Na maioria dos casos, segundo o Ministério Público Federal, nem sequer foi comprovada a existência das mercadorias teoricamente vendidas aos consumidores, pois não foram apresentadas as notas fiscais de aquisição dos medicamentos.

Os denunciados, enquanto administradores de estabelecimentos privados do setor farmacêutico, autorizados a operar o programa “Farmácia Popular do Brasil”, deveriam seguir as portarias 491/2006 e 184/2011 do Ministério da Saúde, mas burlaram as regras para desviar os recursos. Segundo aquelas normas, a empresa particular fornece o medicamento, o cliente paga uma parcela e o restante é quitado pela entidade governamental. Nos casos que envolvem medicamentos para asma, diabetes e hipertensão o pagamento integral é feito pela União. Em outros casos, o reembolso atinge 90% do valor do produto.

Para garantir o recebimento das quantias, o estabelecimento deve lançar as vendas no Sistema Autorizador e guardar, para eventual comprovação das operações, os cupons fiscais e as receitas médicas, bem como um cupom assinado pelo cliente, com seu nome completo e CPF. As investigações apontam que as 20 empresas cujos administradores foram denunciados lançaram vendas falsas no sistema do Ministério da Saúde. Em alguns casos, os envolvidos não apresentaram os cupons fiscais e receitas médicas referentes às operações, ou exibiram receituários que não continham a assinatura, CRM ou mesmo o nome do profissional.

“Também foram constatados cupons assinados por terceiros sem procuração ou emitidos em nome de pessoas diferentes daquelas constantes nas receitas, além de assinaturas distintas para o mesmo usuário cadastrado no programa”, destaca a procuradoria. “As vendas envolviam ainda receituários médicos sem data, com data posterior à venda do produto, ilegíveis ou rasurados, bem como a dispensação de medicamentos não prescritos ou em quantidade superior à indicada na receita.”

Segundo o Procurador da República Célio Vieira da Silva, alguns estabelecimentos, para cometer as fraudes, utilizaram indevidamente o CPF de usuários do programa para lançar no sistema vendas de medicamentos sem o conhecimento e autorização dos supostos consumidores. Também foram registradas falsas operações em nome de funcionários das empresas ou dos próprios denunciados. Em diversos casos, a aquisição de medicamentos foi informada ao Ministério da Saúde com data posterior ao registro de óbito do cliente.

Fonte: R7

‘‘Mas aquele que perseverar até ao fim, esse será salvo.’’ Mateus 24:13 (clique aqui e se surpreenda)

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Epidemia do zika poderá acelerar ‘ressurreição’ do mercado global de vacinas

vacina dengue financiamentoNa última quinta-feira, a empresa farmacêutica americana Inovio anunciou planos de desenvolver uma vacina contra o vírus zika, que soaram promissores por causa dos prognósticos de testagem em seres humanos já no final de 2016 – muito mais rápido do que as estimativas mais otimistas feitas previamente por outras companhias e instituições de pesquisa. E um detalhe curioso é que os planos do laboratório foram divulgados pela revista de economia e negócios Fortune.

A epidemia do vírus no Brasil e em pelo menos outros 20 países das Américas, junto ao surgimento de casos nos EUA e na Europa, poderá alimentar uma “corrida do ouro” no mercado global de vacinas, segmento que passa por uma espécie de ressurreição depois de por décadas ter sido, segundo observadores, negligenciado pela indústria farmacêutica.

De acordo com dados de uma série de consultorias americanas e europeias, as vacinas movimentaram cerca de US$ 24 bilhões em 2014, ante US$ 8,9 bilhões em 2005. Embora o volume seja uma parte ínfima da registrada pelo mercado farmacêutico global anualmente – US$ 300 bilhões, de acordo com a Organização Mundial da Saúde (OMS) -, o crescimento anual tem sido de 10% a 15%, superando a taxa dos remédios (5% a 7%).

“O surto do zika é, sem dúvida, uma oportunidade de negócios que antes não parecia existir porque a doença parecia ‘benigna’ o suficiente para não justificar o investimento em curas ou prevenção. A suspeita de que o vírus causa microcefalia, porém, criou novo interesse e agora companhias estão anunciando que estão desenvolvendo vacinas”, explica Ana Nicholls, analista de indústria farmacêutica da Economist Intelligence Unit, em Londres.

No passado, algumas grandes companhias farmacêuticas chegaram a se desfazer de suas divisões de vacinas, mas, segundo analistas, o setor ganhou novo impulso graças a uma combinação de fatores. A começar pelo surgimento de novas oportunidades de financiamento, sobretudo doações filantrópicas – em 2010, por exemplo, o bilionário da informática Bill Gates anunciou planos de investir US$ 10 bilhões no desenvolvimento de vacinas.

