5 vagas para Farmacêutico(a) na cidade de Curitiba e Região Metropolitana

campina-grande-do-sulPara trabalhar em farmácia de dispensação.
Com ou sem experiência.
Carga horária de 44 horas semanais.
a) Campina Grande do Sul (bairro Jardim Paulista).
Horário: segunda à sexta-feira das 11:34 às 20 horas. Aos sábados, das 12 às 18 horas.
b) São José dos Pinhais (Bairro Ina).
Horário: segunda à sexta-feira das 11:34 às 21:10 horas. Aos sábados, das 12 às 18 horas.
c) Curitiba (Bairro Cabral)
Horário: segunda à sexta-feira das 12:34 às 21:10 horas. Aos sábados, das 12 às 18 horas.
d) Curitiba (Bairro Boqueirão)
Horário: segunda à sexta-feira das 11:34 às 20:10 horas. Aos sábados, das 12 às 18 horas.
e) Araucária (Centro)
Horário: segunda à sexta-feira das 12:24 às 21:00 horas. Aos sábados, das 12 às 18 horas.
Remuneração: acima do piso salarial.
Benefícios: vale transporte, vale alimentação (R$ 410,00), convênio farmácia e convênio com Unimed (após 6 meses).
Maiores informações com Dayane pelo telefone (41) 3322-3138.
Enviar currículo para o e-mail recrutamento.ctba@clamed.com.br (Farmácia Preço Popular)
Esclarecimento sobre as vagas de emprego divulgadas no blog

‘‘Veio no deserto a palavra de Deus a João, filho de Zacarias. E percorreu toda a terra ao redor do Jordão, pregando o batismo de arrependimento, para o perdão dos pecados.’’ Lucas 3:2b-3 (clique aqui e se surpreenda)

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Uso de testosterona contribui para a cura do câncer do próstata

Hormônio já foi considerado ‘combustível’ para aumento da doença

testosteronaUm homem com câncer de próstata avançado teria sida curado depois que os médicos “chocaram” o tumor até a morte com grandes quantidades de testosterona. O resultado foi descrito como “inesperado” e “excitante” porque a maioria das terapias de câncer de próstata trabalha através da privação de tumores de testosterona, que o usa como um “combustível”.

Outros homens gravemente doentes que participaram do mesmo experimento mostraram respostas que espantaram os cientistas, como a redução de tumores e a interrupção do avanço da doença. Muitas pessoas envolvidas no experimento também registraram resultados positivos. Os cientistas realizaram o teste pela observação de níveis de antígeno prostático específico (PSA), um marcador de sangue usado para monitorar o câncer de próstata, que caiu na maioria dos 47 participantes da pesquisa.

Um indivíduo mostrou uma pequena quantidade de PSA em seu corpo — além de nenhum traço da doença. Ele foi considerado curado após 22 ciclos de tratamento. Os pacientes completaram pelo menos três ciclos da chamada terapia androgênica. Isso significa que os corpos são “inundados” com testosterona e, seguida, passam a sentir sua falta. Experiências de laboratório mostram que o hormônio suprimiu células cancerosas e, em alguns casos, conseguiram matá-las.

— Estamos ainda nos estágios iniciais para descobrir como isso funciona e como podemos incorporá-los no tratamento do câncer de próstata — explica San Denmeade, professor da Faculdade de Medicina da Universidade Johns Hopkins (EUA), autor-chefe do estudo. — Até agora, observamos uma redução de até 50% dos níveis de PSA em alguns homens. Há pacientes com respostas objetivas, com uma diminuição no tamanho da doença mensurável, principalmente nos gânglios linfáticos. Em muitos a doença não progrediu por mais de 12 meses. Acredito que curamos um paciente, cuja taxa de PSA foi zerada após três meses, e assim permaneceu por 22 ciclos do tratamento. Sua doença desapareceu.

Até o início do experimento, todos os pacientes tinham câncer que se espalhava pelo organismo e era resistente ao tratamento com duas drogas usadas populares na terapia hormonal, a abiraterona e a enzalutamida. Os homens, então, receberam doses elevadas de testosterona uma vez a cada 28 dias. Ao mesmo tempo, também receberam uma droga que impediu a produção natural de pelos testículos.

— Nossa meta é “chocar” as células cancerígenas, expondo-as rapidamente a um nível muito grande, seguido por outro pequeno, de testosterona no sangue — conta Denmeade. Segundo o pesquisador, houve modificações na sinalização celular e em parte do seu processo de divisão. Grandes doses de testosterona também pareciam causar a quebra de células com o câncer de próstata.

