Aprovado novo tratamento para convulsões em crianças

Anvisa aprovou registro do Inovelon® (rufinamida) usado para tratar crianças acima de 4 anos e adultos com convulsões provocadas pela síndrome de Lenoxx-Gastaut

inovelonO novo medicamento é indicado para o tratamento auxiliar das convulsões associadas com a síndrome de Lennox-Gastaut em crianças acima de 4 anos de idade e com mais de 18kg e em adultos. A síndrome de Lennox-Gastaut (LGS) é uma das formas mais raras e graves de epilepsia na infância. A doença afeta crianças com idade entre 1 e 8 anos, e continua a se manifestar na idade adulta.

O Inovelon® (rufinamida) será fabricado pela empresa Bushu Pharmaceuticals Limited localizada no Japão e a titular do registro do medicamento no Brasil será a empresa Esai Laboratórios Ltda., localizada em São Paulo (SP).

Prioridade para inéditos – A Anvisa tem dado prioridade para análise de medicamentos novos no país para  aumentar as opções de tratamento disponíveis. Com isso, medicamentos inéditos ou genéricos inéditos podem entrar no mercado em menor tempo. Recentemente, por exemplo, a Agência aprovou um novo produto biológico para o tratamento da hemofilia.

Fonte: Anvisa

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Estudo revela que hemorragias cerebrais são mais profundas em homens

hemorragia-cerebralNeurologistas do Hospital del Mar em Barcelona, na Espanha, e pesquisadores do Instituto Hospital del Mar de Pesquisas Médicas (IMIM, sigla em espanhol) descobriram que os homens sofrem hemorragias cerebrais com seis anos de diferença para as mulheres e que a localização do hematoma é mais profundo em indivíduos do sexo masculino.
O estudo, publicado na revista “Neurology”, foi realizado com 515 pacientes com hemorragias intracerebrais primárias, que é o tipo de acidente vascular cerebral mais grave, com uma taxa de mortalidade de quase 50%.

O estudo evidência diferenças associadas ao gênero nas hemorragias cerebrais e também detectou que os homens sofrem com maior prevalência outras patologias cardiovasculares, como a obstrução de grandes artérias (doença arterial periférica), e doenças coronárias como a cardiopatia isquêmica. “As diferenças entre homens e mulheres são grandes no risco das doenças cardiovasculares. A hemorragia cerebral é mais frequente em homens e provoca a morte de 50% dos afetados após três meses, e só 20-25% dos pacientes sobrevive com boa capacidade funcional”, explicou o chefe do serviço de neurologia do Hospital del Mar e coordenador do grupo de pesquisa neurovascular do IMIM, Jaume Roquer.

De acordo com a pesquisa, a primeira diferença significativa é que as mulheres que sofrem uma hemorragia cerebral têm em média seis anos a mais que os homens com o mesmo problema: 81 anos para as mulheres e 75 anos para os homens. Os neurologistas também observaram diferenças na localização do hematoma cerebral. Em homens é mais frequente o hematoma profundo enquanto nas mulheres é mais comum na região lobular do cérebro, que é mais superficial.

Também foram observadas diferenças em relação ao consumo de certas substâncias que são fatores de risco conhecidos de patologias identificadas como causadoras de hemorragias cerebrais. As pesquisas foram realizadas em um total de 515 pacientes (245 mulheres e 270 homens) tratados no Hospital del Mar entre maio de 2005 e abril de 2015, uma das maiores bases de dados existentes de hemorragias cerebrais. O estudo também evidenciou alguns parâmetros para os quais não existem diferenças entre homens e mulheres, como a severidade das hemorragias, o volume dos hematomas e a mortalidade após três meses.

A origem mais comum da doença é a hipertensão arterial para ambos os sexos e também não é diferente para homens e mulheres o tempo transcorrido entre os primeiros sintomas e a internação hospitalar, nem o tratamento e a reabilitação nos hospitais. Apesar de algumas limitações, a conclusão dos pesquisadores do Hospital del Mar é que as diferenças entre homens e mulheres são importantes na hora de considerar o risco das doenças cardiovasculares. Para Roquer, “avançar no conhecimento deste tipo de doenças permitirá criar ferramentas para combatê-las melhor e antecipar o que acontece no transcurso da doença”.