A evolução na tecnologia de produção e pesquisa também tornou o mercado mais atrativo, ainda mais depois da descoberta das chamadas vacinas blockbuster, mais voltadas para o mercado adulto e que podem ser vendidas a preços mais salgados. Algo bem diferente do antigo paradigma da produção de vacinas: com custos de pesquisa e desenvolvimento mais altos e regulamentação mais complexa, elas não eram tão lucrativas para companhias farmacêuticas quanto remédios comuns – em especial as usadas apenas uma vez. Apenas cinco empresas controlam 75% do mercado mundial de vacinas. Mas na última década as grandes se lançaram sobre o mercado. Hoje, cinco delas dominam 75% das vendas de vacinas.

“Em um mundo globalizado, doenças transmissíveis também oferecem riscos para países mais ricos, e isso também é uma oportunidade de negócios”, completa Nicholls. Outro determinante foi o crescimento da demanda global por vacinas, em especial nos países em desenvolvimento, que também viram sua produção de vacinas crescer. Um exemplo é a indiana Bharat Biotech, que nesta quarta-feira anunciou ter entrado com o pedido de patente de dois tipos de vacinas “candidatas” para o zika junto ao governo indiano e que começará os testes em animais “nas próximas semanas”.

No Brasil também há movimentação. No final do ano passado, a Anvisa (agência nacional de vigilância sanitária) aprovou vacina contra a dengue da Sanofi Pasteur, divisão de vacinas da francesa Sanofi – que, aliás, também entrou na corrida por uma vacina contra o zika vírus.

No âmbito público-privado, foi criada uma força-tarefa de cerca de 40 laboratórios por conta do zika, e uma das linhas de pesquisa averigua se a tecnologia da imunização à dengue (em fase de ensaio clínico no Instituto Butantan) poderia ser adaptada contra o zika.

Lobby – Enquanto entidades internacionais como a OMS e a Aliança Global para as Vacinas e a Vacinação (GAVI) adotam certa cautela diante dos anúncios de novas iniciativas, o mercado parece gostar. No dia em que anunciou os planos para sua vacina genética contra o zika, a Inovio viu suas ações na Bolsa de Nova York subirem 8%. E em tempos de preocupação com o avanço do vírus e de mais pessoas expostas as suas possíveis complicações, anúncios do gênero também podem despertar a atenção de autoridades públicas de saúde.

“Mas é preciso que as pessoas entendam que estamos comprometidos em fazer a vacina chegar o mais rápido possível às mulheres que podem estar em situação de risco por causa do zika”, afirma Joseph Kim, fundador da Inovio, cujo valor de mercado é de US$ 500 milhões – bem menor que a cotação de quase US$ 115 bilhões da Pfizer, uma das maiores pharmas do mundo, que na semana passada anunciou a intenção de produzir uma vacina.

“Por isso estamos abertos a parcerias com o governo, sobretudo para buscarmos investimentos para o programa de desenvolvimento da vacina. Não somos uma gigante farmacêutica”. Vacina contra o ebola teve parceria entre a iniciativa privada, governos e entidades internacionais

Uma fonte ligada à comunidade internacional de saúde disse à BBC Brasil que a gravidade da epidemia do zika deverá fazer com que interesses humanitários e comerciais andem de mãos dadas nos esforços de desenvolvimento de uma vacina. Algo já visto, por exemplo, no recente surto do ebola na África, em que autoridades de saúde assumiram partes dos custos para que laboratórios desenvolvessem vacinas e tratamentos para uma doença que não tinha o que se pode chamar de um mercado lucrativo para a indústria farmacêutica – o ebola ficou confinado a países pobres do continente.

No entanto, um relatório da ONG Médicos Sem Fronteiras, divulgado no ano passado, estimou que, em média, o custo de vacinação de crianças nas regiões mais carentes do mundo cresceu quase 70 vezes desde 2001. Estimativas informais de analistas do mercado farmacêutico são de que uma vacina contra o zika poderia custar entre US$ 10 e US$ 50 por dose.

“Por isso, é bastante importante que os esforços contra o zika não se resumam ao desenvolvimento de vacinas. O vírus também oferece oportunidades para empresas voltadas, por exemplo, para a erradicação do Aedes aegypti. Há diferentes interesses em jogo e isso pode dar margem para muito lobby”, avalia Ana Nicholls.