Fonte: O Globo

‘‘E mostrou-me o rio puro da água da vida, claro como cristal, que procedia do trono de Deus e do Cordeiro.’’ Apocalipse 22:1 (clique aqui e se surpreenda)

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Farmacêutica procura farmácia na cidade de Londrina para comprar

farmacia-compraNecessário que estejam em ótimas condições de funcionamento.
Interessados falar com Ana Carolina ou Fabíola pelos telefones (43) 9 9982-0809 e 9 9914-7291 ou pelo e-mail fabiolagfaversani@hotmail.com.

‘‘Eu sou o Senhor, que falo a justiça, e anuncio coisas retas.’’ Isaías 45:19b (clique aqui e se surpreenda)

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Cogumelos alucinógenos aliviam angústia de pacientes com câncer

cogumeloPacientes oncológicos vivenciam um alívio imediato, significativo e duradouro da angústia existencial e da depressão quando são tratados com psilocibina, o princípio ativo presente nos cogumelos alucinógenos, de acordo com as conclusões de duas pesquisas inovadoras publicadas na quinta-feira.

Para alguns pacientes com câncer avançado, o choque da doença e o medo do fim da vida que vem com ela podem levar ao desespero, ao desamparo e até mesmo ao suicídio. Até 40% desses pacientes sofrem de ansiedade ou depressão, e os antidepressivos funcionam apenas tanto quanto os tratamentos com placebo.

Os novos estudos são bastante contundentes em si, mas o Journal of Psychopharmacology reforça suas conclusões ao preencher o restante da edição com comentários de especialistas que exploram de tudo, desde a bioquímica do modo de funcionamento da psilocibina às leis antidrogas dos EUA que interromperam pesquisas psiquiátricas, e chegam a confrontar o enigma milenário que Søren Kierkegaard chamou de “a doença até a morte”.

Um dos estudos, conduzido por pesquisadores da Universidade de Nova York (NYU, na sigla em inglês), dividiu seus 29 sujeitos com câncer avançado em dois grupos; ambos foram submetidos à psicoterapia como parte do experimento. Um grupo recebeu uma dose de 0,3 miligramas de psilocibina produzida em laboratório por quilo de massa corporal, e o outro grupo recebeu um tratamento controle de vitamina niacina. Sete semanas depois, cada grupo recebeu a substância contrária.

Os resultados, segundo os autores, foram “rápidos, sólidos e contínuos”: doses únicas aliviaram a depressão e a ansiedade por mais de sete semanas e por até oito meses. Os autores concluem, com uma notável avaliação de seus resultados, que “esta descoberta farmacológica é inovadora na psiquiatria”. O segundo estudo, conduzido por médicos da Faculdade de Medicina da Universidade Johns Hopkins, dividiu em dois grupos 51 pacientes diagnosticados com câncer que ameaça a vida. Eles receberam uma dose terapêutica ou uma dose muito baixa de psilocibina em um primeiro tratamento e receberam a dose contrária cinco semanas depois.

Assim como na pesquisa da NYU, os resultados do estudo da Universidade Johns Hopkins “mostram que a psilocibina produziu quedas grandes e significativas “na depressão, na ansiedade ou na melancolia” e aumentos nos indicadores de qualidade de vida, propósito existencial, aceitação da morte e otimismo”, escreveram os autores. “Esses efeitos se mantinham aos seis meses.”

Roland Griffiths, professor de psiquiatria e ciências do comportamento da Universidade Johns Hopkins e principal autor da pesquisa, salientou os efeitos aparentemente únicos desse tratamento experimental em uma entrevista coletiva na quarta-feira. “A descoberta de que uma única dose de uma droga de relativamente curta duração provoca efeitos antidepressivos e ansiolíticos substanciais e duradouros realmente não tem precedentes”, disse ele, “e de fato pode representar uma possível mudança de paradigma no tratamento de pacientes que sofrem de distúrbios psicológicos relativos ao câncer”.

Fonte: Uol

‘‘Não temerá maus rumores; o seu coração está firme, confiando no Senhor.’’ Salmos 112:7 (clique aqui e se surpreenda)

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Ter propósito na vida reduz risco de morte e doença cardiovascular em 17%

propositoTer um objetivo de vida é considerado componente essencial do bem estar psicológico. Objetivo de vida não só organiza a vida da pessoa, como também a estimula na adoção de certos comportamentos e, mais ainda, proporciona um sentido ou significado para a existência. Uma vez conquistado, o indivíduo sente-se realizado e potente. No caso de falha, predomina a tensão e sensação de fracasso. Mas será que atingir metas na vida se associa com melhor estado de saúde?. Ou, mais especificamente, com menor taxa de mortalidade?.