Fonte: Uol

‘‘O nosso Deus é o Deus da salvação; e a Deus, o Senhor, pertencem os livramentos da morte.’’ Salmos 68:20 (clique aqui e se surpreenda)

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SUS passa a contar com novo medicamento para tratamento do HIV

hiv-aids-novo-medicamentoO dolutegravir, um novo medicamento antirretroviral para o tratamento do HIV, vírus causador da Aids, estará disponível no SUS (Sistema Único de Saúde) a partir de 2017, de acordo com anúncio feito nesta quarta-feira (28) pelo Ministério da Saúde. O remédio será destinado a novos pacientes e a quem tem resistência a outras drogas, e calcula-se que cerca de 100 mil pessoas devem iniciar o tratamento com o dolutegravir no ano que vem.

Segundo o Ministério da Saúde, como o dolutegravir apresenta um nível baixo de reações adversas, a adesão deve ser maior a este tratamento. Muitas pessoas resistem em tomar o coquetel de remédios contra o HIV por conta de efeitos colaterais que aparecem no início do tratamento, como alucinações ou depressão.  Hoje, os pacientes costumam usar três medicamentos disponíveis no SUS: tenofovir, lamivudina e efavirenz — o chamado “três em um”.

Com a inclusão do dolutegravir, a orientação será associar o novo remédio ao chamado “dois em um” (tenofovir e lamivudina). O Ministério da Saúde diz que conseguiu um desconto de 70,5% na compra do novo antirretroviral –de US$ 5,10, saiu por US$ 1,50. “Nós compramos 40 milhões de comprimidos para 2017, e o medicamento será incorporado gradativamente”, disse a diretora do ministério Adele Benzaken. O orçamento para aquisição de remédios do tipo é de R$ 1,1 bilhão.

Segundo o Ministério da Saúde, cerca de 483 mil pessoas utilizam antirretovirais no Brasil, sendo que 17 mil apresentam resistência aos medicamentos atuais. A estimativa é de 800 mil pessoas vivem com HIV no país. De acordo com Benzaken, 87% dos portadores de HIV estão diagnosticados. “É importante que todos estejam em tratamento”, diz ela. A taxa mortalidade por Aids no país caiu 10,9% nos últimos anos, de 6,4 por 100 mil habitantes em 2003 para 5,7 por 100 mil habitantes em 2014.

SUS pode ter remédio que previne doença – O Ministério da Saúde anunciou em julho que pretende incluir na lista de medicamentos gratuitos do SUS o remédio que pode prevenir a infecção pelo HIV. Chamado de profilaxia pré-exposição (PrEP), mas mais conhecido como truvada – seu nome comercial -, o medicamento diminui as chances de contaminação pelo vírus da Aids quando tomado continuamente, mas pode trazer efeitos colaterais, como leves disfunções gastrointestinais e renais.

A pílula de ingestão diária combina dois tipos de antirretrovirais (tenofovir e emtricitabitina) e é indicada para a população não infectada, mas que tem maior chance de contágio. Segundo dados da Organização Mundial da Saúde (OMS), o remédio diminui em até 92% o risco de o vírus entrar nas células.

Fonte: Uol

‘‘Jesus esvaziou-se a si mesmo, vindo a ser servo, tornando-se semelhante aos homens.’’ Filipenses 2:7 (clique aqui e se surpreenda)

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Anvisa suspende prazo para início da rastreabilidade de medicamentos

rastreabilidadeA diretoria da Anvisa (Agência Nacional de Vigilância Sanitária) decidiu nesta terça-feira (27) suspender o prazo definido para a implementação do sistema nacional de rastreabilidade de medicamentos. Com a medida, o sistema, que prevê o controle do caminho dos remédios desde a indústria até o consumidor, deve ficar mais tempo no papel. Até então, resolução anterior da agência definia que esse controle começasse a ocorrer já em dezembro deste ano. Agora, o início do sistema, alvo de sucessivos adiamentos, volta a não ter prazo.

