Alteração genética pode causar depressão e esquizofrenia, indica estudo

esquizofreniaA depressão pode afetar pessoas com predisposição genética para esquizofrenia, de acordo uma pesquisa liderada por cientistas da Universidade de Edimburgo (Escócia). Quem tem esquizofrenia costuma ter alucinações, delírios, ouvir vozes, mas também pode ter sintomas semelhantes aos da depressão como alterações de humor. Para os pesquisadores, o estudo confirma que as alterações genéticas podem aumentar o risco de doenças mentais e abre caminho para o estudo dos mecanismos biológicos que causam esses transtornos.

Usando técnicas de ressonância magnética e outras tecnologias de imagem cerebral, pesquisadores estudaram os cérebros de pessoas com uma mutação genética específica que faz com que parte de um cromossomo troque de lugar com outro. Essa mutação resulta na ruptura de um gene chamado DISC1, que está associado com a esquizofrenia, transtorno bipolar e depressão. Os cientistas descobriram que as pessoas com a mutação genética tinham mudanças na estrutura do cérebro. Essas mudanças estavam relacionadas à gravidade dos sintomas dos transtornos mentais.

A pesquisa também mostrou que os portadores da mutação tinham níveis mais baixos de um químico chamado glutamato em certas áreas do cérebro. Segundo estudos anteriores, os níveis reduzidos dessa substância estão relacionados a presença da esquizofrenia. A mutação DISC1 foi identificada pela primeira vez em uma família escocesa que apresentou taxas significativamente altas de transtornos psiquiátricos. Os cientistas têm estudado gerações da família por 40 anos mas esta é a primeira vez que fazem uma varredura dos cérebros. O estudo foi publicado na revista Nature Schizophrenia.

Fonte: Uol

‘‘Bendize, ó minha alma, ao Senhor, e tudo o que há em mim bendiga o seu santo nome.” Salmos 103:1 (clique aqui e se surpreenda)
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Cannabis pode aliviar a dor, mas há incertezas sobre riscos, indica revisão de estudos

A maconha pode ajudar a aliviar a dor de forma segura para alguns pacientes, mas muitas incertezas permanecem sobre seus riscos para a saúde e a segurança, de acordo com um amplo estudo publicado na quinta-feira.

maconha-plantaUm comitê das Academias Nacionais de Ciências, Engenharia e Medicina dos Estados Unidos (NASEM) analisou mais de 10.000 artigos científicos para chegar às suas quase cem conclusões. O relatório de um painel de 17 membros oferece uma “revisão rigorosa das pesquisas científicas relevantes publicadas desde 1999”, disse uma declaração da NASEM. Cannabis, o nome científico da planta cujos botões e folhas secas fazem a maconha, é a droga ilícita mais popular nos Estados Unidos.

Uma pesquisa recente mostrou que mais de 22 milhões de americanos de 12 anos ou mais relataram usar a droga nos últimos 30 dias. Nove em cada 10 usuários adultos afirmaram que usavam a droga para fins recreativos, enquanto apenas 10% alegaram fins exclusivamente médicos. “Há anos o panorama do uso de maconha tem se transformado rapidamente, à medida que mais e mais Estados estão legalizando a cannabis para o tratamento de condições médicas e para o uso recreativo”, disse Marie McCormick, presidente do comitê e professora de saúde maternal e infantil da Universidade de Harvard.

“Esta aceitação, acessibilidade e uso crescentes da cannabis e seus derivados têm levantado importantes preocupações de saúde pública”, acrescentou. McCormick disse que o relatório busca abordar o fato de que “a falta de qualquer conhecimento agregado de efeitos na saúde relacionados à cannabis levou à incerteza sobre se existem e quais são os danos ou benefícios do seu uso”.

Benefícios – O estudo descobriu que os pacientes que usavam cannabis para tratar dores crônicas eram “mais propensos a experimentar uma redução significativa nos sintomas da dor”. Adultos com espasmos musculares relacionados à esclerose múltipla também melhoraram seus sintomas ao usar certos “canabinoides orais” – medicamentos sintéticos feitos à base de canabinoides.

Também foram encontradas evidências conclusivas de que estes canabinoides orais poderiam prevenir e tratar náuseas e vômitos em pessoas com câncer que recebem tratamento quimioterápico. “Fumar cannabis não aumenta o risco de cânceres frequentemente associados com o uso do tabaco – como os cânceres de pulmão e de cabeça e pescoço”, acrescentou o relatório. Além disso, o comitê “encontrou evidências limitadas de que o uso de cannabis está associado a um subtipo de câncer testicular”.