Uma meta-análise tentou responder esta questão, agrupando dados de 10 estudos observacionais prospectivos que investigaram a relação entre ter propósito maior na vida e mortalidade e presença de doença cardio-vascular. No total foram analisados dados de mais de 136 mil participantes. Os resultados não deixam dúvida: vale a pena ter uma vida digna de ser vivida, Isso é vale a pena ter um objetivo maior nesta nossa breve existência, já que isso reduziu significativamente a mortalidade por todas as causas, em 17%. A mesma redução, 17% foi observada para doenças cardio-vasculares, ao se comparar pessoas com e sem objetivo de vida.

Estes resultados foram similares mesmo se levando em conta o país de origem estudo, os questionários utilizados para medir propósito na vida, a idade das pessoas, e se os participantes apresentavam ou não doença cardiovascular previamente. Como explicar o que parece óbvio e intuitivo?. Uma hipótese é que o propósito na vida pode ter efeito amenizador no impacto negativo de eventos estressores do cotidiano. Por exemplo, aceita-se que ele melhore a resposta imunológica.

De fato, todos nós sabemos, que as respostas do indivíduo frente às situações traumáticas de vida, quer elas estimulem ou não reações biológicas, são importantes para a manutenção da saúde física e mental. Em segundo lugar, ter propósito na vida também pode exercer efeitos clínicos positivos em função da adoção de comportamentos saudáveis, tais como dieta saudável, atividade física e prevenção do abuso de substâncias, como álcool ou drogas. Estudos que abordaram o otimismo e o suporte social mostraram as mesmas associações.

O resumo da história é que dar um sentido maior e mais digno na vida, almejando a realização de um objetivo resulta num benefício extra para a pessoa: menor chance de apresentar doença cardio-vascular ou mesmo de vir a morrer. Assim quem tem um propósito na vida está bem na fita (e na vida). Quem não tem deve ser encorajado a adotar um. Quem sabe por meio de terapia, meditação ou outro meio qualquer. Os mecanismos deste feliz associação entre objetivo de vida e saúde não estão completamente elucidados e estarão a espera de futuras pesquisas. Mas, muitos podem concordar que isso, de fato, pode ficar para depois.

Fonte: Uol e (Cohen et al. Purpose in Life and Its Relationship to All-Cause Mortality and Cardiovascular Events: A Meta-Analysis. Psychosomatic Medicine, V 78 • 122-133, 2016)

‘‘Os jovens se cansarão e se fatigarão, e os moços certamente cairão, Mas os que esperam no Senhor renovarão as forças, subirão com asas como águias; correrão, e não se cansarão; caminharão, e não se fatigarão.’’ Isaías 40:30-31 (clique aqui e se surpreenda)

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Sua falta de sono está tirando bilhões da economia

Estudo aponta que trabalhadores cansados têm uma chance maior de faltar ao trabalho por causa de doenças ou são menos produtivos quando estão presentes

dormindo-servicoDormiu pouco e está com sono? Sua indisposição tem um impacto grande sobre a economia, de acordo com um novo estudo do RAND Corporation, um centro de pesquisa norte-americano. 5 países ricos foram analisados: Estados Unidos, Reino Unido, Alemanha, Japão e Canadá. O banco de dados principal é uma pesquisa com 62 mil britânicos e números compilados em 2013 pela National Sleep Foundation.

Os entrevistados deram as próprias respostas, o que nem sempre é confiável, e alguns tipos de empresas (como financeiras) são representadas desproporcionalmente, o que deve ter causado distorções. Mas partindo isso, o número que a RAND calculou é que esses 5 países perdem, juntos, algo entre US$ 480 bilhões e US$ 680 bilhões por ano com a falta de sono dos seus trabalhadores.

O problema é maior em alguns países do que outros. A proporção de quem dorme menos de 6 horas por noite, por exemplo, salta de 6% no Canadá para 18% nos Estados Unidos. É por isso que os EUA são os que mais perdem com o problema: algo entre US$ 280 bilhões e US$ 411 bilhões anuais do PIB (Produto Interno Bruto). Em termos relativos, o Japão é o mais prejudicado, com corte estimado entre 1,86% e 2,92% do PIB. Veja na tabela:

Perda relativa (em % do PIB)
Estados Unidos 1,56% – 2,28%
Reino Unido 1,36% – 1,86%
Japão 1,86% – 2,92%
Alemanha 1,02% – 1,56%
Canadá 0,85% – 1,56%

O modelo da RAND é calculado a partir de vários mecanismos e também leva em conta possíveis mudanças no futuro. Primeiro: as pessoas que dormem menos de 6 horas por noite têm um risco 13% mais alto de morrer a qualquer dado momento do que alguém que dorme de 7 a 9 horas. Isso contribui para a redução do tamanho da força de trabalho agora e no futuro (pela perda dos futuros filhos).