Fonte: R7

‘‘Se agir assim, certamente haverá bom futuro para você, e a sua esperança não falhará.’’ Provérbios 23:18 (clique aqui e se surpreenda)

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Anvisa faz mudança nas publicações de registro e pós-registro de medicamentos

cápsula verdeComo parte do processo de melhoria da gestão e para conferir maior compreensão das informações que apresentam as decisões referentes às avaliações dos pedidos de registro e pós-registro de medicamentos, informamos que a partir de 10 de fevereiro de 2016, as publicações no Diário Oficial da União (DOU)  adotarão o seguinte formato:
NOME DA EMPRESA                                    CNPJ
PRINCIPIO(S) ATIVO(S)
NOME DO MEDICAMENTO      NUMERO DO PROCESSO     VENCIMENTO DO REGISTRO
ASSUNTO DA PETIÇÃO                       EXPEDIENTE
NUMERO DE REGISTRO                       VALIDADE
APRESENTAÇÃO DO PRODUTO
PRINCIPIO(S) ATIVO(S)
COMPLEMENTO DIFERENCIAL DA APRESENTAÇÃO

As principais mudanças serão:
1. Supressão dos campos “CLASS/CAT DESCRIÇÃO”, “MARCA OU REFERÊNCIA” e “DESTINAÇÃO”,
2. Substituição do campo “AUTORIZAÇÃO/CADASTRO – UF” por “CNPJ”,
3. Inclusão do número do expediente da petição publicada,
4. Nova disposição das informações, sem repetição do assunto da petição para cada apresentação,
5. Descrição dos princípios ativos apenas no cabeçalho, exceto quando houver diferença no cadastro dos princípios ativos entre as apresentações. Nestes casos, os nomes dos ativos aparecerão vinculados a cada apresentação, abaixo da descrição da apresentação e não no cabeçalho, e
6. Supressão da frase “Em desacordo com a legislação vigente” nas publicações de indeferimento.

A categoria terapêutica poderá ser consultada através da Consulta de Produtos no portal da Anvisa, onde também é possível verificar o número da autorização de funcionamento da empresa detentora do registro.

A informação sobre o medicamento de referência pode ser consultada na lista de medicamentos genéricos registrados e na lista de medicamentos similares intercambiáveis, disponíveis no portal da Anvisa. O dado de destinação foi retirado por se tratar de informação que será protocolada por meio de alteração de rotulagem.

Confira o antes e depois dos formatos de publicação:

ANTES DEPOIS
NOME DA EMPRESA     AUTORIZAÇÃO/CADASTRO – UF

PRINCIPIO ATIVO

CLASS/CAT DESCRIÇÃO

MARCA OU REFERÊNCIA   NUMERO DO PROCESSO   VENCIMENTO

DESTINAÇÃO    NUMERO DE REGISTRO     VALIDADE

APRESENTAÇÃO DO PRODUTO

NOME COMERCIAL

ASSUNTO DESCRIÇÃO

 

NOME DA EMPRESA                          CNPJ

PRINCIPIO(S) ATIVO(S)

NOME DO MEDICAMENTO   NUMERO DO PROCESSO   VENCIMENTO DO REGISTRO

ASSUNTO DA PETIÇÃO                       EXPEDIENTE

NUMERO DE REGISTRO                       VALIDADE

APRESENTAÇÃO DO PRODUTO

PRINCIPIO(S) ATIVO(S)*

COMPLEMENTO DIFERENCIAL DA APRESENTAÇÃO

* apenas quando houver diferença de cadastro entre as apresentações.

Fonte: Anvisa

‘‘E, chamando os seus doze discípulos, deu-lhes poder sobre os espíritos imundos, para os expulsarem, e para curarem toda a enfermidade e todo o mal.’’ Mateus 10:1 (clique aqui e se surpreenda)
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Primeira morte por leishmaniose no Paraná em 2016 é investigada

A leishmaniose visceral humana pode ter feito a primeira vítima neste ano no Paraná. O caso foi registrado em Foz do Iguaçu, no Oeste do estado, em janeiro deste ano

leishmaniose no ParanáO paciente infectado foi um homem de 63 anos, portador de necessidades especiais, que faleceu na última segunda-feira, depois de ter ficado 7 dias internado em um hospital particular do município.

Segundo a Secretaria do Estado da Saúde, o caso está sob investigação e ainda não se sabe se a morte foi em decorrência da doença – constatada por meio de exames, ou por outros motivos, agravados com a leishmaniose. A secretaria também tenta descobrir se a doença foi contraída no Paraná ou no interior de São Paulo, onde o homem esteve há pouco tempo. A leishmaniose visceral é uma doença sistêmica, atinge vários órgãos internos, principalmente o fígado, o baço e a medula óssea.