Riscos – Os riscos do uso de cannabis incluem a possibilidade de desencadear um ataque cardíaco, mas são necessárias mais pesquisas para entender “se e como o uso de cannabis está associado a ataques cardíacos, acidentes vasculares cerebrais e diabetes”. Fumar cannabis pode causar bronquite e tosse crônica, mas a interrupção do uso “provavelmente reduz essas condições”, e ainda não está claro se há qualquer vínculo com doenças respiratórias, incluindo doença pulmonar obstrutiva crônica, asma ou piora da função pulmonar.

Em relação à saúde mental, o comitê descobriu que “o uso de cannabis provavelmente aumenta o risco de desenvolver esquizofrenia, outras psicoses e distúrbios de ansiedade social e, em menor medida, depressão”. Os pensamentos suicidas podem aumentar e os sintomas de transtorno bipolar podem piorar com o uso intensivo de cannabis, acrescenta o estudo. Mas em pessoas com esquizofrenia e outras psicoses, “um histórico de consumo de cannabis pode estar ligado a um melhor desempenho em tarefas de aprendizagem e memória”, disse.

Quanto mais as pessoas usam cannabis – e quanto mais jovens elas começam – mais probabilidades têm de desenvolver um “problema de uso de cannabis”, aponta o relatório. O comitê encontrou evidências limitadas de que o consumo de cannabis aumenta a taxa de iniciação no uso de outras drogas. Mesmo que funções cerebrais como aprendizagem, memória e atenção sejam afetadas após o uso de cannabis, os pesquisadores encontraram poucos sinais de danos a longo prazo em pessoas que pararam de fumar.

Em mulheres grávidas, alguns indícios mostraram que fumar maconha durante a gravidez está associado a um menor peso ao nascer, mas a relação com outros resultados da gravidez e da infância não está clara. Acidentes entre crianças, incluindo a ingestão de cannabis, aumentaram drasticamente desde que a substância foi legalizada em algumas partes dos Estados Unidos. De forma pouco surpreendente, o relatório encontrou “provas substanciais” de que o uso de cannabis está ligado a uma condução prejudicada e a acidentes com veículos.

Defensores da maconha medicinal disseram que o relatório mostrou que a cannabis pode ajudar as pessoas, e pediram ao governo federal americano para legalizá-la. A maconha é atualmente uma substância da Lista I sob a Lei de Substâncias Controladas, o que significa que está estabelecido que a planta não tem nenhum valor medicinal. “Este relatório é uma reivindicação para os muitos pesquisadores, pacientes e profissionais de saúde que há muito compreendem os benefícios da maconha medicinal”, disse Michael Collins, vice-diretor de assuntos nacionais da Aliança de Política de Drogas.

Paul Armentano, vice-diretor do NORML, um grupo de lobby pela legalização da maconha, apontou que as evidências não são novas. “Mesmo assim, há décadas a política de maconha neste país tem sido impulsionada pela retórica e pela emoção, e não pela ciência e pela evidência”, disse ele.  “No mínimo, sabemos o suficiente sobre a cannabis, assim como sobre as falhas da proibição da cannabis, para regular seu consumo por adultos, acabar com sua criminalização e removê-la da Lista I”, acrescentou.

Fonte: Uol

‘‘E nós conhecemos, e cremos no amor que Deus nos tem. Deus é amor; e quem está em amor está em Deus, e Deus nele.” 1 João 4:16 (clique aqui e se surpreenda)

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Vaga para Farmacêutico(a) na cidade de Quedas do Iguaçu – PR

quedas-do-iguacuPara trabalhar em farmácia de manipulação.
Preferencialmente com experiência.
Carga horária de 40 horas semanais.
Remuneração: piso salarial + R$ 500,00.
Maiores informações com Eberson pelo telefone (46) 3532-1656.
Enviar currículos para o e-mail ebersonc@fiqnet.com.br (Farmácia Farmavida)
Colaboração: Daniela Rios da Silva
Esclarecimento sobre as vagas de emprego divulgadas no blog

‘‘Respondeu-lhes Jesus: Em verdade, em verdade vos digo que todo aquele que comete pecado é servo do pecado.” João 8:34 (clique aqui e se surpreenda)

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Federação de farmácias fideliza mais de 7 milhões de clientes

Em 2016 a Febrafar atingiu a marca de R$1 bilhão em vendas.

cartao-fidelidadeO ano de 2016 terminou com impressionantes os números referentes ao Programa de Estratégias Competitivas (PEC), programa de fidelidade por meio de cartão da Federação Brasileira das Redes Associativistas e Independentes de Farmácias (Febrafar). Prova é o fato de finalizar o ano com mais de sete milhões de clientes cadastrados em todo País. Se consolidando como um dos principais programas de fidelização do país, em menos de cinco anos de existência.