A mudança ocorre após pedidos feitos por parte da indústria farmacêutica, distribuidoras e farmácias, que alegavam prazo insuficiente e alto custo para implementação da rastreabilidade. Também havia preocupação sobre o risco de compartilhamento de dados sobre produtos entre o setor, o que poderia ferir a questão de concorrência. Criado por uma lei federal de 2009, o sistema prevê que cada embalagem de remédio tenha uma espécie de “RG”, composto pela aplicação de um código bidimensional e um número único de identificação nas caixinhas, próximos à data de fabricação e número do lote. O objetivo, assim, é controlar o caminho dos produtos, de forma a evitar casos de falsificação e contrabando, além de agilizar o recolhimento dos remédios em caso de falhas. A estimativa é que 3,9 bilhões de embalagens circulem por ano no país.

Adiamentos – Essa não é a primeira vez que o projeto é adiado. Após a lei de 2009, o sistema nacional de medicamentos tinha previsão inicial para ser implementado nos três anos seguintes, mas o processo foi suspenso. Em meio ao impasse, a Anvisa editou em 2013 uma nova resolução que definia que o sistema passaria por testes em 2015 e começaria a funcionar em 2016. Após pressão do setor, a exigência de testes foi suspensa. O prazo final, no entanto, ainda era mantido.

Em reunião nesta quinta, diretores defenderam que “a realidade mostrou que era necessária a suspensão do prazo”, em referência aos problemas para adequação do sistema. Segundo o diretor-presidente da Anvisa, Jarbas Barbosa, a suspensão ocorre para dar “segurança jurídica” ao processo, que passa por revisões -como a construção de um banco de dados centralizado na Anvisa.

“Da maneira como estava a resolução, não tinha factibilidade. Havia problemas sérios. O banco de dados que estava previsto antes ficava sob coordenação dos detentores do registro. Isso poderia gerar desvantagem comercial. Também dava a entender que toda informação tinha que ser transacionada em tempo real, e estamos falando em milhares de locais. Para evitar fraudes, não é preciso ter um sistema em tempo real”, afirma. Ele lembra que há um projeto de lei do Senado, hoje em tramitação na comissão de Constituição e Justiça da Câmara, que estabelece novos prazos para o início da rastreabilidade. A expectativa, de acordo com Barbosa, é que esse projeto seja aprovado ainda neste ano.

Possíveis prazos – Em geral, a proposta em tramitação no Congresso prevê que a implementação do sistema ocorra em até cinco anos, por meio de três etapas. Após a Anvisa regular o tema, as empresas teriam um ano para apresentar três lotes-piloto de medicamentos rastreáveis para testes. Em seguida, a agência teria oito meses para avaliação do processo, correção de impasses e para implementação do banco de dados. Na terceira etapa, o setor teria três anos para a implementação do sistema.

O presidente-executivo do Sindusfarma, Nelson Mussolini, diz que os novos prazos em discussão permitem que a rastreabilidade seja implementada “de maneira mais efetiva”. “Seria antiprodutivo manter o prazo [anterior], que era uma espada na cabeça das empresas, se havia uma regulamentação diferente a ser feita”, defende.

Fonte: Folha de São Paulo

‘‘Jesus disse: Vou preparar-vos lugar.’’ João 14:2 (clique aqui e se surpreenda)

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Farmácias associativistas crescem mais que mercado

crescimentoDurante o 2º Encontro Febrafar 2016, o diretor de relacionamento do IMS Health, Eduardo Rocha, apresentou uma consolidação de dados promovida pela parceria entre a Federação Brasileira das Redes Associativistas e Independentes de Farmácias (Febrafar) e IMS Health. Segundos esses números, as farmácias das redes ligadas à Febrafar tiveram crescimento muito acima do mercado, entretanto, o mais importante foi a constatação de que as utilizações efetivamente das ferramentas de gestão oferecidas pela Federação proporcionaram um aumento ainda maior.