Além disso, trabalhadores cansados têm uma chance maior de faltar ao trabalho por causa de doença ou são menos produtivos quando estão presentes, o que causa perda de eficiência. “A falta de sono está associada com resultados piores de saúde. Elas vão de um risco mais elevado de sofrer com condições crônicas, incluindo diabetes, pressão sanguínea, doenças do coração e distúrbios mentais como depressão e ansiedade. Estudos também relacionam cada vez mais a privação de sono com tomada ruim de decisões”, diz o relatório.

Outro problema é que a falta de sono na adolescência prejudica o desenvolvimento de habilidades, o que eventualmente vai se refletir no mercado de trabalho. Algumas das recomendações para aliviar o problema são não começar as aulas escolares tão cedo e estimular mais pesquisas científicas sobre a questão. Do ponto de vista individual, as dicas são fazer exercício, evitar excesso de bebida alcoólicas, limitar o uso de eletrônicos antes do sono e não fazer muitas atividades na cama além de dormir (e sexo).

Fonte: Exame

‘‘Estai, pois, firmes, tendo cingidos os vossos lombos com a verdade, e vestida a couraça da justiça’’ Efésios 6:14 (clique aqui e se surpreenda)

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Antibiótico pode ajudar a evitar que zika danifique o cérebro fetal, diz estudo

Pesquisa é base para pesquisar possíveis estratégias para evitar consequências graves da doença

zika-cerebroCientistas norte-americanos disseram ter identificado células do tecido cerebral fetal que são alvo do vírus zika e determinaram que um antibiótico comum considerado de uso seguro durante a gravidez, o azitromicina, pode bloquear esta infecção, pelo menos em células cerebrais cultivadas em laboratório. As informações são da agência chinesa Xinhua. Pesquisadores da UCSF (Universidade da Califórnia em San Francisco) relataram que o vírus zika infecta preferencialmente as células cerebrais com abundância de uma proteína chamada AXL, que atravessa a membrana celular externa com vários tipos de células e serve como um portão de entrada para o vírus invasor.

As células do cérebro fetal que incorporam esta proteína incluíram células estaminais neurais e células progenitoras que eventualmente formam outros tipos de células cerebrais e que desempenham um papel especialmente importante no crescimento e desenvolvimento do cérebro em estágio fetal. Outras células com  a proteína AXL incluíram micróglia, que são as células imunes do cérebro, e os astrócitos, um tipo de célula cerebral já totalmente desenvolvida e especializada que suporta os neurônios na condução dos sinais neurais. Os neurônios que têm falta da AXL não foram facilmente infectados, em contraste com observado anteriormente em camundongos de laboratório previamente utilizados para estudar a infecção pelo zika.

Os pesquisadores então examinaram 2.177 remédios aprovados pela FDA (Food and Drug Administration) dos EUA para verificar sua capacidade de bloquear a infecção por zika nas células cerebrais cultivadas no laboratório e identificaram vários remédios que o fizeram, incluindo a azitromicina, um antibiótico amplamente utilizado. As descobertas, publicadas online no Journal Proceedings of the National Academy of Sciences dos EUA, foram lideradas por Joseph DeRisi, líder do Departamento de Bioquímica e Biofísica da UCSF, e Arnold Kriegstein, diretor do Centro de Regeneração e Medicina Eli e Edythe Broad e pesquisador celular na UCSF.

“A nossa caracterização da infecção no cérebro humano em desenvolvimento esclarece a patogênese da infecção congênita ZIKV (pelo vírus Zika) e fornece uma base para pesquisar possíveis estratégias terapêuticas para evitar com segurança as consequências mais graves desta epidemia,” concluíram no artigo.

O vírus zika é transmitido principalmente pelo mosquito tropical Aedes aegypti. Estima-se que entre um por cento e 13% das mulheres infectadas durante a etapa inicial da gravidez pelo vírus têm bebês com microcefalia, condição definida por uma cabeça menor e com danos cerebrais. Atualmente, não há tratamento para evitar que o vírus zika prejudique o feto, e o mecanismo biológico que explica como a microcefalia surge a partir da infecção ainda não está claro.

Fonte: R7

‘‘Ouvindo falar de Jesus, a mulher veio por detrás, entre a multidão, e tocou na sua veste. Porque dizia: Se tão-somente tocar nas suas vestes, sararei.’’ Marcos 5:27-28

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