Entretanto, os números impressionantes também ocorrem em relação às vendas por meio do PEC, sendo que, apenas no mês de novembro foram R$ 136 milhões comercializados por meio dessa ferramenta, ultrapassando facilmente a marca de R$1 bilhão em vendas durante 2016.

Também em 2016 foi apresentado ao mercado o aplicativo com o cartão de fidelidade, ferramenta ideal para entregar o que existe de mais sofisticado e inovador no gerenciamento de marketing de relacionamento com o consumidor.

Por meio de um conjunto de funcionalidades – chat com o farmacêutico, gerenciamento de conteúdo, ofertas e cupons em tempo real, enquetes, monitoramento da jornada de valor e portal de atendimento para o lojista –, a Febrafar foi capaz de propor e estabelecer um novo patamar no relacionamento com o consumidor, numa proposta completamente única no varejo farmacêutico brasileiro.

Fonte: Guia da Farmácia

‘‘Entrega o teu caminho ao Senhor; confia nele, e ele o fará.” Salmos 37:5 (clique aqui e se surpreenda)

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Escola de habilidades, hidroterapia, fono e até toxina ajudam a desenvolver pacientes com paralisia cerebral

Toxina botulínica é um dos tratamentos mais modernos que melhora até autoestima.

paralisia-cerebral“Nós trabalhamos para realizar sonhos e dar qualidade de vida à eles”. É assim que Mônica Calazans, médica fisiatra da Associação Cruz Verde, trabalha na Associação Cruz Verde, que cuida de pacientes com paralisia cerebral grave, em São Paulo, para ajudar a cuidar dos 204 pacientes internados no local. Para o tratamento dos moradores, a Cruz Verde conta com uma equipe multidisciplinar, ou seja, fonoaudióloga, fisioterapia, hidroterapia, psicóloga e “escola especial” para complementar desenvolvimento pedagógico, de acordo com a fisioterapeuta Maria Piperás.

— Cada quadro exige uma terapia peculiar, pois as atrofias são específicas e a forma de tratá-las também. Aos que fazem hidroterapia e/ou fisioterapia as sessões normalmente ocorrem uma vez por semana. Já a “escola” para os pacientes têm o objetivo de criar uma atividade lúdica de interação entre os pacientes e voluntários desenvolvendo habilidades como pintura, jogos, desenhos e artesanato, uma vez que muitos deles tem deficiência intelectual e condições motoras severas e é muito importante no tratamento deles,disse a superintendente da associação, Marilena Pacios. — É importante para desenvolver o lado social deles, por meio de pinturas e convivência em grupo.

Toxina botulínica e a qualidade de vida – Um dos tratamentos mais modernos que melhora (e muito) a qualidade de vida desses pacientes é o uso da toxina butulínica, popularmente conhecido como Botox. Mônica, a médica qie realiza o procedimento, explica que, com aplicação do produto, há uma redução da rigidez dos músculos e atrofias. — A toxina deixa os movimentos mais leves, o que ajuda na coordenação de todos os músculos e o período entre cada sessão, é de no mínimo três meses, sendo que pode variar dependo do organismo de cada um.

Ela ainda diz que o tempo de aplicação não pode ser menor, já que o organismo pode entender aquilo como vacina e criar anticorpos ao medicamento trazendo danos ao procedimento. Além disso, há uma melhora na autoestima, pois eles conseguem executar melhor as tarefas diárias. Existe também a diminuição da quantidade de saliva, o que evita a ida dela para os pulmões, o que pode levar à pneumonia. Quanto mais cedo se iniciar a técnica, maiores são as chances de melhora no quadro clínico. Porém, nem todos pacientes têm indicação às aplicações.

— A técnica é indicada para a paralisia cerebral apenas e nós procuramos dar prioridade aos mais novos, onde a atrofia normalmente é menor, e o resultado é mais significativo. Outro ponto ressaltado são as expectativas dos pacientes. Ilma Maria, 48 anos, por exemplo, conseguiu calçar sapatos graças ao procedimento. Já Carlos Eduardo, o Dudu, 50 anos, realizou o sonho de alimentar-se sozinho.