Segundo o levantamento, os associados Febrafar estão presentes em todo o território nacional, sendo representados por 52 bandeiras e 9.332 lojas ativas, que atingiram R$ 8,5 bilhões em faturamento nos últimos doze meses. Contudo, os dados que mais chamam a atenção estão relacionados ao crescimento, uma vez que, enquanto o mercado de farmácias cresceu 11,4% no período de um ano (finalizado em julho de 2016) as redes associadas à Febrafar elevaram seu faturamento em 13,1% no mesmo período. Já as lojas que migraram para a Federação, tiveram um crescimento muito mais expressivo, atingindo o índice de 23% em unidades de medicamentos vendidos.

O faturamento das lojas associadas à Federação responde, atualmente, por 9,7% do total do mercado farmacêutico. Contudo, o que impressiona é que, devido à grande capilaridade da associação, em 918 cidades trabalhadas, a participação da Febrafar é superior a 50% das vendas totais do mercado. No entanto, é possível notar diferentes performances entre as redes associadas. Um dos grandes pontos é a utilização do Programa de Estratégias Competitivas (PEC), que faz parte do Programa de Fidelidade, disponível para adesão de todas as redes de farmácias afiliadas à Febrafar, tendo por objetivo oferecer uma política de preços competitiva, profissional e inteligente, por meio da concessão individualizada dos descontos.

Atualmente, cerca de 27% das lojas Febrafar já trabalham com o PEC, mostrando crescimento em faturamento acima da média: 17,7% durante o ano (período que acabou em julho de 2016) frente ao crescimento de 12% das farmácias que não utilizam o PEC. “As lojas com PEC apresentam faturamento acima da média Febrafar e crescem de maneira mais acentuada nos dois primeiros anos após implementação do programa” explica Eduardo Rocha.

Fonte: Febrafar (veja a notícia completa com gráficos)

‘‘Deleito-me em fazer a tua vontade, ó Deus meu; sim, a tua lei está dentro do meu coração.’’ Salmos 40:8 (clique aqui e se surpreenda)

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Testosterona favorece comportamentos agressivos, e também generosidade

agressividadeA testosterona promove comportamentos orientados a conseguir um status social mais elevado, o que significa que está relacionada com atitudes agressivas, mas também com outras generosas, segundo um estudo publicado nesta segunda-feira na revista “Proceedings of The National Academy of Sciences (PNAS)”.

Tradicionalmente, os altos níveis desse hormônio crucial para o desenvolvimento sexual masculino eram associados com a agressividade e a falta de generosidade nos humanos, mas, até agora, os estudos que tinham tentado confirmar essa hipótese eram considerados pouco críveis por supostos problemas metodológicos.

O novo estudo, liderado pelo Instituto de Neurociência do Instituto Trinity College em Dublin, na Irlanda, conclui que a testosterona “pode causar nos homens um comportamento pró-social”, ou seja, que beneficie outros indivíduos, por isso tem um “papel mais complexo” na conduta humana do que se acreditava.

Os participantes do estudo, um grupo de 47 homens jovens sadios, tiveram injetados em seu organismo enantato de testosterona ou um placebo, e foram submetidos a uma variação de um teste econômico experimental conhecido como “o jogo do ultimato”. Neste teste, um jogador propõe a outro uma maneira de dividirem uma grande soma de dinheiro e, se o segundo aceitar a oferta, ambos recebem a mesma quantidade de dinheiro, mas se ele a rejeita, nenhum dos dois obtém nada.

Para o estudo, o jogo foi modificado de tal forma que, uma vez que os participantes tivessem aceitado ou rejeitado uma oferta, tinham a possibilidade de recompensar ou “castigar” quem tivesse feito a mesma ao ficar com mais ou menos dinheiro do que o oferecido originalmente. “Concluímos que os participantes que foram injetados com testosterona estavam mais predispostos a castigar aqueles que lhes propuseram (o trato), e que os níveis altos de testosterona estavam especificamente associados com uma punição maior para os que faziam ofertas injustas”, afirmou o estudo.