Em 2015, foram dois casos da doença registrados no Paraná: uma criança de 1 ano e 7 meses e um policial. Os dois estão sob medicação e passam bem. Esse tipo da doença é transmitido pela picada do mosquito-palha, tem alta taxa de mortalidade em cães e dificilmente é contraída por seres humanos. No ano passado, dois casos da doença foram registrados em Foz: uma criança de 1 ano e 7 meses, e um policial. Ambos estão sendo medicados e passam bem. A leishmaniose visceral, que é provocada por um protozoário e transmitida pela picada do mosquito-palha (espécie um pouco menor que o Aedes aegypti), tem alta taxa de mortalidade em cães e raramente é contraída pelos seres humanos.

Fonte: Bem Paraná

‘‘Por que, pois, não guardaste o juramento do Senhor, nem a ordem que te dei?’’ 1 Reis 2:43 (clique aqui e se surpreenda)

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Fiocruz detecta o vírus zika na saliva e urina de pacientes infectados

Ainda não é possível afirmar, no entanto, que a transmissão ocorra por meio desses fluidos

aedes aegyptiA Fundação Oswaldo Cruz (Fiocruz) anunciou na manhã desta sexta-feira que o zika vírus foi detectado de forma ativa na saliva e urina de pacientes infectados. Em coletiva na sede da instituição, no Rio de Janeiro, o presidente Paulo Gadelha informou que a descoberta foi feita a partir da análise de amostras de dois pacientes com sintomas compatíveis com o vírus zika.

Gadelha ressaltou, no entanto, que embora essa seja uma descoberta que deve mudar os patamares das pesquisas rumo a uma vacina, ainda não é possível afirmar que o vírus possa ser transmitido por meio da saliva e urina. “O fato de haver um vírus ativo com capacidade de infecção na urina e na saliva não comprova ainda que possa haver a contaminação de outras pessoas através desses fluidos”, disse Gadelha. “Isso ainda precisa ser esclarecido.”

Os estudos foram liderados pela pesquisadora Myrna Bonaldo, chefe do Laboratório de Biologia Molecular de Flavivírus do Instituto Oswaldo Cruz (IOC/Fiocruz), em colaboração com a infectologista Patrícia Brasil, do Instituto Nacional de Infectologia Evandro Chagas, da Fiocruz (INI/Fiocruz). Myrna Bonaldo recomendou que pessoas com patologia compatível ao zika devem ter uma responsabilidade adicional nesse momento, especialmente no contato com gestantes, mas também em relação a outras pessoas. Mulheres grávidas devem evitar situações como grandes aglomerações, onde é possível o contato direto através da transmissão de saliva. Ainda: pessoas de convívio próximo aos infectados devem evitar o uso dos mesmo talheres, copos e objetos de uso pessoal.

Pesquisa – As amostras analisadas pela Fiocruz foram coletadas enquanto os pacientes apresentavam os sintomas do vírus zika. Por meio de testes, foi comprovado que o vírus estava ativo na saliva e urina – ele foi capaz de destruir células em exames de laboratório o que, segundo os cientistas, é uma prova da atividade do microrganismo. A presença do zika foi confirmada pelo exame PCR, que identifica o material genético do vírus. Diagnósticos de laboratório descartaram a presença de dengue e chikungunya.

“Já se sabia que o vírus poderia estar presente tanto em urina quanto em saliva. Mas esta é a primeira vez que demonstramos que o vírus está ativo, ou seja, com potencial de provocar a infecção. Isso responde a uma pergunta importante, porém, são necessários novos estudos para que possamos compreender a relevância desta descoberta para potenciais vias de infecção”, afirmou Myrna Bonaldo. Ainda não se sabe, por exemplo, por quanto tempo o vírus sobrevive na saliva e urina.

O combate ao mosquito – A Fiocruz alerta que, com base nos conhecimentos disponíveis até o momento, as medidas de controle do vetor Aedes aegypti continuam sendo centrais. Além disso, a Fiocruz acredita que não haverá um número elevado de contaminação por zika durante os Jogos Olímpicos no Rio de Janeiro, por agosto ser historicamente um mês de baixa transmissão de vírus pelo mosquito.

Fonte: Veja

‘‘Quem nos separará do amor de Cristo? Será tribulação, ou angústia, ou perseguição, ou fome, ou nudez, ou perigo, ou espada?’’ Romanos 8:35 (clique aqui e se surpreenda)

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Concurso Público para Farmacêutico Bioquímico na cidade de Mandirituba – PR

Mandirituba – PRCarga horária de 20 (vinte) horas semanais.
Valor da inscrição: R$ 100,00.
Inscrições até o dia 25 de fevereiro de 2016 pelo site www.objetivas.com.br.
Remuneração: R$ 2.922,22.
Leia o edital completo

‘‘Pois o amor de Cristo nos constrange, porque estamos convencidos de que um morreu por todos; logo, todos morreram.’’ 2 Coríntios 5:14 (clique aqui e se surpreenda)

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