Dentre os 204 pacientes internados, cerca de 40 já passaram pela experiência, conforme disse Mônica. O custo médio de cada aplicação é de R$ 5.000 e para este ano de 2017 a expectativa é fazer 480 procedimentos. Os R$ 3,6 milhões do projeto vieram por meio do Pronas (Programa Nacional de Apoio à Atenção da Saúde da Pessoa com Deficiência) em que pessoas físicas e jurídicas fazem doações com dedução fiscal.

Fonte: R7

‘‘Haveria coisa alguma difícil ao Senhor?” Gênesis 18:14a (clique aqui e se surpreenda)

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Cientistas chilenos avançam em cura para o câncer com moléculas vegetais

cancer-moleculas-vegetaisUm grupo de cientistas chilenos da Universidade Bernardo O’Higgins (UBO) de Santiago informou nesta segunda-feira que as chalconas, moléculas presentes em frutas e vegetais, podem destruir células cancerígenas depois de passarem por modificações com biotecnologia.

“A maioria de células tem a capacidade de se suicidar. O atributo especial das células tumorais é que elas perdem essa habilidade. O que as chalconas fazem é devolver essa característica, destruindo o tumor internamente”, explicou o diretor de Pesquisa e Inovação da UBO, Cesar Echeverría.

O processo, explicou Echeverría, consiste em sintetizar essas células e modificar sua estrutura para que sejam mais efetivas na luta contra os tumores provocados pelo câncer. “As chalconas são conhecidas por serem moléculas únicas. No laboratório modificamos sua estrutura, as testamos em tumores e observamos que os resultados são positivos”, disse.

O cientista afirmou que as chalconas poderiam ser utilizada como tratamento complementar a métodos tradicionais, como a radioterapia ou a quimioterapia, para aumentar a eficácia em cânceres especialmente complicados, como o hepático.

“O câncer hepático é um dos mais mortíferos do mundo. De fato, é o terceiro tipo de câncer com maior mortalidade. Só no Chile, ele mata 1.000 pessoas por ano”, indicou o pesquisador. Após testar o êxito do estudo no laboratório, o próximo passo é observar a eficácia do método em ratos. A nova pesquisa deve ter início, de acordo com Echeverría, em março ou abril.

“Agora vamos testar com ratos. Talvez, no futuro, faremos em humanos, mas ainda é cedo. Temos que avançar em muitas coisas e pedir permissão ao comitê de bioética, algo que ainda não fizemos. Pretendemos fazer isso em um prazo de cinco ou dez anos”, explicou. O cientista também destacou o “bom estado” das pesquisas sobre as investigações contra o câncer no Chile e destacou que o país tem recursos naturais para encontrar novos métodos.

“Vários laboratórios também estão avançando. Além disso, estamos descobrindo novos compostos vegetais do país com capacidade antitumoral, como certas amoras, tomates e algas”, concluiu.

Fonte: Terra

‘‘Aquele, pois, que cuida estar em pé, olhe não caia.” 1 Coríntios 10:12 (clique aqui e se surpreenda)

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Senadores defendem isenção de impostos para medicamentos

imposto-medicamentosA inflação de 2016 fechou em 6,26%, mais de quatro pontos percentuais abaixo do índice registrado em 2015, de 10,67%. Os remédios, no entanto, registraram alta nos preços e ficaram 12,5% mais caros. Segundo o governo, o aumento foi autorizado para cobrir a defasagem acumulada dos preços em relação aos custos. Mas o senador Reguffe (sem partido-DF) criticou o reajuste acima da inflação. E lembrou que a carga tributária sobre os medicamentos chega a quase 36% dos preço, e pediu aos senadores que aprovem sua Proposta de Emenda à Constituição (PEC 2/2015), que dá fim à cobrança de impostos sobre os remédios.

Outra PEC em tramitação no Senado isenta os remédios de impostos, mas somente para pessoas de baixa renda (PEC 65/2016). Os senadores também analisam um projeto que zera a cobrança do PIS e da Cofins sobre os remédios importados sem similares nacionais (PLS 425/2015).

Fonte: Agência Senado

‘‘Entrai pela porta estreita; porque larga é a porta, e espaçoso o caminho que conduz à perdição, e muitos são os que entram por ela” Mateus 7:13 (clique aqui e se surpreenda)

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