No entanto, “quando os participantes que foram injetados com testosterona recebiam ofertas de valores altos, estavam mais predispostos a recompensar quem propusesse esta oferta e também escolhiam recompensas maiores”, acrescentou a pesquisa. “Este aumento de generosidade em um entorno onde não há provocação indica que a testosterona também pode causar comportamentos pró-sociais que são apropriados para melhorar o status”, afirmou o estudo.

“Este descobrimento não encaixa com (a ideia tradicional de) uma simples relação entre a testosterona e a agressividade, e proporciona uma prova causal que a testosterona tem um papel mais complexo na hora de motivar comportamentos de melhora do status nos homens”, concluiu a pesquisa. Também participaram do estudo pesquisadores do Instituto de Ciências Cognitivas Marc Jeannerod em Bron (França), do Departamento de Biologia Humana da Universidade de Lyon (França), da Universidade de Magdeburgo (Alemanha) e do Instituto de Tecnologia da Califórnia, em Pasadena (EUA), entre outros.

Fonte: Uol

‘‘Por causa da casa do Senhor nosso Deus, buscarei o teu bem.’’ Salmos 122:9 (clique aqui e se surpreenda)

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Nos EUA, farmácia também é lugar de médico e enfermeiro

farmacia-usaMeu pai tem uma relação de muita confiança com as farmácias e com alguns farmacêuticos em especial. Não com as farmácias das grandes redes, daquelas que mais parecem um supermercado, mas com aquelas pequenas, de bairro. Na infância, a farmácia de referência era a do seu Domingos, que ficava ma avenida Dom Pedro, em Ribeirão Preto (SP).

Gripe forte, infecção de garganta e outras viroses e lá vinha o Zé, o ajudante do seu Domingos, aplicar injeção na molecada. Sim, porque quando um adoecia, podia esperar o efeito cascata. A choradeira já começava quando escutávamos o barulho da velha lambreta. Aí era um pega pra capar. Uma se escondia no banheiro, a outra debaixo da cama, o outro dentro do armário. Mas não tinha jeito. Ninguém escapava das seringas e agulhas do Zé.

O seu Domingos morreu há muitos anos, a farmácia já não existe mais, mas meu pai segue fiel a outro farmacêutico, o Kébler. É Deus no céu e o Kléber na terra. Em várias ocasiões, é inútil argumentar como o seu Haroldo, 86 anos de pura vitalidade, que o mais sensato e prudente é procurar um médico. “Pode deixar que vou até a farmácia e o Kléber resolve”, ele costuma dizer.

Entendo e respeito essa relação de confiança. Além do fato de a farmácia estar a poucos metros da casa do meu pai, o Kléber é muito atencioso e resolutivo. E se percebe que o caso demanda um olhar médico, não hesita em recomendar que meu velho procure o doutor. Lembrei disso ao ler uma pesquisa publicada no site do IESS (Instituto de Estudos de Saúde Suplementar) dando conta de que nos EUA as farmácias começam a oferecer um novo tipo de serviço: atenção primária. A proposta é que, além dos medicamentos e da atenção farmacêutica, o local ofereça também enfermeiros e clínicos gerais capazes de resolver pequenos problemas de saúde.

Segundo o estudo “The changing face of pharmacies in America: retail clinics”, o novo modelo tem um custo de 30% a 40% inferior ao de clínicas médicas regulares e cerca de 80% menos do que o de cuidados semelhantes prestados em unidades de emergência. O novo modelo é bem aceito pela população: 50% dos norte-americanos já consideram utilizar esse serviço. Uma das razões da boa aceitação é o fato de que 40% da população mora até dez minutos de uma farmácia.

Fonte: Folha de São Paulo

‘‘Porque Deus, que disse que das trevas resplandecesse a luz, é quem resplandeceu em nossos corações, para iluminação do conhecimento da glória de Deus, na face de Jesus Cristo.’’ 2 Coríntios 4:6

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